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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
rir estrutura, ou melhor a falta dela
impossivel de entender o porquê de Sepultura e Joss Stone terem seus shows abrigados pelo palco secundário do festival. Já disseram que o Sepultura estava lá por causa do jogo de parcerias que marcava os shows do Sunset (eles dividiram o 'stage' com a Tambours Du Bronx), mas colocar a banda Glória como atração do palco principal, enquanto os ícones do metal tocavam ao lado fez tudo ter menos sentido ainda. Já Joss Stone fez seu show sozinha no Sunset, para uma quantidade de fãs fervorosos (que sabiam cantar todas as músicas melhor do que ela, como a própria nos contou) que pouco se viu durante todos os dias do festival. A não ser durante o show do... Sepultura.a chuva que ameaçou diversos dias de Rock in Rio, mas na ultima noite o temporal chegou. Resultado? O palco principal a-la-ga-do! Axl Rose cantava alguns versos e funcionários do backstage usavam rodos para expulsar (muita) água do palco. Fenômeno da natureza? Pode até ser, mas se houvesse fenômenos da natureza como esse durante todos os dias do festival, todos os artistas dividiriam espaço com rodos e capas de chuva?;Ouvi muitas reclamações vindas de gente que não estava ouvindo muita coisa. A galera do fundão reclamou bastante que pouco podia ouvir dos shows, já que alguns dos “peixes” (as torres com caixas de som) estavam desligados. Quem estava em casa, assistindo pela TV, também criticou bastante a qualidade do som recebido.pelo nenos alguns me disseram isso assim que cheguei da cidade do rock, Festival de música com som ruim e ai medina assim fica facil criticar genios consagrados como axl rose e elton john e lamentavel, nosso pais engantinha para gerenciar grandes eventos literalmente,A estrutura dos banheiros montados em frente à sala de imprensa também foi alterada e o gramado que, no dia 23/09, estava embebido em urina, trocado. Mas achamos a implosão do sistema de esgoto dos sanitários durante o primeiro final de semana de Rock in Rio tão chocante que também elegemos como uma das vergonhas do festival inteiro. Em tempo: quem passasse pela rua paralela que circundava a Cidade do Rock encontrava, facilmente, algumas poças de xixi pelo caminho – a cor da água não deixava dúvidas,esta ai o desabafo de quem esteve la, mesmo nao em todos os dias, mas relatei o que eu vi, e o que me disseram os que trabalharam por la nos demais dias, e para nossos criticos funkeiros de plantao, fica ai a deixa, so para constar uma das maiores estrelas da atualidade musical, a rihana atrasou seu show em 90 minutos e nao foi por fenomenos da natureza, o que foi entao? nao e a toa que os proprios que estavam la, para ve-la durmiaram ja na metade do show, sem mais tristemente lamentavel festivalzinho rock in funkrio rsrs.
rir um novo olhar ultima noite
Os cariocas do Detonautas abriram a última noite de shows do Rock in Rio. Com uma máscara idêntica a do personagem Guy Fawkes, de “V de Vingança”, Tico Santa Cruz disparou críticas a corrupção. O principal alvo do discurso foi José Sarney e seu aliado, Magno Bacelar. O deputado recentemente criticou o público do festival, denominando-os “drogados e maconhados”. A defesa de Tico causou um grande coro de vaias “anti-Sarney”. O show seguiu com a apresentaçã de alguns dos sucessos do grupo, como “Olhos Certos” e “Quando O Sol Se For“. Um dos pontos altos da performance foi o cover de “Metamorfose Ambulante“, clássico de Raul Seixas. A plateia também se animou durante a execução de um trecho de “Smells Like Teen Spirit“, do Nirvana. O grupo encerrou os 40 minutos de show com a faixa “Outro Lugar“. A banda não decepcionou, mas também esteve longe de ser a performance mais brilhante de um artista nacional no evento.Pitty subiu ao Palco Mundo do Rock in Rio e fez questão de manter o foco da apresentação nos hits emplacados ao longo da carreira. Por volta das 20h, a música “Anacrônico” começou a ecoar nas caixas de som da Cidade do Rock e assim deixou claro que os próximos minutos seriam de pura adrenalina com altas dosagens de atitude. Faixas como “Admirável Chip Novo” e “Pulsos” fizeram com que a galera realmente estivesse em espetáculo de rock. A balada “Equalize” entrou para o time de músicas que ao longo do evento fizeram o tradicional momento ‘mãos pra cima e refrão cantando em uma só voz’. Com um trecho de “Smells Like Teen Spirit”, a roqueira baiana prestou homenagem ao Nirvana,que por sinal ficou tao ruim quanto, Já a dupla Roberto Carlos e Erasmo também foi homenageada com a versão do quarteto para a clássica “Se Você Pensa“. Desde que despontou no cenário musical, Pitty vem mostrando a força feminina no rock nacional. No Rock in Rio IV, ela apenas confirmou, mais uma vez, que é uma realidade roqueira na música brasileira.em meio a tanta coisa ruim que tem surgido ela tem uma vertente ate que interesante e conta com uma banda competente dentro de suas propostas,Faltando aproximadamente uma semana para lançar disco novo, o Evanescence fez o show de estreia da turnê de retorno no Rock in Rio. O grupo aproveitou o público já aquecido pela performance de Pitty, e abriu a apresentação com seu novo single “What You Want“. A banda arriscou e baseou o show em faixas do novo disco, ainda desconhecidas pelo público. A reação do público foi morna, mas grande parte dos jovens presentes se mostravam animados com a presença da vocalista Amy Lee. Empolgação digna de um show de rock aconteceu apenas durante as faixas familiarizadas com o ouvido da galera. Durante “Going Under“, “Bring Me To Life” e “Call Me When You Are Sober” os fãs vibraram e aplaudiram estusiasmados. Amy Lee também conseguiu comover muita gente quando sentou ao piano para cantar o hit “My Immortal“. Apesar da pouca empolgação do público com as canções inéditas, a combinação vocal de Amy com guitarras pesadas garantiram a atenção da plateia. O quinteto americano poderia ter feito uma apresentação memorável, mas a escolha de um repertório teoricamente inédito comprometeu a sintonia com o público.mesmo assim podemos admirar uma das vozes mais belas desse planeta que mesmo com alguns problemas tecnicos alias esse item e outro caso a parte dessa noite ela conseguiu sair- se bem.Rock in Rio: veja como foi a última noite do festival
3 de outubro de 2011 11:25 Por Laiza Kertscher
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Os cariocas do Detonautas abriram a última noite de shows do Rock in Rio. Com uma máscara idêntica a do personagem Guy Fawkes, de “V de Vingança”, Tico Santa Cruz disparou críticas a corrupção. O principal alvo do discurso foi José Sarney e seu aliado, Magno Bacelar. O deputado recentemente criticou o público do festival, denominando-os “drogados e maconhados”. A defesa de Tico causou um grande coro de vaias “anti-Sarney”. O show seguiu com a apresentaçã de alguns dos sucessos do grupo, como “Olhos Certos” e “Quando O Sol Se For“. Um dos pontos altos da performance foi o cover de “Metamorfose Ambulante“, clássico de Raul Seixas. A plateia também se animou durante a execução de um trecho de “Smells Like Teen Spirit“, do Nirvana. O grupo encerrou os 40 minutos de show com a faixa “Outro Lugar“. A banda não decepcionou, mas também esteve longe de ser a performance mais brilhante de um artista nacional no evento.
Pitty subiu ao Palco Mundo do Rock in Rio e fez questão de manter o foco da apresentação nos hits emplacados ao longo da carreira. Por volta das 20h, a música “Anacrônico” começou a ecoar nas caixas de som da Cidade do Rock e assim deixou claro que os próximos minutos seriam de pura adrenalina com altas dosagens de atitude. Faixas como “Admirável Chip Novo” e “Pulsos” fizeram com que a galera realmente estivesse em espetáculo de rock. A balada “Equalize” entrou para o time de músicas que ao longo do evento fizeram o tradicional momento ‘mãos pra cima e refrão cantando em uma só voz’. Com um trecho de “Smells Like Teen Spirit”, a roqueira baiana prestou merecida reverência ao Nirvana. Já a dupla Roberto Carlos e Erasmo também foi homenageada com a versão do quarteto para a clássica “Se Você Pensa“. Desde que despontou no cenário musical, Pitty vem mostrando a força feminina no rock nacional. No Rock in Rio IV, ela apenas confirmou, mais uma vez, que é uma realidade roqueira na música brasileira.
Faltando aproximadamente uma semana para lançar disco novo, o Evanescence fez o show de estreia da turnê de retorno no Rock in Rio. O grupo aproveitou o público já aquecido pela performance de Pitty, e abriu a apresentação com seu novo single “What You Want“. A banda arriscou e baseou o show em faixas do novo disco, ainda desconhecidas pelo público. A reação do público foi morna, mas grande parte dos jovens presentes se mostravam animados com a presença da vocalista Amy Lee. Empolgação digna de um show de rock aconteceu apenas durante as faixas familiarizadas com o ouvido da galera. Durante “Going Under“, “Bring Me To Life” e “Call Me When You Are Sober” os fãs vibraram e aplaudiram estusiasmados. Amy Lee também conseguiu comover muita gente quando sentou ao piano para cantar o hit “My Immortal“. Apesar da pouca empolgação do público com as canções inéditas, a combinação vocal de Amy com guitarras pesadas garantiram a atenção da plateia. O quinteto americano poderia ter feito uma apresentação memorável, mas a escolha de um repertório teoricamente inédito comprometeu a sintonia com o público.
Com um público repleto de fãs que aguardavam há anos a visita do grupo ao Brasil, o System Of A Down foi recebido com entusiasmo. O grupo subiu ao Palco Mundo e iniciou o seu concerto com “Prison Song“, que graças ao peso da guitarra de Daron Malakian agradou até quem não era tão fã do grupo. Nem mesmo os problemas técnicos no som, agravados pela condição climática, desanimaram os presentes e muito menos o quarteto. O repertório foi idêntico ao show feito um dia antes, em São Paulo. Em pouco menos de duas horas, 29 canções foram apresentadas. As pesadas “B.Y.O.B.“, “Chop Suey!”, e “Toxicity” foram alguns dos pontos altos do show. Para esfriar os ânimos, o grupo apresentou “Lonely Day“, mas logo convidou todos a se animarem denovo com a empolgante “Bounce“. Conhecido pelo ativismo político, o vocalista Serj Takian se mostrou engajado na defesa dos índios brasileiros contra projetos desenvolvimentistas, em clara referência a construção hidrelétrica de Belo Monte. Sem firulas e grandes decorações no palco, os armeno-americanos encerraram com “Toxicity” e “Sugar“, acompanhados pela comoção dos fãs. se a producao desse evento nao fosse tao incompetente como foi no festival inteiro e em especial nessa noite de certo que esse show teria sido no mesmo nivel do slypknot, O último show do Rock in Rio começou sob forte chuva. Após mais de uma hora de atraso e boatos de cancelamento, o Guns N’ Roses finalmente subiu ao Palco Mundo e fez uma performance que durou mais de duas horas. Usando chapéu, bandana e uma grossa capa amarela, Axl Rose iniciou a apresentação com “Chinese Democracy“. O vocalista saudou o público e brincou ao dizer “Boa noite, bom dia”. Em seguida, vieram clássicos do grupo como “Welcome To The Jungle” e “It’s So Easy“. A execução de “Live And Let Die” aconteceu com a tradicional explosões de fogos. A chuva não deu trégua e com um palco cheio de poças d’água, Axl ocasionalmente aproveitava longos solos dos integrantes da banda para sair de cena e possivelmente evitar tombos. Cansada e molhada, boa parte da plateia deixava a Cidade do Rock já na metade do show. Mesmo assim, não foram poucos os momentos em que o grupo conseguiu aplicar doses maiores de empolgação na galera. Faixas como “Sweet Child O’Mine“, “You Could Be Mine“, “Knocking On Heaven’s Door” e “Estranged” foram tocadas com mais entusiasmo do que as anteriores. Em “November Rain“, Axl fez trocadilhos com a letra e o clima, como em “in a cold brazilian rain”. O bis veio com mais descontração: durante “Patience“, o vocalista saiu de cena e disse que precisava ir ao banheiro e que não tinha mais paciência. Quando Rose voltou ao palco, a canção “Paradise City” foi tocada. Debaixo de chuva, as 5h da madrugada, a quarta edição brasileira do Rock in Rio chegou ao fim. Apesar das falhas e da falta de pique do grupo, quem ficou para assistir o fim do show parecia satisfeito com o carisma único de Axl Rose.de certo que esa apresentacao esta longe das demais ja feitas anteriormente pela banda. tanto no rir como em shows privados. ainda assim axl mostrou que e um dos maiores da atualidade e de sempre. tentem cantar com um diluvio em sua cabeca e veja qual sera o resultado. sem falar no entrosamento e competencial musical dos musicos que o acompanham na atual formacao, se nao foi um show apoteotico como todos esperavam, ainda assim axl presenteou os que ali esperavam por musica de qualidade, e com momentos sim memoraveis, enxarcados rsrs, mais memoraveis como a volta de estranged por excemplo, uma das musicas mais lindas independente de estilo, somente isso faz dessa apresentacao, grandiosa, alias estranged e um show a parte, e para sair e pagar o ingresso novamente, e assim encerou-se mais uma edicao do rir
rir um novo olhar sexta noite
o roqueiro Roberto Frejat deixou claro os motivos pelos quais é um dos roqueiros brasileiros mais bem sucedidos surgidos nos últimos 30 anos. Apostando em sua versatilidade como intérprete, ele subiu ao Palco Mundo e saudou ao público com a canção “Exagerado“, hit de Cazuza. Ao longo do set list, o músico desfilou sucessos de Tim Maia, Caetano Veloso, Legião Urbana e, claro, Barão Vermelho. Como não poderia ser diferente, a carreira solo do artista não ficou de fora do show e canções como “Amor Pra Recomeçar“, que inclusive contou com a participação de Rafael, filho de Frejat, e “Segredos” foram cantadas com o apoio vocal da plateia. Assim como seus colegas dos anos 80, Frejat não decepcionou e mostrou que ‘a década perdida’ ainda tem muito a contribuir para o rock nacional.Com um repertório recheado de hits, o Skank não encontrou a menor dificuldade em animar ainda mais a festa. Ao longo da apresentação, a banda mostrou seu pop rock – mesclado com ska e baladas – para um público que se sentiu a vontade e familiarizado com as canções. Com o hit “Mil Acasos“, o quarteto entrou ‘mineiramente’ em cena e assim começou a promover uma conexão com a galera. Mas foi com “É Uma Partida de Futebol” que eles colocaram 100 mil pessoas para pular, cantar junto e dançar. Uma agradável surpresa ficou por conta da participação especial da cantora Negra Li, que dividiu os vocais em “Ainda Gosto Dela“. Em um determinado momento, o vocalista e guitarrista Samuel Rosa pegou uma câmera com sua equipe e filmou a plateia, que retribuiu o carinho do músico com bastante animação. Com a música “Vamos Fugir“, eles encerraram o festejado show, que ate caberia um bis, A banda Maroon 5 entrou no elenco do Rock in Rio IV graças a desistência do rapper Jay-Z. Surpreenderam positivamente e fizeram um show pra lá de animado. O grupo soube explorar os diversos hits emplacados nas rádios brasileiras e não teve a menor dificuldade de promover interação com a plateia. Canções como “Sunday Morning” e “This Love” fizeram os presentes dançar, cantar se divertirem. Isto é, aconteceu ali exatamente o que deve rolar em um show de pop rock. O simpático e carismático vocalista Adam Levine fez a alegria do público feminino arrancando suspiros e gritos, mas os marmanjos presentes souberam se comportar e curtir a apresentação dos californianos se problemas. Durante o bis o grupo tocou a balada “She Will be Loved“, que conseguiu dividir o coro da multidão em duas metades: um lado cantava um verso da faixa, o resto da multidão cantava outra parte. Funcionou e os caras deixaram claro que não é demérito ser convidado para participar de um evento como o Rock in Rio aos ’45 do segundo tempo’. e assim mostraram que sao musicos muito competentes.Os mexicanos do Maná fizeram um curto show que mais pareceu ser destinado aos casais que estavam na Cidade do Rock. Diante de uma plateia visivelmente dispersa, o quarteto relembrou músicas que eles emplacaram em novelas brasileiras e canções de seus trabalhos mais recentes. O vocalista Fher Oliveira demonstrou estar atento ao rock brasileiro: a cada reação positiva do público, ele respondia com a expressão ‘do c@#%&’, aquela imortalizada por Dinho Ouro Preto, do Capital Inicial. O grande destaque do morno show do Maná foi sem dúvidas a canção “Corazón Espinado“, que contou com a participação especial do guitarrista do Sepultura, Andreas Kisser. Originalmente, a canção é uma parceria do vocalista do Maná com o guitarrista Carlos Santana.uma apresentacao abaixo do que se espereva devido as badalacoes que envolviam esse show.Durante, aproximadamente, 90 minutos, a banda Coldplay esteve no Palco Mundo do Rock in Rio e tocou 18 músicas. Sete destas canções fazem parte do disco “Mylo Xyloto”, programado para chegar às lojas no dia 24 de outubro. Mas mesmo assim, o grupo fez uma apresentação apoteótica. Além da pirotecnia, houve chuva de papel e uma bandeira do Brasil no pedestal do microfone. ISto é, todos os apetrechos necessários para um artista gringo cativar ainda mais os brasileiros. Um animado e carismático Chris Martin soube driblar os pequenos problemas com o som e comandou com total maestria as 100 mil pessoas que lá estava se espremendo e se acotovelando para conseguirem curtir o show com o máximo de aproveitamento possível. Martin fez um cover de “Rehab“, antes de tocar “Fix You“, para homenagear a cantora Amy Winehouse, morta em julho. Mas é claro que o quarteto não poderia abrir mão de tocar músicas como “Yellow” e “In My Place“, que tiveram altas rotações nas rádios mundo afora. Outro grande momento foi quando tocaram a faixa “The Scientist“, cantada em uma só voz pela plateia. Olhando para o futuro, sem negar o passado, o Coldplay entrou para o time das melhores apresentações feitas na quarta edição nacional do Rock in Rio.tem bandas que mesmo sendo visivelmente fabricadas pela midia, mas se contam com talentos musicais, conseguem fazer apresentacoes memoraveis, o coldplay e uma delas,
rir um novo olhar terceira noite
A “noite do Metal” do Rock in Rio, no último domingo (25), começou com o show do Gloria. A presença dos paulistas no Palco Mundo, porém, desagradou boa parte de uma fiel multidão metaleira. Além de encarar a instisfação do público, a banda ainda teve de lidar com o atraso de 90 minutos nas apresentações do palco Sunset que simplesmente resultou em uma apresentação simultânea com o Sepultura. Durante uma curta apresentação de 40 minutos, o Gloria tentava evitar o silêncio entre uma música e outra para abafar as vaias da plateia, que vociferava pelo Sepultura. Em alguns momentos, a banda conseguiu driblar as críticas, como durante as apresentações de “Domination” e “Walk“, do Pantera. Além dos covers, os músicos tocaram faixas de seu repertório como “É Tudo Meu“, “Agora É Minha Vez” e “Anemia“.um show ate que com uma certa versatilidade porem o repertorio nao ajuda muito o que burocratizou demais a apresentacao,A grupo Coheed and Cambria foi recebido de uma forma não muito calorosa pelo público. Muitas pessoas preferiram assistir ao show sentados na grama, fato este que deixa claro a pouca popularidade da banda entre uma considerável por parte dos presentes. Mesmo assim, com um dos sons menos pesados da noite, os nova-iorquinos apresentaram algumas de suas canções, como “Here We Are Juggernaut” e “Gravemakers And Gunslingers“. Os músicos só conseguiram cativar o público de vez no final do show. Pouco antes de deixar o palco, o vocalista Claudio Sanchez comandou um cover de “The Trooper“, do Iron Maiden, que levantou a platéia. Acompanhando as balançadas da longa cabeleira do vocalista, a multidão cantou em coro a música. Motivados com a apresentação, os fãs do heavy metal reagiram melhor as últimas canções do grupo, que encerrou o show com “No World For Tomorrow” e “Welcome Home“.ainda assim foi um show digno de puro rock os musicos conseguem passar muita seguranca na apresentacao ,banda com muito a acrescentao ao estilo ainda,A próxima atração agradou bem mais ao público. O Motörhead subiu ao palco principal do Rock in Rio e apresentou um repertório repleto de clássicos. Durante o show, o famoso bordão “We are Motörhead and we play rock’n'roll” (Nós somos o Motörhead e nós tocamos rock’n'roll) foi mais uma vez entoado por Lemmy Kilmister. Dentre as faixas que integraram o show, estiveram “Iron Fist“, “Over The Top“, “Ace Of Spaces”, e uma homenagem ao público, “Going To Brazil“. Foram 13 canções, em pouco mais de uma hora de show, que contou com a partipação de Andreas Kisser, guitarrista do Sepultura, na canção “Overkill“. A apresentação também foi coroada com muita interação com a plateia. O baterista Mikkey Dee, durante seu solo, olhava para a câmera e pedia pelo telão que o público gritasse o nome do grupo. Os torcedores do Atlético Mineiro também ficaram satisfeitos ao ver que o guitarrista Phil Campbell trajava uma camisa do time. O show terminou com Lemmy fingindo fuzilar o público com seu baixo, como se o instrumento fosse uma metralhadora.e extremamente gratificante ver como uma das maiores bandas de todos os tempos ainda em atividade com esse pique todo e tocando de forma irretocavel,Com total comando do público, o Slipknot executou um dos grandes shows da noite. Essa foi a primeira apresentação do grupo no país em seis anos, a primeira após a morte do baixista Paul Gray. Os integrantes mascarados trouxeram ao palco principal as faixas da “The Memorial Tour”, turnê que homenageia Paul. A platéia reagiu animada as interações do vocalista Corey Taylor, que voltou ao palco do Rock in Rio depois de se apresentar com o Stone Sour. Durante o show, os fãs não apenas cantavam, mas aplaudiam e atendiam com obediência ao vocalista, que conseguiu fazer todo o público sentar no chão com seus comandos. Com muito barulho e pirotecnia, o grupo não decepicionou. “Eyeless”, “Liberate”, “Psychosocial”, “Duality” e “Surfacing” foram algumas das músicas apresentadas e cantadas com força pela platéia. Durante o show, o DJ Starscream surpreendeu e se jogou na platéia, que o recebeu com a mesma empolgação.mesmo com um list mais curto do que o habitual, ainda assim esse foi o melhor show de todos do rir, e mostra o pq essa banda e a melhor da atualidade, e ja figura entre as melhores de todos os tempos, arrebatadora apresentacao,O desfecho das apresentações ficou por conta do grupo mais aguardado da noite. Com meia hora de atraso, já era madrugada desta segunda-feira (26) quando o Metallica subiu ao palco. Mas o quarteto fez valer a espera e fechou a noite com uma apresentação impecável, que veio recheada com hits que a banda emplacou ao longo de sua carreira.
Foram mais de duas horas de execuções de hits consagrados pelo grupo. Com um repertório parecido com o de sua última passagem pelo Brasil, em 2010, os músicos abriram o show com a vinheta de “The Ecstasy of Gold“, seguida por uma versão de “Creeping Death“. Durante “Sad But True” James Hetfield atuou como um maestro, enquanto acenava para que a multidão cantasse em coro seus versos. A faixa “Fuel” foi apresentada com o usual festival pirotécnico, com um palco rodeado por labaredas de fogo. “Fade to Black“, “Master of Puppets” e a balada “Nothing Else Matters” também integraram as apresentações, que teve faixas concentradas nos primeiros discos do grupo. “Enter Sandman” foi a última canção antes do bis, e a performance foi entoada por milhares de pessoas. O grupo encerrou o dia mais pesado do Rock in Rio com “Am I Evil?“, “Whiplash” e “Seek and Destroy“.claro que sempre um saudosista,espera por uma ou outra faixa, que nao entra no list, sao coisas de bandas gigantes, como e o metallica, ainda assim, em meio algumas desafinadas de heatfild, o metallica fechou a noite com uma apresentacao primorosa.
rir um novo olhar segunda noite
Usando de pontualidade britânica, o NX Zero abriu a segunda noite de apresentações no Palco Mundo, no último sábado (24). Apesar de encarar rejeição de uma pequena parte da plateia – que chegou até ensaiar um começo de vaia – a banda cumpriu seu papel e fez um show que desfilou os grandes sucessos de sua carreira. O vocalista Di Ferrero soube conduzir o espetáculo e revelou sua gratidão por ver o Rock in Rio novamente no Brasil. O quinteto paulista recebeu o rapper Emicida logo no começo do show e juntos cantaram a música “Só Rezo 0.2″, que por sinal foi tocada após eles terem apresentado a faixa “Só Rezo”. Fizeram parte do set list canções como “Pela Última Vez”, “Cedo ou Tarde” e “Razões e Emoções”, que fechou a performance e foi uma das mais cantadas. a banda se mostrou mais uma vez madura e bem entrosada mas isso nao faz de seu repertorio suficientemente bom,O não muito popular, entre os roqueiros brasileiros, Stone Sour, mesmo encarando chuva, fez uma apresentação surpreendente e intensa. O vocalista Corey Taylor, que também é do grupo Slipknot, comandou uma banda que apostou em riffs pesados de guitarra e com certeza despertou a atenção dos espectadores que foram ao evento com a intenção apreciar concertos de rock. Em outros tempos, pode-se dizer que muita gente iria sair da Cidade do Rock com discos deles debaixo do braço. Um detalhe curioso da apresentação deles foi o fato do baterista original da banda, Roy Mayorga, não pôde fazer este show, pois sua primeira filha nasce este fim de semana. Diante dessa situação, foi substituído por Mike Portnoy, ex-Dream Theater. Antes de sair do palco, segundo o site da revista Rolling Stone, Taylor embrulhou-se numa bandeira do Brasil estilizada com o símbolo da Stone Sour e prometeu que a banda volta ao país o mais rápido possível.de certo que foi uma grata surpresa aos que ainda nao os conheciam,Rock In Rio 2011: confira como foi o segundo dia do festival
25 de setembro de 2011 13:13 Por Gustavo Morais
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Usando de pontualidade britânica, o NX Zero abriu a segunda noite de apresentações no Palco Mundo, no último sábado (24). Apesar de encarar rejeição de uma pequena parte da plateia – que chegou até ensaiar um começo de vaia – a banda cumpriu seu papel e fez um show que desfilou os grandes sucessos de sua carreira. O vocalista Di Ferrero soube conduzir o espetáculo e revelou sua gratidão por ver o Rock in Rio novamente no Brasil. O quinteto paulista recebeu o rapper Emicida logo no começo do show e juntos cantaram a música “Só Rezo 0.2″, que por sinal foi tocada após eles terem apresentado a faixa “Só Rezo”. Fizeram parte do set list canções como “Pela Última Vez”, “Cedo ou Tarde” e “Razões e Emoções”, que fechou a performance e foi uma das mais cantadas.
O não muito popular, entre os roqueiros brasileiros, Stone Sour, mesmo encarando chuva, fez uma apresentação surpreendente e intensa. O vocalista Corey Taylor, que também é do grupo Slipknot, comandou uma banda que apostou em riffs pesados de guitarra e com certeza despertou a atenção dos espectadores que foram ao evento com a intenção apreciar concertos de rock. Em outros tempos, pode-se dizer que muita gente iria sair da Cidade do Rock com discos deles debaixo do braço. Um detalhe curioso da apresentação deles foi o fato do baterista original da banda, Roy Mayorga, não pôde fazer este show, pois sua primeira filha nasce este fim de semana. Diante dessa situação, foi substituído por Mike Portnoy, ex-Dream Theater. Antes de sair do palco, segundo o site da revista Rolling Stone, Taylor embrulhou-se numa bandeira do Brasil estilizada com o símbolo da Stone Sour e prometeu que a banda volta ao país o mais rápido possível.
Em sua terceira participação consecutiva no Rock in Rio, os brasilienses do Capital Inicial mais uma vez mostraram a sua força e capacidade de conquistar a galera. O vocalista Dinho Ouro Preto esbanjou carisma ao beijar mulheres que estavam próximas do palco, distribuir garrafas de água para o público e vociferar contra a banda podre da política brasileira. Com um repertório que passeou por clássicos do rock de Brasília até músicas mais recentes, o Capital soube conduzir com destreza o seu show. Canções como “Música Urbana”, “Primeiros Erros” e “Depois da Meia-Noite” permitiram com que fosse criada uma perfeita conexão entre os roqueiros e a plateia. A banda ainda resgatou seu começo punk ao fazer um cover para a música “Should I stay or should I go”, do The Clash. Assim como seus colegas de geração, Titãs e Paralamas, que se apresentaram na noite de abertura, o Capital Inicial não decepcionou.e como sempre fez uma apresentacao muito coeza,A banda Snow Patrol, apesar da simpatia de seus integrantes, não conseguiu promover uma interação mais intensa com a plateia. O público pareceu ligeiramente disperso e não reagiu muito durante canções como “You’re All I Have”, “Take Back the City” e a nova “This Isn’t Everything You Are”. A cantora Mariana Aydar – que tocou na sexta-feira (23) no Palco Sunset – foi convidada para entoar o vocal originalmente gravado por Martha Wainwright em “Set the Fire to the Third Bar”. Quando a apresentação estava caminhando para o final, o Snow Patrol ainda teve de enfrentar uma pequena adversidade técnica: a guitarra do vocalista Gary Lightbody parou de funcionar. O público aguardou a solução do problema respeitosamente – como fez durante o show inteiro – e em seguida curtiu o mega-hit “Open Your Eyes”.todos esses ingredientes fizeram dessa apresentacao respeitosamente apenas mediana,Se na edição de 2001 do Rock in Rio o Red Hot Chili Peppers fez um show pouco inspirado, desta vez a situação foi bem diferente. O quarteto começou a sua apresentação com a nova “Monarchy of Roses”, uma das poucas que a plateia não sabia a letra do início ao fim. Mas a partir da segunda canção apresentada, “Can’t Stop”, o que se viu no palco foi uma espécie de coletânea sendo tocada ao vivo. A banda resgatou músicas de todas as fases da carreira e deu ao público um genuíno show de rock. Em noite inspirada, o vocalista Anthony Kiedis e o baixista Flea contaram piadas e fizeram gracejos para o público. O guitarrista Josh Klinghoffer deixou a ligeira sensação de que ainda não está totalmente entrosado com os demais companheiros, mas mesmo assim convence pela boa presença de palco. O baterista Chad Smith deu vida ao seu lado latino e promoveu uma entrosada batucada com o percussionista brasileiro Mauro Refosco, que é um reforço musical que a banda agregou na atual turnê. Ao voltar para o bis, o RHCP prestou uma homenagem a Rafael Mascarenhas, filho da atriz Cissa Guimarães, vítima fatal de um atropelamento no ano passado e que completaria 20 anos no sábado (24). A banda subiu ao palco vestindo camisetas com o rosto do garoto e Kiedis parabenizou Rafael pelo aniversário. Os Chili Peppers e seus fãs saíram da Cidade do Rock de alma lavada.show digno de uma grande banda no apice de sua maturidade musical independente de estilos e repertorios,
rir um novo olhar primeira noite
As bandas Titãs e Paralamas do Sucesso fizeram uma apresentação conjunta, que reuniu grandes clássicos dos grupos como “Polícia”, “Óculos”, “Epitáfio” e “Meu Erro”. Os roqueiros receberam o cantor Milton Nacimento e juntos cantaram a música “Love of My Life”, do Queen. Já a cantora Maria Gadu reforçou os vocais em “Loirinha Bombril”, dos Paralamas. Ao longo de uma hora de show, os veteranos do rock brasileiro conseguiram alerar o público mostrando a segurança e o carisma de sempre.O veteranao Elton John mostrou porque seus 40 anos de carreira são tão vitoriosos. Ao longo de 1h30 de show Elton apresentou canções, que agradaram até aos mais jovens que não estavam lá necessariamente com a intenção de prestigiá-lo. Aparentemente bem humorado o artista distribuiu sorrisos aos fãs, brincou com a galera no final de algumas músicas (pedindo mais aplausos) e não escondeu a felicidade de estar no Brasil. Um sósia do cantor mais ousado entrou em cena, deixou para o artista um presente sobre o piano e foi imediatamente retirado do palco. Entre as faixas tocadas por Elton John durante a noite, estiveram: “Tiny Dancer”, “Goodbye Yellow Brick Road”, “Rocket Man”, e “Crocodile Rock”, que encerrou o show.Rock in Rio 2011: saiba como foi o primeiro dia do festival
24 de setembro de 2011 16:38 Por Gustavo Morais
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Segundo o site da revista Rolling Stone, foi com fogos de artifícios e imagens das edições anteriores do Rock in Rio que o Palco Mundo inaugurou a quarta edição brasileira do evento. As bandas Titãs e Paralamas do Sucesso fizeram uma apresentação conjunta, que reuniu grandes clássicos dos grupos como “Polícia”, “Óculos”, “Epitáfio” e “Meu Erro”. Os roqueiros receberam o cantor Milton Nacimento e juntos cantaram a música “Love of My Life”, do Queen. Já a cantora Maria Gadu reforçou os vocais em “Loirinha Bombril”, dos Paralamas. Ao longo de uma hora de show, os veteranos do rock brasileiro conseguiram alerar o público mostrando a segurança e o carisma de sempre.
A cantora Claudia Leitte alegrou ao público com seu axé músic, mas também não abriu mão de homenagear astros do rock em seu repertório. Além de “D’yer Maker” (que ela já canta desde os tempos de Babado Novo), do Led Zeppelin, a loira prestou tributo aos Rolling Stones e também ao grupo Chico Science e Nação Zumbi. Por meio de telões e áudio, Cláudia promoveu duetos com os cantores Ricky Martin (na música “Samba”) e Travie McCoy (nas canções “Billionaire” e “Famo$a”). Após uma apresentação emocionate, a musa foi erguida por cabos, fez algumas acrobacias no ar, e deixou o palco “voando” pelo teto.
Com 35 minutos de atraso, a cantora Katy Perry subiu ao palco do Rock in Rio e fez um show que levou os fãs ao delírio. Perry desfilou seus grandes hits como “Hot N’ Cold”, “Firework” e “I Kissed a Girl”. Um sortudo rapaz paulista, de Sorocaba, chamado Júlio foi convidado para ir até Perry, que o seduziu, conquistou e deu um beijo no canto da boca dele. Quando ele queria mais uma dose da brincadeira, ela o beijou de novo, da mesma forma, e o fez cair no chão com um empurrão. Em seguida, o convidou a se retirar do palco para dar continuidade à apresentação. Com a música “California Gurls”, Katy encerrou a sua apresentação e fez uso da já tradicional chuva de papel picado e arremesso de espuma no público, imitando o chantilly que atira de seu figurino no clipe da música.
O veteranao Elton John mostrou porque seus 40 anos de carreira são tão vitoriosos. Ao longo de 1h30 de show Elton apresentou canções, que agradaram até aos mais jovens que não estavam lá necessariamente com a intenção de prestigiá-lo. Aparentemente bem humorado o artista distribuiu sorrisos aos fãs, brincou com a galera no final de algumas músicas (pedindo mais aplausos) e não escondeu a felicidade de estar no Brasil. Um sósia do cantor mais ousado entrou em cena, deixou para o artista um presente sobre o piano e foi imediatamente retirado do palco. Entre as faixas tocadas por Elton John durante a noite, estiveram: “Tiny Dancer”, “Goodbye Yellow Brick Road”, “Rocket Man”, e “Crocodile Rock”, que encerrou o show.
Coube a cantora Rihanna a missão de encerrar a primeira noite do Rock in Rio IV. Por volta das 2h30 da madrugada, com mais de 90 minutos de atraso, a estrela começou a sua apresentação com a canção “Only Girl (In the World)”. Apesar de interagir pouco com o público a artista se mostrou animada e jovial durante toda a sua apresentação, que contou com hits como “Rude Boy” “S&M” e “Hard”. Em razão do atraso, Rihanna encarou um público relativamente cansado. Diante desta condição, uma parte da plateia dormia no gramado, em meio ao vasto lixo, enquanto Rihanna cantava. Com o mega-hit “Umbrella”, a musa fechou o seu show.ou seja muira producao e e nem tanto talento assim enfim.
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