Alem de simplesmente entender que tim e genial, decidi ir ao cinema e ver seu ultimo intento recem lançado, tambem por influencia de alguem muitissimo especial pra minha existencia,entao escreverei sobre a minha imprensao sobre o filme.Um dos maiores ídolos da história americana - o presidente que venceu a Guerra de Secessão e aboliu a escravidão nos EUA - virou personagem do filme sobrenatural “Abraham Lincoln Caçador de Vampiros”,
Apesar do título auto-explicativo que remete a mashups – combinação de múltiplas fórmulas – dos anos 1970, como “Blacula - O Vampiro Negro” (1972) e a filmes trash como “Jesus Cristo Caçador de Vampiros” (2001), o novo longa não parte para o humor irônico ou para o estilo “lado B” e se segura na trama séria, cheia de terror e suspense.
O filme sugere que a vida de Lincoln (Benjamin Walker) tem uma história secreta e apenas uma fração da verdade seja conhecida hoje. Ainda criança, ele presenciou o assassinato da mãe por um vampiro escravagista (na vida real ela morreu de uma infecção bacteriana). Trauma que o levou a declarar uma guerra contra os seres das trevas, destruir todos os vampiros e de quebra acabar com a escravidão. E não espere sugadores de sangue no estilo “Crepúsculo”, estamos falando de criaturas sobrenaturais violentas e assustadoras.
O jovem Lincoln parte sozinho para o extermínio das criaturas. Com um machado de prata, o rapaz – cujas habilidades em artes marciais são impressionantes – mata um a um todos os vampiros que encontra, com a ajuda de um mentor que lhe fornece instruções.
Depois de algum tempo, o rapaz chega à conclusão de que conseguiria um resultado muito mais eficaz em sua luta contra o mal entrando para a política, onde poderia influenciar pessoas e abolir a escravatura. Assim, o filme conta partes da história política americana e da vida pessoal de Abraham Lincoln, como a morte de seu primeiro filho, sempre com o plano de fundo sobrenatural.
Os efeitos especiais de luta corporal, no estilo “300” (2006), mesclam momentos em slow motion com súbitas acelerações, o que dá um tom mais dramático aos duelos. Aliados às cenas de batalha épicas, que só perdem pelo excesso de fumaça e poeira, intensificado pelo 3D, são o melhor que o filme tem a oferecer. No duelo entre Lincoln e o vampiro que matou sua mãe, os dois lutam entre uma manada de cavalos selvagens, cena que faz o espectador grudar na poltrona.Poucos personagem reais são tão icônicos quanto Lincoln, cuja silhueta alta e esguia, composta pela cartola, é tão facilmente reconhecível como o Batman ou Indiana Jones. A ideia de adicionar uma faceta sobrenatural ao presidente mais importantes dos EUA fez com que os americanos torcessem o nariz para o filme e a bilheteria foi modesta.O filme foi descrito por críticos como “absurdo” e “ridículo” por apelar para a fantasia sem o tempero da chacota. Mas, seguindo esse raciocínio, os mesmos adjetivos poderiam ser usados - salvo as devidas proporções - para descrever filmes de heróis como "Vingadores", ou mesmo da trilogia de Batman, dirigida por Christopher Nolan. Apesar do roteiro e da direção de Nolan serem muito mais afinados e afastados do sobrenatural, não é estranho que um homem adulto saia pela noite combatendo o mal com uma roupa de morcego? Por que então implicar uma ideia semelhante sendo aplicada a um herói já existente e não focar a crítica nos defeitos e qualidades do filme? O preciosismo em excesso impede que as pessoas abracem o absurdo do filme e se divirtam com ele.Produzido por Tim Burton, dirigido pelo russo Timur Bekmambetov e baseado no livro homônimo do escritor Seth Grahame-Smith (autor de “Orgulho e Preconceito e Zumbis”), "Abraham Lincoln Caçador de Vampiros" e mais uma grande obra de contribuiçao de Tim.
Culture Evolution Vikingsbilly Radio Station
Sejam bem vindos ao Espaço Retrô Rockabilly e Pin-Ups. Aqui você encontra Musicas, Moda, Filmes, e estilo de vida que surgiu a partir da fabulosa década de 50.
sábado, 8 de setembro de 2012
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Tim Burton Tributo ao Genio
Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas.
Elenco:
Ewan McGregor, Albert Finney, Billy Crudup, Jessica Lange, Alison Lohman, Helena Bonham Carter, Steve Buscemi, Danny DeVito, Marion Cotillard, Jeff Campbell
Sinopse:
Ao juntar as histórias do pai moribundo, jovem tenta compreender melhor a figura do próprio pai e o que havia de verdadeiro em tantos contos espantosos e inacreditáveis. maravilhoso filme. Embarcamos nas lembranças fantasiosas do filho até perceber q tudo tinha sido inventado pelo pai simplesmente pra tornar o mundo melhor e mais feliz, um verdadeiro reino encantado.Ed Wood
Elenco:
Johnny Depp, Martin Landau, Patricia Arquette, Sarah Jessica Parker, Bill Murray, Lisa Marie, Jeffrey Jones, Vincent D'Onofrio, G.D. Spradlin, Juliet Landau, Mike Starr, Brent Hinkley, Max Casella
Sinopse:
O filme apresenta a vida do excêntrico diretor Ed Wood, que entrou para a história do cinema como o "pior diretor de todos os tempos". adoro esse filme, é comico e interessante....um dos melhores filmes do Tim Burton.Edward Mãos de Tesoura.
Elenco:
Johnny Depp, Winona Ryder, Dianne Wiest, Anthony Michael Hall, Alan Arkin, Kathy Baker, Vincent Price, Caroline Aaron, Robert Oliveri, Conchata Ferrell
Sinopse:
Inventor cria um jovem, em cujas mãos são acrescentadas tesouras. Uma vendedora de cosméticos tenta ajudá-lo. A trama mágica é uma análise da busca pela aceitação da sociedade.Clássico !
"Roteiro original... Johnny Depp e Winona Ryder, juntos, formaram um belo casal no filme ! Um filme para ver e rever... Mto lindo !".A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça.
Elenco:
Johnny Depp, Christina Ricci, Miranda Richardson, Michael Gambon, Casper Van Dien, Jeffrey Jones, Christopher Walken, Michael Gough, Lisa Marie, Christopher Lee, Martin Landau
Sinopse:
Final do Século 18. Um detetive excêntrico chega a um vilarejo no leste dos Estados Unidos. A região está sofrendo com a série de assassinatos com decapitação, que são atribuídos a uma lenda local, o cavaleiro sem cabeça.Ótimo
"O filme é sensacional, personagem muito carismáticos e história envolvente. A ambientação é muito boa."Batman.
Elenco:
Michael Keaton, Kim Basinger, Jack Nicholson, Michael Gough, Jack Palance, Pat Hingle, Robert Wuhl, Billy Dee Williams, Jerry Hall, Tracey Walter
Sinopse:
Traumatizado após presenciar o assassinato dos pais em um assalto, o milionário herdeiro Bruce Wayne se exila e leva sua juventude se preparando para voltar à sua Gotham natal para combater o crime. Para isso, assume a identidade do Batman, o homem morcego que assombra os criminosos.Os Fantasmas se Divertem.Elenco:
Geena Davis, Michael Keaton, Alec Baldwin, Catherine O'Hara, Annie McEnroe, Maurice Page, Hugo Stanger, Rachel Mittelman, J. Jay Saunders, Mark Ettlinger
Sinopse:
Uma família barulhenta se muda para a casa de um casal recém-falecido, que fica incomodado com os novos visitantes. Após várias tentativas fracassadas de assombração, o casal busca a ajuda de Bettlejuice, um fantasma mais experiente.Surpreendente!
"Primeiro filme em q a gente percebe uma convivencia pacífica entre o real e o além e tudo numa comédia de costumes. "A Noiva Cadáver.
Sinopse:
Depois de um vexame no ensaio do casamento, Victor resolve treinar seus votos na floresta. Ao fazê-lo, coloca a aliança de noivado em um conjunto de galhos por brincadeira. Mas, na verdade, os galhos eram a ossada de um noiva assassinada, que insiste que à partir daquele momento haviam sido declarados marido e mulher.Encantador
"Com uma boa história baseada em um conto russo, comédia inteligente, ótimos efeitos de stop-motion e uma trilha sonor realmente sensacional o filme é ótimo para assistir com a família. O problema vai para quem não gosta de um filme muito musical, então aviso que o filme pode se tornar cansativo.".Sweeney Todd - O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet.
Elenco:
Johnny Depp, Helena Bonham Carter, Sacha Baron Cohen, Alan Rickman, Timothy Spall, Jamie Campbell Bower, Laura Michelle Kelly, Jayne Wisener, Ed Sanders.Fantástico!
"Obra-prima de Tim Burton.comovente Fotografia e produção perfeita, fora a atuação de Johnny, como sempre, impecável. Muito sangue e uma história que te prende do começo ao fim. Vale nota 10!".A Fantástica Fábrica de Chocolate.
Elenco:
Johnny Depp, Freddie Highmore, Helena Bonham Carter, David Kelly, Noah Taylor, Missi Pyle, James Fox, Deep Roy, Christopher Lee, AnnaSophia Robb, Jordan Fry, Philip Wiegratz, Julia Winter.Dá gosto de ver!
"Que Johnny Depp é bom ator não é novidade, mas definitivamente ele está fantasticamente sensacional como Willy Wonka!.Batman - O Retorno.
Elenco:
Michael Keaton, Michelle Pfeiffer, Danny DeVito, Christopher Walken, Michael Gough, Pat Hingle, Michael Murphy, Cristi Conaway, Andrew Bryniarski, Vincent Schiavelli, Steve Witting.Gosto da "vida" que os atores deram aos personagens... O Batman de Keaton, a Catwoman de Pfeiffer e o Pinguim de DeVito!Alice no País das Maravilhas.
Elenco:
Mia Wasikowska, Johnny Depp, Helena Bonham Carter, Anne Hathaway, Crispin Glover, Matt Lucas, Marton Csokas, Jemma Powell, John Hopkins, Eleanor Gecks, Eleanor Tomlinson.absurdamente perfeito belissimo da primeira a ultima tomada.Sombras da Noite.
Elenco:
Johnny Depp, Michelle Pfeiffer, Helena Bonham Carter, Eva Green, Jackie Earle Haley, Jonny Lee Miller, Chloë Grace Moretz, Bella Heathcote, Gulliver McGrath, Christopher Lee, Ray Shirley, Alice Cooper.elenco de excelencia maxima que conta nada mais nada menos que Christopher Lee para mim o maior ator de todos os tempos.Marte Ataca!.
Elenco:
Jack Nicholson, Glenn Close, Annette Bening, Pierce Brosnan, Danny DeVito, Sarah Jessica Parker, Lisa Marie, Lukas Haas, Natalie Portman, Tom Jones, Rod Steiger, Jim Brown, Martin Short, Jack Black, Pam Grier, Christina Applegate somente um genio como o tim conseue reunir tantos generos difentissimos entre si na mesma obra e ainda assim manter sobriedade e qualidade impar enfim genio.
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Sweeney Todd
Musical é cinema de execução, nem tanto de inspiração. Precisa ter coreografia ensaiada, marcação de cena certa, vozes afinadas. Sob esse aspecto, Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet (2007), o primeiro musical genuíno de Tim Burton depois de flertes recentes com o gênero em A Fantástica Fábrica de Chocolate e A Noiva-Cadáver, é um excelente filme - um filme de execução impecável. Isso não significa que seja o trabalho mais apaixonante de Burton.
A adaptação para o cinema do musical de Stephen Sondheim, que por sua vez reescreve livremente a lenda vitoriana do barbeiro assassino, coloca Johnny Depp para interpretar Benjamin Barker, barbeiro que, depois de ser injustamente expulso de Londres e ver esposa e filha caírem em desgraça, retorna adotando o pseudônimo de Sweeney Todd para consumar sua vingança. Ao lado da quituteira Mrs. Lovett (Helena Bonham Carter), o vingador usa a cadeira do barbeiro para assassinar seus clientes, enquanto ela pega os restos mortais para assar tortas que viram a sensação de Londres.
Antes de mais nada, a sombria Inglaterra vitoriana, segunda metade do séxulo XIX, auge da Revolução Industrial, era de ouro dos vampiros e dos assassinos em série, é cenário ideal para o imaginário dândi-soturno de Burton. Fãs do cineasta devem reconhecer imediatamente o visual à Bento Carneiro de Depp, o ator-emblema do cineasta, com suas madeixas grisalhas e olheiras melancólicas. O que a dupla faz a partir desses dados - e que talvez desagrade parte do público, até mesmo o mais fiel - é seguir à risca as regras do gênero musical (e adicionar-lhe alguns galões de sangue).
E aí vai muito do gosto e da tolerância do público. Um filme limitado e de trama funcional como Across the Universe faz sucesso porque todo mundo já conhece de cor as músicas dos Beatles, mas ouvir o jovem ator Jamie Campbell Bower cantar "I seeeee you, Johaaaaaanna" pela quinta vez pode fazer de Sweeney Todd uma experiência enfadonha para quem já se indispõe de antemão com o cancioneiro. Não entram numa crítica esses tipos de gostos e julgamentos. O que a crítica pesa é se o filme cumpriu ou não aquilo que propunha, e Burton executou o plano notavelmente.
Primeiro, porque o roteiro adaptado por John Logan cria um zigue-zague entre os dois núcleos dramáticos (barbeiro/quituteira, marinheiro/donzela) que não dá muito espaço para tempos mortos. Quando Todd e Mrs. Lovett terminam de cantar uma passagem importante de sua cumplicidade, a trama corta para uma música dos dois jovens enamorados, e assim por diante. Não há canções "sobrando", uma vez que quase todas impulsionam a trama adiante. Com isso, o filme ganha agilidade e, em certa medida, os números musicais de cada núcleo cansam menos (porque vêm intercalados).
Além da artimanha de roteiro, há de se louvar a excelência técnica. Algumas cenas - ou, já que estamos falando de musical, alguns números - servem de modelo. A montagem e a edição de som no primeiro encontro de Todd com o juiz na barbearia e na sequência da primeira fornada de tortas humanas são impecáveis. As vozes de Depp e Alan Rickman fundindo-se e intercalando-se com os sons dos panos, da navalha e da cadeira do barbeiro aumentam um suspense que, naquele momento, já era enorme. Já o barulho do alçapão em cortes rápidos, entre uma batida e outra da faca de Mrs. Lovett, dá um ritmo quase dançante à hora da matança.
Em sua cadência perfeita, Sweeney Todd se revela um dos melhores musicais produzidos em Hollywood nos últimos anos. Mas dentro de um universo burtiano povoado de seres à margem da beleza, de ícones imperfeitos como Beetlejuice, Edward Mãos-de-Tesoura e Ed Wood, talvez não exista lugar para esse tipo de perfeição.
A adaptação para o cinema do musical de Stephen Sondheim, que por sua vez reescreve livremente a lenda vitoriana do barbeiro assassino, coloca Johnny Depp para interpretar Benjamin Barker, barbeiro que, depois de ser injustamente expulso de Londres e ver esposa e filha caírem em desgraça, retorna adotando o pseudônimo de Sweeney Todd para consumar sua vingança. Ao lado da quituteira Mrs. Lovett (Helena Bonham Carter), o vingador usa a cadeira do barbeiro para assassinar seus clientes, enquanto ela pega os restos mortais para assar tortas que viram a sensação de Londres.
Antes de mais nada, a sombria Inglaterra vitoriana, segunda metade do séxulo XIX, auge da Revolução Industrial, era de ouro dos vampiros e dos assassinos em série, é cenário ideal para o imaginário dândi-soturno de Burton. Fãs do cineasta devem reconhecer imediatamente o visual à Bento Carneiro de Depp, o ator-emblema do cineasta, com suas madeixas grisalhas e olheiras melancólicas. O que a dupla faz a partir desses dados - e que talvez desagrade parte do público, até mesmo o mais fiel - é seguir à risca as regras do gênero musical (e adicionar-lhe alguns galões de sangue).
E aí vai muito do gosto e da tolerância do público. Um filme limitado e de trama funcional como Across the Universe faz sucesso porque todo mundo já conhece de cor as músicas dos Beatles, mas ouvir o jovem ator Jamie Campbell Bower cantar "I seeeee you, Johaaaaaanna" pela quinta vez pode fazer de Sweeney Todd uma experiência enfadonha para quem já se indispõe de antemão com o cancioneiro. Não entram numa crítica esses tipos de gostos e julgamentos. O que a crítica pesa é se o filme cumpriu ou não aquilo que propunha, e Burton executou o plano notavelmente.
Primeiro, porque o roteiro adaptado por John Logan cria um zigue-zague entre os dois núcleos dramáticos (barbeiro/quituteira, marinheiro/donzela) que não dá muito espaço para tempos mortos. Quando Todd e Mrs. Lovett terminam de cantar uma passagem importante de sua cumplicidade, a trama corta para uma música dos dois jovens enamorados, e assim por diante. Não há canções "sobrando", uma vez que quase todas impulsionam a trama adiante. Com isso, o filme ganha agilidade e, em certa medida, os números musicais de cada núcleo cansam menos (porque vêm intercalados).
Além da artimanha de roteiro, há de se louvar a excelência técnica. Algumas cenas - ou, já que estamos falando de musical, alguns números - servem de modelo. A montagem e a edição de som no primeiro encontro de Todd com o juiz na barbearia e na sequência da primeira fornada de tortas humanas são impecáveis. As vozes de Depp e Alan Rickman fundindo-se e intercalando-se com os sons dos panos, da navalha e da cadeira do barbeiro aumentam um suspense que, naquele momento, já era enorme. Já o barulho do alçapão em cortes rápidos, entre uma batida e outra da faca de Mrs. Lovett, dá um ritmo quase dançante à hora da matança.
Em sua cadência perfeita, Sweeney Todd se revela um dos melhores musicais produzidos em Hollywood nos últimos anos. Mas dentro de um universo burtiano povoado de seres à margem da beleza, de ícones imperfeitos como Beetlejuice, Edward Mãos-de-Tesoura e Ed Wood, talvez não exista lugar para esse tipo de perfeição.
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Round Rockers Band
Os músicos da Round Rockers Band destacam-se tanto pela qualidade, profissionalismo, carisma e principalmente a energia que transmitem no palco. Em seu repertório são exploradas músicas que marcaram época, e outras que são sucessos atuais, as quais figuram no cenário rock/pop. Em seu show a Round Rockers Band resgata clássicos do rock das décadas de 60 e 70, o pop dos anos 80, e o rock/pop dos anos 90 até os dias atuais.
Eduardo Andrade – Vocal e backing Vocals, Eli Gonçalves – Vocal, Guitarra e backing Vocals,Lázaro Neto – Vocal, Baixo e backing Vocals,William Lima – Guitarra Solo e backing Vocals,Valter Muniz Lima – Bateria e backing Vocals
Eduardo Andrade – Vocal e backing Vocals, Eli Gonçalves – Vocal, Guitarra e backing Vocals,Lázaro Neto – Vocal, Baixo e backing Vocals,William Lima – Guitarra Solo e backing Vocals,Valter Muniz Lima – Bateria e backing Vocals
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Bandeira dos Confederados
A Bandeira Confederada, ou Rebel Flag como é mais conhecida, é a bandeira não-somente política mas também ideológica utilizada no sul dos Estados Unidos. Ela representa a força, a rebeldia contra o status quo e segmenta grande parte da sociedade livre e independente de dogmas e conceitos pré-estabelecidos. Na história, milhares de pessoas sofreram e ainda sofrem por causa da abominável propaganda e difamação racista da qual ofensivamente tratam este símbolo que é antes de tudo, universal, como insígnia de discórdia um fato absolutamente contraditório. Vamos analisar e discutir essa questão pelo lado lógico e histórico. A propaganda racial e hipócrita (ambas irmãs gêmeas) engendrada pela mídia recente continua a promover este cenário de ódio e incompreensão e o sistema educacional, suportado pelo governo yankee também tem, em grande parte sua parcela de culpa. Hollywood e NYC nada mais fazem do que esconder a verdade. Em si, é a estratégia de sempre para jogar negros contra brancos e vice-versa, num país tão fortemente marcado pela discriminação racial e cultural. Como podemos encarar a Rebel Flag como um símbolo racista, se em seu berço, as origens são mestiças, ou melhor... negra...?!
Ela ainda é associada à gigantesca herança cultural e musical dessa região, de onde saíram o rock'n'roll, rockabilly e até a música country, da qual deu origem ao jazz daquela tocado por negros que não tinham condições de aprenderem nas universidades de música, dos quais tocavam em guettos, assim como o blues, rhythm blues, soul, e todas as suas variadas formas. Nenhuma outra área do mundo possui tanta riqueza musical quanto o Sul dos Estados Unidos. Mesmo no pólo do blues que é Chicago (no Norte) era tocado por artistas negros que foram do Sul atravessando o Delta até chegarem ao Norte. Hoje, muitos adotam as Estrelas e as Linhas como o símbolo da música de essência; todos nós poderíamos usar o azul e vermelho da bandeira como representação de uma herança nobre.
Muitos negros votaram no recente referendum para utilizarem o símbolo confederado do Mississipi. A repressão dos negros é parte desta herança, assim como o blues e outras músicas sulistas negras falam de seu sofrimento. Similarmente a música country fala do sofrimento dos brancos pobres em suas deploráveis vilas no velhos tempos. Muitos do Sul foram devastados pelas tropas yankees da União na Guerra Civil, e toda aquela área até tempo recente era extremamente pobre.
Sendo o rock, que foi uma das formas que mais se superou em base de romper as barreiras racistas que estabeleceu a rebeldia da qual a Ku Klux Klan e outras segregacionistas pseudo-sociedades de direita tentaram tão cruelmente banir e destruir. Esta é a representação oficial de Jerry Lee Lewis, Carl Perkins, Elvis Presley, Little Richard, Chuck Berry, Fats Domino e todos os outros artistas sulistas, negros e brancos, dos quais foram os primeiros a nível mundial a esmagarem as barreiras entre negros e brancos nos 50.
A Confederação não sabe o que mais pode fazer, por exemplo, com a Ku Klux Klan que queimam a bandeira oficial e se utilizam ou verdadeiramente se apropriam deste símbolo de luta, que por sua vez a mídia associa então isto com esta sociedade, vulgo secreta, racista e besta que é antes de tudo, paramilitar.
Uma recente pesquisa mostrou que mais de 68% da população norte-americana não se sente ofendida pelo uso da bandeira, muito pelo contrário! Elas acreditam que é o resultado de injustiças, ódio intolerante e violência da falsa atribuição à liberdade.
Vejamos segundo a história: os 13 estados originais que se sucederam em 1776, mantinham escravos como aqui no Brasil na época colonial. Porém a guerra civil que sobreveio, não se deve exclusivamente à questão abolicionista apenas, isso seria restringir a importância da liberdade como um todo a uma resolução de direitos humanos, além do regime ditatorial. Durante a guerra pela independência do Sul, muitos no Norte também tinham escravos, porém estes recusaram-se a liberta-los até que a cruel guerra terminasse. O Congresso dos EUA em 1862 sempre se recusara a passar uma emenda constitucional abolindo a escravidão. Quanta hipocrisia hoje! Pior ainda, Lincoln e o Santo Congresso dos EUA ofereceram passar uma emenda constitucional para o Sul, garantindo permanência na escravidão para sempre nos estados onde mantinham cativos, se somente os estados sulistas retornassem para a União. O Sul recusou a oferta. Os escravos do Norte a exemplo da Proclamação da Emancipação de Lincoln sempre foram enganados, e mesmo assim, os escravos sulistas foram capturados perto do Rio Mississippi onde foram forçados a trabalhar nas plantações e até para o exército dos Estados Unidos, alimentando a produção de algodão das indústrias do Norte. Não seria a bandeira dos Estados Unidos um símbolo de escravidão porque utilizou-se do exército de escravos durante a guerra? Se não, então jamais a bandeira da Confederação seria um símbolo racista e escravista.
A guerra pela independência sulista foi travada sob própria jurisdição dos estados do Sul contra o governo centralista do Norte; o governo centralista venceu e a jurisdição local foi perdida. Antes de tudo, a bandeira é símbolo do direito das pessoas nativas em memória e honra aos ancestrais que deram suas vidas por um governo mais livre, menos impostos, etc.
Logo após, os Estados Confederados da América ofereceram liberdade aos escravos sulistas em retorno pela independência, da qual também lutaram junto com o exército. Lincoln recusou a oferta. O termo "estado livre" significava "livre dos negros". Os nortistas não quiseram conviver com os negros, escravos ou livres, e muitos estados nortistas e territórios atualmente criaram leis proibindo negros livres de entrarem em suas comarcas. E neste sentimento, o grande poderoso Abraham Lincoln e o Congresso Estadunidense criaram leis, e iniciaram uma verdadeira diáspora aos negros do Norte para colocá-los para fora do continente através de embarcações para o Haiti. Lincoln fez severos esquemas para remover os negros livres do país, mandando alguns de volta a África e outros para a América Central e do Sul. No final da guerra, poucas semanas antes de Lincoln ser assassinado, o General da União, Benjamin Butler perguntou-lhe se queria retornar à idéia de trazer os negros de volta, e sua resposta foi: "Eu acho que nós devíamos deportar todos eles." Há uma relação entre brancos e negros que os nortistas de hoje não conseguem compreender ou apreciar.
O Norte queria mais taxas, mais governo, e centralismo, com uma compulsória união pela baioneta e decisões feitas em Washington D.C., muito longe dos nativos. Ao todo, a guerra de Lincoln custou a vida de 600.000 pessoas...
Eu acredito piamente que os sulistas estavam certos em relação a esta tirania brutal e covarde. A Bandeira Confederada representa todos os libertários e não os estados como Ohio, Illinois, Indiana, e muitos outros, que tentaram enganar sua própria lei por uma "terra do livre" e "lar do forte" onde esmagaram juntamente com as tropas de Lincoln milhares de pessoas.
Índios confederados, hispânicos, negros e brancos todos lutaram por uma guerra com muitos na estaca.
Se a Bandeira Confederada ofende você, então você precisa de uma lição de História.
Ela ainda é associada à gigantesca herança cultural e musical dessa região, de onde saíram o rock'n'roll, rockabilly e até a música country, da qual deu origem ao jazz daquela tocado por negros que não tinham condições de aprenderem nas universidades de música, dos quais tocavam em guettos, assim como o blues, rhythm blues, soul, e todas as suas variadas formas. Nenhuma outra área do mundo possui tanta riqueza musical quanto o Sul dos Estados Unidos. Mesmo no pólo do blues que é Chicago (no Norte) era tocado por artistas negros que foram do Sul atravessando o Delta até chegarem ao Norte. Hoje, muitos adotam as Estrelas e as Linhas como o símbolo da música de essência; todos nós poderíamos usar o azul e vermelho da bandeira como representação de uma herança nobre.
Muitos negros votaram no recente referendum para utilizarem o símbolo confederado do Mississipi. A repressão dos negros é parte desta herança, assim como o blues e outras músicas sulistas negras falam de seu sofrimento. Similarmente a música country fala do sofrimento dos brancos pobres em suas deploráveis vilas no velhos tempos. Muitos do Sul foram devastados pelas tropas yankees da União na Guerra Civil, e toda aquela área até tempo recente era extremamente pobre.
Sendo o rock, que foi uma das formas que mais se superou em base de romper as barreiras racistas que estabeleceu a rebeldia da qual a Ku Klux Klan e outras segregacionistas pseudo-sociedades de direita tentaram tão cruelmente banir e destruir. Esta é a representação oficial de Jerry Lee Lewis, Carl Perkins, Elvis Presley, Little Richard, Chuck Berry, Fats Domino e todos os outros artistas sulistas, negros e brancos, dos quais foram os primeiros a nível mundial a esmagarem as barreiras entre negros e brancos nos 50.
A Confederação não sabe o que mais pode fazer, por exemplo, com a Ku Klux Klan que queimam a bandeira oficial e se utilizam ou verdadeiramente se apropriam deste símbolo de luta, que por sua vez a mídia associa então isto com esta sociedade, vulgo secreta, racista e besta que é antes de tudo, paramilitar.
Uma recente pesquisa mostrou que mais de 68% da população norte-americana não se sente ofendida pelo uso da bandeira, muito pelo contrário! Elas acreditam que é o resultado de injustiças, ódio intolerante e violência da falsa atribuição à liberdade.
Vejamos segundo a história: os 13 estados originais que se sucederam em 1776, mantinham escravos como aqui no Brasil na época colonial. Porém a guerra civil que sobreveio, não se deve exclusivamente à questão abolicionista apenas, isso seria restringir a importância da liberdade como um todo a uma resolução de direitos humanos, além do regime ditatorial. Durante a guerra pela independência do Sul, muitos no Norte também tinham escravos, porém estes recusaram-se a liberta-los até que a cruel guerra terminasse. O Congresso dos EUA em 1862 sempre se recusara a passar uma emenda constitucional abolindo a escravidão. Quanta hipocrisia hoje! Pior ainda, Lincoln e o Santo Congresso dos EUA ofereceram passar uma emenda constitucional para o Sul, garantindo permanência na escravidão para sempre nos estados onde mantinham cativos, se somente os estados sulistas retornassem para a União. O Sul recusou a oferta. Os escravos do Norte a exemplo da Proclamação da Emancipação de Lincoln sempre foram enganados, e mesmo assim, os escravos sulistas foram capturados perto do Rio Mississippi onde foram forçados a trabalhar nas plantações e até para o exército dos Estados Unidos, alimentando a produção de algodão das indústrias do Norte. Não seria a bandeira dos Estados Unidos um símbolo de escravidão porque utilizou-se do exército de escravos durante a guerra? Se não, então jamais a bandeira da Confederação seria um símbolo racista e escravista.
A guerra pela independência sulista foi travada sob própria jurisdição dos estados do Sul contra o governo centralista do Norte; o governo centralista venceu e a jurisdição local foi perdida. Antes de tudo, a bandeira é símbolo do direito das pessoas nativas em memória e honra aos ancestrais que deram suas vidas por um governo mais livre, menos impostos, etc.
Logo após, os Estados Confederados da América ofereceram liberdade aos escravos sulistas em retorno pela independência, da qual também lutaram junto com o exército. Lincoln recusou a oferta. O termo "estado livre" significava "livre dos negros". Os nortistas não quiseram conviver com os negros, escravos ou livres, e muitos estados nortistas e territórios atualmente criaram leis proibindo negros livres de entrarem em suas comarcas. E neste sentimento, o grande poderoso Abraham Lincoln e o Congresso Estadunidense criaram leis, e iniciaram uma verdadeira diáspora aos negros do Norte para colocá-los para fora do continente através de embarcações para o Haiti. Lincoln fez severos esquemas para remover os negros livres do país, mandando alguns de volta a África e outros para a América Central e do Sul. No final da guerra, poucas semanas antes de Lincoln ser assassinado, o General da União, Benjamin Butler perguntou-lhe se queria retornar à idéia de trazer os negros de volta, e sua resposta foi: "Eu acho que nós devíamos deportar todos eles." Há uma relação entre brancos e negros que os nortistas de hoje não conseguem compreender ou apreciar.
O Norte queria mais taxas, mais governo, e centralismo, com uma compulsória união pela baioneta e decisões feitas em Washington D.C., muito longe dos nativos. Ao todo, a guerra de Lincoln custou a vida de 600.000 pessoas...
Eu acredito piamente que os sulistas estavam certos em relação a esta tirania brutal e covarde. A Bandeira Confederada representa todos os libertários e não os estados como Ohio, Illinois, Indiana, e muitos outros, que tentaram enganar sua própria lei por uma "terra do livre" e "lar do forte" onde esmagaram juntamente com as tropas de Lincoln milhares de pessoas.
Índios confederados, hispânicos, negros e brancos todos lutaram por uma guerra com muitos na estaca.
Se a Bandeira Confederada ofende você, então você precisa de uma lição de História.
domingo, 22 de julho de 2012
Axl Rose Uma Lenda Viva
Guns N’ Roses é uma banda de hard rock norte-americana formada em Los Angeles, Califórnia em 1985. A banda, liderada pelo vocalista e co-fundador Axl Rose, passou por várias mudanças de formação e controvérsias desde a sua criação. O Guns N’ Roses lançou seis álbuns de estúdio, três EP, um álbum ao vivo e três DVDs musicais ao longo da sua carreira. O álbum mais recente da banda é Chinese Democracy, lançado em 2008 e o primeiro trabalho com novas faixas desde 1993.
Suas canções de maior sucesso são “Welcome to the Jungle”, “Paradise City”, “Don’t Cry”, “Sweet Child O’ Mine”, “Patience”, e “November Rain”, que alcançaram o top 10 da Billboard. Na sua fase nova destacam-se as canções “Chinese Democracy” e “Better”, singles do álbum Chinese Democracy, e “Shackler’s Revenge”, que saiu no jogo Rock Band 2.
A banda já vendeu mais de 100 milhões de cópias em todo o mundo, sendo cerca de 70 milhões somente nos Estados Unidos. O seu álbum de estréia em 1987, Appetite for Destruction vendeu cerca de 40 milhões de cópias no mundo todo, 23 milhões apenas nos Estados Unidos, sendo certificado 23 vezes platina pela RIAA (Associação da Indústria de Gravação da América).
O estilo musical, a presença em palco e a imagem de bad boy da banda contribuíram para o sucesso do grupo durante uma nova era de dominação do hard rock no final dos anos 1980 e início dos anos 1990. Enquanto o glam metal liderava nas vendas de discos, tabelas de vídeos e rádio, os Guns N’ Roses ofereciam um som mais tradicional do rock, e conquistaram muitos fãs, impressionados pela autenticidade entusiasmante.
A banda teve grande sucesso mundial entre 1988 e 1993, mas devido a conflitos de personalidade entre os membros do grupo levou ao fim do alinhamento original. Atualmente, Axl Rose e Dizzy Reed são os únicos membros originais no alinhamento do Guns N’ Roses, sendo o vocalista desde 1985 e tecladista desde 1990, respectivamente.
Seu novo trabalho, Chinese Democracy foi lançado no dia 23 Novembro (EUA) e 25 de novembro 2008 no Brasil e já vendeu (4 de Fevereiro de 2010) cerca de 5 milhões de cópias em todo o mundo, atingindo a certificado de platina nos EUA por chegar a marca de 1 milhão de cópias.
História.
O começo.
A história do Guns N’ Roses começa nos meados de 1985 quando o vocalista W. Axl Rose funde as bandas de qual participava para montar uma nova banda com seu amigo de infância Izzy Stradlin. A banda antes formada pela dupla se chamava Rose, que logo é renomeada para Hollywood Rose. Contava com W. Axl Rose (vocais), Izzy Stradlin (guitarra), Markws Gosbon (guitarra), Rick Holland (baixo) e Johnny Kreiss (bateria). A nova banda consegue algum destaque nos subúrbios de Los Angeles, com muitas composições próprias (que futuramente seriam tocadas pelo Guns N’ Roses) como “My Way, Your Way” (Anything Goes), “Wreckless” (Reckless Life) e “Shadow Of Your Love”. O último show do Hollywood Rose aconteceu na virada do ano de 1984/1985. Após isso a banda se dissolveu.
Assim, ao início de 1985, os ex-membros do Hollywood Rose, Axl Rose e Izzy Stradlin (Guitarra Base), se juntam a três ex-membros de outra banda recém dissolvida: Tracii Guns (Guitarra Solo), Ole Beich (Baixo) e Robbie Gardner (Bateria) da banda L.A. Guns. Com a junção dos membros e dos nomes das duas bandas, surge o Guns n’ Roses. Essa formação porém se apresentou apenas uma única vez, em março de 1985. Após esse show, Ole Beich foi substituído por Duff McKagan.
Com essa formação (Axl, Tracii, Izzy Stradlin, Duff e Robbie), a banda fez mais alguns shows até a metade de 1985, quando a banda sofreu novas alterações: Tracii Guns e Robbie Gardner saíram da banda. Duff McKagan convidou seus antigos parceiros de Road Crew, o guitarrista Slash e o baterista Steven Adler para seus lugares. Nascia assim a formação mais conhecida da banda Guns N’ Roses.
A estréia nos palcos da nova formação aconteceu em 6 de Junho de 1985, no conhecido Troubador em Hollywood, para cerca de 150 pessoas . Após isso, a banda seguiu para Seattle onde teve a sua turnê de estréia, conhecida por Hell Tour. Sobre esta turnê do Guns, pode-se afirmar que foi um fracasso, pois no caminho entre Los Angeles e Seatle, a Van onde os gunners viajavam quebrou, não restando alternativa a não ser abandonar o veículo e pedir carona. E esta carona, demora mais de dois dias para chegar, atrasando seu primeiro compromisso em Seattle, causando, como consequência, o cancelamento da tour inicial do Guns N’ Roses pelos EUA, fazendo com que Axl e cia vendessem parte do equipamento para voltar para casa.
A Escalada para a Fama.
Em 1986, lançaram um EP independente, Live ?!*@ Like a Suicide. Uma das poucas cópias desse EP acabou na gravadora Geffen Records, que decidiu assinar um contrato com a banda.
Em 1987, com a Geffen na retaguarda da banda, o Guns começa a editar seu primeiro álbum. Nos primeiros meses de 1987, a banda passava por aquela árdua rotina (sexo, drogas, e muito hard rock em suas veias). Axl inclusive gravou sons pornográficos para colocar na música “Rocket Queen”. Hoje conhece-se que os gemidos nessa música provém do ápice de uma gravação real de uma tarde se sexo entre Axl Rose e a namorada na época de Steven Adler. No dia 16 de Julho de 1987, Appetite for Destruction foi lançado. Foi aclamado pela crítica, mas o álbum e seu primeiro single, “Welcome to the Jungle”, ficaram um bom tempo sem muita exposição, quase um ano, – até que David Geffen pediu a MTV para transmitir o videoclipe da música. Apesar de inicialmente passar apenas de madrugada, logo o vídeo se tornou um dos mais requisitados da emissora. O segundo single, “Sweet Child O’ Mine”, foi ainda mais bem-sucedido, e quando o terceiro, “Paradise City”, foi lançado, o álbum já tinha alcançado o topo das paradas.
O Guns começou então a abrir shows para grandes bandas como o Iron Maiden, Rolling Stones e Aerosmith, mas à medida em que as vendas de Appetite cresciam, partiram para uma turnê mundial sendo eles os cabeças-de-cartaz de muitos concertos. Na turnê o comportamento dos membros atraía a mídia: Duff, Slash e Steven entravam no palco freqüentemente sob efeito de drogas ou álcool, e o guitarrista muitas vezes entrava no palco amparado e desmaiava ao final dos shows. Um show em Donnington, Inglaterra, no festival Monsters of Rock, teve um acontecimento trágico, quando dois fãs morreram acidentalmente pisoteados. Todos os acontecimentos nos seus concertos deram ao grupo o apelido de “A banda mais perigosa do planeta”.
G N’ R Lies.
O lançamento seguinte foi G N’ R Lies, em 1988, que incluía as quatro músicas de Live ?!*@ Like a Suicide e mais 4 canções acústicas. O álbum fez sucesso, chegando ao #2 da Billboard, vendendo até hôje 7 milhões de cópias nos EUA e outras 16 milhões mundialmente, e teve dois hits: “Patience” e “Used to Love Her”. Porém uma das músicas, “One in a Million”, que mencionava “niggers” (negros) e “faggots” (bichas), causou polêmica, e Axl Rose foi acusado de racismo e homofobia. Rose negou, dizendo que era fã de homossexuais como Freddie Mercury (Queen) e Elton John e, além disso, Slash era filho de uma negra. Há um pedido de desculpa pelos mal-entendidos que essa música pudesse causar no encarte do álbum.
O mau comportamento de alguns membros levou a gravadora a pedir imediatamente mudanças de comportamento. Os membros começaram a tratar-se dos seus vícios após Axl Rose ameaçar sair da banda ou demitir membros se estes continuassem à abusar do alcool e das drogas.
Use Your Illusion.
Em 1990, a banda começou a gravação de seu próximo álbum. Durante a gravação de “Civil War”, Steven Adler não conseguia tocar bateria de tão viciado que se encontrava com cocaína e heroína, com mais de 30 takes sendo necessários. Em julho daquele ano, Adler foi demitido e substituído por Matt Sorum dos ingleses The Cult. O tecladista Dizzy Reed (que passava por dificuldades financeiras na época e foi colocado na banda por indicação de Axl Rose) também se uniu à banda e o empresário foi trocado.
Em janeiro de 1991, a banda tocou para o público que até então conseguiu reunir: 140 mil pessoas no dia 20 de janeiro e 120 mil no dia 23, no festival Rock in Rio 2 realizado no estádio Maracanã, Rio de Janeiro. Foram os concertos que marcaram as estréias de Matt Sorum e Dizzy Reed na banda, o Guns N’ Roses já encabeçava uns dos maiores shows e festivais da epóca. Em maio do mesmo ano, teve início a turnê mundial dos álbuns Use Your Illusion (que seriam lançados meses depois), começando pela cidade americana de East Troy, Wisconsin, com a turnê durando 26 meses, com 192 shows em 32 países. A banda Skid Row abriu os shows.
Em 1991, depois de um grande período de gravação, finalmente em setembro, foram lançados os álbuns duplos Use Your Illusion I e Use Your Illusion II. As vendas no dia 17 de setembro foram de quase 1 milhão de cópias, e os dois álbums conseguiram a primeira e segunda posição na parada da Billboard. Acompanhados de muitos singles, alguns com videoclipes superproduzidos como “Don’t Cry”, “Estranged” e “November Rain”. Estes três clipes formam uma trilogia, baseada no conto “Without You” de Del James, jornalista e amigo de Axl Rose.
Tudo deu certo para Slash, que passou um ano fora tocando com grandes nomes como Bob Dylan, Michael Jackson, Iggy Pop e Lenny Kravitz. Mas longe de se tornar uma estrela menor do cenário, ele preferiu a química do Guns. “Se não fosse Axl, eu poderia estar ainda procurando um cantor”, ressaltou. “Sair do nada e chegar a tal ponto foi uma grande virada na minha cabeça. Agora que aconteceu, e nós conseguimos nos manter juntos, eu não acredito que teremos esse tipo de problema de novo”.
Em 7 de novembro de 1991, Izzy Stradlin saiu da banda, alegando que não queria mais assistir aos seus amigos se auto-destruindo nas drogas. Axl e Slash elegeram o guitarrista Gilby Clarke (ex-Kill For Thrills) como seu substituto (no entanto Izzy Stradlin’ acabaria por voltar em alguns espetáculos após Clarke sofrer um acidente de moto e quebrar o pulso).
A banda continuou causando tumultos, como num show em St. Louis, Minnesota, em que Axl abandonou o palco após brigar com um espectador com uma câmera, que tirava fotos ajustando o flash diretamente para seus olhos. Acabou por gerar centenas de feridos e um processo de milhões de dólares e alguns dias de cadeia para Axl Rose. Outro acontecimento em Montreal, em que a banda abandonou o palco após apenas 9 músicas por problemas de áudio, a atitude gerou revolta – carros quebrados e incêndios. Axl também arrumou atritos generalizados com a imprensa musical dos EUA e Inglaterra, chegando a citar na música “Get in the Ring” os nomes de vários jornalistas (e as revistas em que eles trabalhavam) com quem ele gostaria de acertar as contas.
A turnê Use Your Illusion World Tour passou no Brasil em Dezembro de 1992 com 2 shows em São Paulo e um no Rio de Janeiro, e terminou em Julho de 1993 em Buenos Aires, Argentina. Foi o último show da banda com Slash, Duff, Sorum, Dizzy e Clarke.
The Spaghetti Incident?
Em 1993, a banda lançou The Spaghetti Incident?, um álbum de covers (principalmente de punk rock), com recepção “boa” do público e ruim da crítica para época. Uma canção escondida de autoria do conhecido serial killer Charles Manson, “Look at Your Game Girl” fora incluída a pedido de Axl, causando polêmica tanto pública quanto interna. The Spaghetti Incident? e o single “Since I Don’t Have You” (cover da banda The Skyliners) foi sucesso em todo o mundo.
The Spaghetti Incident vendeu até hoje cerca de 1,4 milhões nos EUA, sendo considerado um desempenho fraco.
O Hiato.
Em 1994, Axl é processado por agressão pela sua ex-esposa e pela sua ex-namorada Stephanie Seymour. Também em 1994, Axl Rose demite Gilby Clarke sem informar a Slash, quem o havia contratado. Paul Tobias entrou para o seu lugar, ficando claro o descontentamento de Slash sobre o novo guitarrista. A última música com o guitarrista foi um cover de “Sympathy For The Devil”, dos Rolling Stones, para o filme Entrevista com o Vampiro. Em 1996,Nessa música Axl Rose não gostou do solo executado por Slash e pediu para que um amigo seu gravasse o solo da musica encima do solo de Slash,Slash percebeu e por esse e mais motivos se demitiu e começou um projeto chamado Slash’s Snakepit, com as músicas rejeitadas por Axl para o álbum que sucederia The Spaghetti Incident?.
Em 1996, Matt Sorum saiu e no ano seguinte, Duff McKagan saiu da banda, tornando Axl o único integrante original.
Tentativas de Retorno.
Slash foi substituído pelo guitarrista de turnê do Nine Inch Nails Robin Finck, o ex-baixista do The Replacements, Tommy Stinson entrou no lugar de McKagan, e Josh Freese se tornou baterista. O multi-instrumentista Chris Pitman também se juntou, primariamente para tocar teclados. Essa formação começou a gravar um novo álbum de estúdio em 1998.
Em 1999, o Guns N’ Roses lançou sua primeira música desde 94, “Oh My God” (que também teve a participação dos guitarristas Dave Navarro, ex-Red Hot Chilli Peppers e Jane’s Addiction, e Gary Sunshine) especialmente para a trilha sonora do filme Fim dos Dias. A Geffen também lançou um álbum ao vivo, Live Era: ’87-’93, e uma compilação de videoclipes, Welcome to the Videos, vendendo até hoje cerca de 2.3 milhões de cópias.
Em 2000, Robin Finck voltou ao Nine Inch Nails, sendo substituído pelo guitarrista avant-garde Buckethead, e o baterista da banda Primus Bryan “Brain” Mantia entrou no lugar de Josh Freese.
Em 2001, voltaram a fazer shows, três em Las Vegas, e enfim se apresentando no Rock in Rio 3, marcado como o de maior público na história da banda, com cerca de 250 mil pessoas, misturando sucessos com músicas novas. A promessa do novo álbum se dissolveu juntamente com a World Tour 2002, com a turnê cancelada e o álbum adiado.
Em 2002, Paul Tobias abandonou a banda. Foi substituído por Richard Fortus, ex-Love Spit Love. O grupo seguiu com shows em Agosto na Europa e Ásia, seguidos por uma aparição surpresa no MTV Video Music Awards. Em Novembro, começaram nova turnê americana, mas o primeiro show, em Vancouver, foi cancelado pelo fato de Axl não conseguir ir para o Canadá (o descontentamento do público foi grande). Dezesseis shows se seguiram, esgotando-se em mercados como Nova York e não vendendo bem em mercados menores. Então, um show em Filadélfia fora cancelado porque Axl supostamente tivera problemas repentinos de saúde. Os 15 mil fãs presentes se revoltaram e destruíram o local, e o resto da turnê foi cancelada.
Buckethead saiu em Março de 2004, forçando o cancelamento do show no Rock in Rio Lisboa. Nenhum guitarrista substituto fora anunciado. No mesmo mês, a Geffen lançou a coletânea Greatest Hits, já que o novo álbum de estúdio Chinese Democracy não saía há 11 anos. Rose demonstrou seu desprazer com o álbum, já que a lista de faixas fora feita sem seu consentimento, e tentou impedir seu lançamento. Falhou, e o álbum foi sucesso de vendas. Em 2006, o guitarrista Ron “Bumblefoot” Thal foi contratado, e a banda fez uma turnê com shows em Europa (inclusive no Rock in Rio Lisboa) e América do Norte, estendida para México, Ásia e Oceania em 2007. Foram convidados a tocar no Live Earth – mas no Brasil, sendo que a banda estava em turnê na Ásia, levando-os a recusar.[9] Dois shows em um festival na África do Sul foram cancelados após o baixista Tommy Stinson machucar o pulso.
Chinese Democracy.
No dia 23 de novembro de 2008, depois de 13 anos de espera, o Chinese Democracy é lançado em todo o planeta. O disco já conseguiu a marca de 5,1 milhões de cópias no mundo e adquiriu um disco de platina nos Estados Unidos. Mesmo com o lançamento, os fãs tem mais um desgosto com Axl Rose já que a banda simplesmente não fez nada para promover o disco: nada de clipes, entrevistas e muito menos shows. A única coisa significativa foi o lançamento do disco no Rock Band. A banda anunciou em Janeiro de 2009 o guitarrista DJ Ashba para substituir o guitarrista e compositor Robin Finck, que deixou o grupo para entrar em turnê com sua ex-banda, o Nine Inch Nails. Até agora não se sabe ao certo o motivo de sua saída.
Chinese Democracy World Tour 2009/2010.
No dia 11 de dezembro de 2009 foi dado o início à Chinese Democracy World Tour (oficial, já que a “Chinese Democracy World Tour” começou em 2001, mas o album a ser promovido não havia sido lançado ainda), que promete ser a maior turnê da banda, pois de seus quatro primeiros shows, em Taipei, Seul, e Japão, o ultimo teve mais de três horas de duração. Para a surpresa de muitos fãs, o Guns N’ Roses voltou a tocar covers que não entravam mais no repertório, como “Whole Lotta Rosie” do AC/DC e “Nice Boys” do Rose Tattoo. A turnê também marca o novo visual de Axl Rose, agora com cabelo liso e curto, e uma bandana, sempre de calça jeans e camiseta de cores variadas.
No show em Tokyo, o álbum Chinese Democracy quase foi tocado na íntegra, faltando apenas a faixa “Riad N’ The Bedouins”.
Em 2010, houveram uma série de shows pelo Canadá,13 ao todo, além disse, a banda fez dois shows acústicos nos Estados Unidos. Agora a banda se prepara para a sua turnê Sul-Americana,fazendo uma série de shows, onde cinco desses shows serão no Brasil – Brasília, dia 7; Belo Horizonte, dia 10; São Paulo, dia 13; Rio de Janeiro, dia 14; e Porto Alegre, dia 16. Os shows no Brasil serão abertos por Sebastian Bach, ex Skid Row.
Próximo álbum e Rumores sobre Reunião (2011)
Em uma entrevista por telefone MTV com Kurt Loder, em 1999, Axl disse que ele e a banda tinha novo havia gravado material suficiente para um álbum duplo. Em uma conversa informal pra Rolling Stone em fevereiro de 2006, Rose disse que a banda tinha 32 canções para o novo álbum. Quando se apresentou em diversos fóruns de fãs em dezembro de 2008 (depois do lançamento do Chinese Democracy), afirmou que tinha várias canções para possíveis álbuns no futuro. Em uma entrevista de 2007, Sebastian Bach, amigo próximo de Axl Rose, declarou que a música "O General" tinha um som "pesado" com "gritos vocais" e também disse que era uma continuação de 1991 da balada clássica "Estranged", do álbum Use Your Illusion II. Bach também afirmou que Chinese Democracy será o primeiro de uma trilogia de álbuns novos, e que Rose tinha dito a ele o terceiro, ainda sem título, o álbum foi programado para 2012.
Em uma entrevista com a estação de rádio australiana Triple M, DJ Ashba disse:
"Axl tem muitas grandes canções escondidas na manga. Ele provavelmente tem três discos de material gravado". Ele disse que o cantor senta ao piano e toca. "Eu penso, isso é fabuloso. As pessoas têm que ouvir essa música. E ele responde, 'Ah, isso é só uma coisa na qual eu tô matutando.’ Ele é simplesmente um gênio quando o assunto é música e eu mal posso esperar para sentar com um violão e apenas escrever. Ele tem esse dom que é muito, muito raro."
Em um post no Twitter no dia 7 de Setembro, o baixista da banda, Tommy Stinson afirmou: "Muitas das músicas que fizemos que não estavam em Chinese Democracy podem ser refeitas e colocadas no próximo disco. Não temos certeza ainda."
Em setembro de 2011 o Guns N' Roses foram confirmados para tocar em três locais nos EUA em 2011, em Miami, Orlando e Kansas City. Além disso a banda se apresentou no Rock in Rio no dia 2 de Outubro.
O Tecladista Dizzy Reed também falou entrevista ao Ultimate Classic Rock sobre um processo de composição de um novo álbum do Guns. "Sempre estamos escrevendo. Tenho um estúdio portátil que vai comigo para todos os lugares. Há muito material do passado em arquivo que pode aparecer mais para frente. No momento estamos divulgando ainda o 'Chinese Democracy'. Mas sempre há algo novo surgindo. Haverá músicas novas no futuro, com certeza".
Em 27 de setembro de 2011 a banda foi nomeada finalista para introdução no Rock and Roll Hall of Fame. Os cinco homenageados serão anunciados no fim de 2011.
Depois de ser finalista para introdução no Hall, foi especulado sobre um possível reunião do grupo. Duff McKagan disse a Associated Press: "Claro que há uma chance. Eu não sei o quão real é essa chance." Slash também falou sobre a reunião a Billboard: "Claro que há especulações sobre como será caso sejamos premiados, mas no caso do Guns N' Roses realmente não há como adivinhar o que pode acontecer. Eu suponho que, se acontecer, todos irão tentar se entender de alguma forma. Mas acho que o primeiro a se fazer é esperar e ver se se seremos incluídos no 'Hall', já que sabemos o quão imprevisível isso pode ser".
Já Axl deu a entender que talvez exista a possibilidade de um reencontro com o guitarrista Slash. "Eu não sei o que isto significa em relação a mim e à velha banda - eu não sei - tudo ainda está indefinido. É uma honra estar na nominação e eu sei que existe definitivamente uma parcela dos fãs que realmente gostarão disto". Texto: Wikipédia.
Integrantes..
W. Axl Rose - Vocal, Piano (1985 - Presente)
Richard Fortus - Guitarra (2002 - Presente)
Ron “Bumblefoot” Thal - Guitarra (2006 - Presente)
Dj Ashba - Guitarra (2009 - Presente)
Tommy Stinson - Baixo (1998 - Presente)
Frank Ferrer - Bateria (2006 - Presente)
Dizzy Reed - Teclados, Piano e Percussão (1990 - Presente)
Chris Pitman - Teclados, Programação Eletrônica (2000 - Presente)
Ex-Integrantes.
Guitarristas.
Tracii Guns (1985)
Izzy Stradlin (1985 - 1991)
Gilby Clarke (1991 - 1995)
Slash (1985 - 1996)
Paul Tobias (1994 - 2001)
Buckethead (1999 - 2004)
Robin Finck (1996 - 1999, 2000 - 2008)
Baixistas.
Ole Beich (1985)
Duff McKagan (1985 - 1997)
Bateristas.
Robbie Gardner (1985)
Steven Adler (1985 - 1990)
Matt Sorum (1990 - 1997)
Josh Freese (1997 - 2000)
Bryan “Brain” Mantia (2000 - 2006)
Suas canções de maior sucesso são “Welcome to the Jungle”, “Paradise City”, “Don’t Cry”, “Sweet Child O’ Mine”, “Patience”, e “November Rain”, que alcançaram o top 10 da Billboard. Na sua fase nova destacam-se as canções “Chinese Democracy” e “Better”, singles do álbum Chinese Democracy, e “Shackler’s Revenge”, que saiu no jogo Rock Band 2.
A banda já vendeu mais de 100 milhões de cópias em todo o mundo, sendo cerca de 70 milhões somente nos Estados Unidos. O seu álbum de estréia em 1987, Appetite for Destruction vendeu cerca de 40 milhões de cópias no mundo todo, 23 milhões apenas nos Estados Unidos, sendo certificado 23 vezes platina pela RIAA (Associação da Indústria de Gravação da América).
O estilo musical, a presença em palco e a imagem de bad boy da banda contribuíram para o sucesso do grupo durante uma nova era de dominação do hard rock no final dos anos 1980 e início dos anos 1990. Enquanto o glam metal liderava nas vendas de discos, tabelas de vídeos e rádio, os Guns N’ Roses ofereciam um som mais tradicional do rock, e conquistaram muitos fãs, impressionados pela autenticidade entusiasmante.
A banda teve grande sucesso mundial entre 1988 e 1993, mas devido a conflitos de personalidade entre os membros do grupo levou ao fim do alinhamento original. Atualmente, Axl Rose e Dizzy Reed são os únicos membros originais no alinhamento do Guns N’ Roses, sendo o vocalista desde 1985 e tecladista desde 1990, respectivamente.
Seu novo trabalho, Chinese Democracy foi lançado no dia 23 Novembro (EUA) e 25 de novembro 2008 no Brasil e já vendeu (4 de Fevereiro de 2010) cerca de 5 milhões de cópias em todo o mundo, atingindo a certificado de platina nos EUA por chegar a marca de 1 milhão de cópias.
História.
O começo.
A história do Guns N’ Roses começa nos meados de 1985 quando o vocalista W. Axl Rose funde as bandas de qual participava para montar uma nova banda com seu amigo de infância Izzy Stradlin. A banda antes formada pela dupla se chamava Rose, que logo é renomeada para Hollywood Rose. Contava com W. Axl Rose (vocais), Izzy Stradlin (guitarra), Markws Gosbon (guitarra), Rick Holland (baixo) e Johnny Kreiss (bateria). A nova banda consegue algum destaque nos subúrbios de Los Angeles, com muitas composições próprias (que futuramente seriam tocadas pelo Guns N’ Roses) como “My Way, Your Way” (Anything Goes), “Wreckless” (Reckless Life) e “Shadow Of Your Love”. O último show do Hollywood Rose aconteceu na virada do ano de 1984/1985. Após isso a banda se dissolveu.
Assim, ao início de 1985, os ex-membros do Hollywood Rose, Axl Rose e Izzy Stradlin (Guitarra Base), se juntam a três ex-membros de outra banda recém dissolvida: Tracii Guns (Guitarra Solo), Ole Beich (Baixo) e Robbie Gardner (Bateria) da banda L.A. Guns. Com a junção dos membros e dos nomes das duas bandas, surge o Guns n’ Roses. Essa formação porém se apresentou apenas uma única vez, em março de 1985. Após esse show, Ole Beich foi substituído por Duff McKagan.
Com essa formação (Axl, Tracii, Izzy Stradlin, Duff e Robbie), a banda fez mais alguns shows até a metade de 1985, quando a banda sofreu novas alterações: Tracii Guns e Robbie Gardner saíram da banda. Duff McKagan convidou seus antigos parceiros de Road Crew, o guitarrista Slash e o baterista Steven Adler para seus lugares. Nascia assim a formação mais conhecida da banda Guns N’ Roses.
A estréia nos palcos da nova formação aconteceu em 6 de Junho de 1985, no conhecido Troubador em Hollywood, para cerca de 150 pessoas . Após isso, a banda seguiu para Seattle onde teve a sua turnê de estréia, conhecida por Hell Tour. Sobre esta turnê do Guns, pode-se afirmar que foi um fracasso, pois no caminho entre Los Angeles e Seatle, a Van onde os gunners viajavam quebrou, não restando alternativa a não ser abandonar o veículo e pedir carona. E esta carona, demora mais de dois dias para chegar, atrasando seu primeiro compromisso em Seattle, causando, como consequência, o cancelamento da tour inicial do Guns N’ Roses pelos EUA, fazendo com que Axl e cia vendessem parte do equipamento para voltar para casa.
A Escalada para a Fama.
Em 1986, lançaram um EP independente, Live ?!*@ Like a Suicide. Uma das poucas cópias desse EP acabou na gravadora Geffen Records, que decidiu assinar um contrato com a banda.
Em 1987, com a Geffen na retaguarda da banda, o Guns começa a editar seu primeiro álbum. Nos primeiros meses de 1987, a banda passava por aquela árdua rotina (sexo, drogas, e muito hard rock em suas veias). Axl inclusive gravou sons pornográficos para colocar na música “Rocket Queen”. Hoje conhece-se que os gemidos nessa música provém do ápice de uma gravação real de uma tarde se sexo entre Axl Rose e a namorada na época de Steven Adler. No dia 16 de Julho de 1987, Appetite for Destruction foi lançado. Foi aclamado pela crítica, mas o álbum e seu primeiro single, “Welcome to the Jungle”, ficaram um bom tempo sem muita exposição, quase um ano, – até que David Geffen pediu a MTV para transmitir o videoclipe da música. Apesar de inicialmente passar apenas de madrugada, logo o vídeo se tornou um dos mais requisitados da emissora. O segundo single, “Sweet Child O’ Mine”, foi ainda mais bem-sucedido, e quando o terceiro, “Paradise City”, foi lançado, o álbum já tinha alcançado o topo das paradas.
O Guns começou então a abrir shows para grandes bandas como o Iron Maiden, Rolling Stones e Aerosmith, mas à medida em que as vendas de Appetite cresciam, partiram para uma turnê mundial sendo eles os cabeças-de-cartaz de muitos concertos. Na turnê o comportamento dos membros atraía a mídia: Duff, Slash e Steven entravam no palco freqüentemente sob efeito de drogas ou álcool, e o guitarrista muitas vezes entrava no palco amparado e desmaiava ao final dos shows. Um show em Donnington, Inglaterra, no festival Monsters of Rock, teve um acontecimento trágico, quando dois fãs morreram acidentalmente pisoteados. Todos os acontecimentos nos seus concertos deram ao grupo o apelido de “A banda mais perigosa do planeta”.
G N’ R Lies.
O lançamento seguinte foi G N’ R Lies, em 1988, que incluía as quatro músicas de Live ?!*@ Like a Suicide e mais 4 canções acústicas. O álbum fez sucesso, chegando ao #2 da Billboard, vendendo até hôje 7 milhões de cópias nos EUA e outras 16 milhões mundialmente, e teve dois hits: “Patience” e “Used to Love Her”. Porém uma das músicas, “One in a Million”, que mencionava “niggers” (negros) e “faggots” (bichas), causou polêmica, e Axl Rose foi acusado de racismo e homofobia. Rose negou, dizendo que era fã de homossexuais como Freddie Mercury (Queen) e Elton John e, além disso, Slash era filho de uma negra. Há um pedido de desculpa pelos mal-entendidos que essa música pudesse causar no encarte do álbum.
O mau comportamento de alguns membros levou a gravadora a pedir imediatamente mudanças de comportamento. Os membros começaram a tratar-se dos seus vícios após Axl Rose ameaçar sair da banda ou demitir membros se estes continuassem à abusar do alcool e das drogas.
Use Your Illusion.
Em 1990, a banda começou a gravação de seu próximo álbum. Durante a gravação de “Civil War”, Steven Adler não conseguia tocar bateria de tão viciado que se encontrava com cocaína e heroína, com mais de 30 takes sendo necessários. Em julho daquele ano, Adler foi demitido e substituído por Matt Sorum dos ingleses The Cult. O tecladista Dizzy Reed (que passava por dificuldades financeiras na época e foi colocado na banda por indicação de Axl Rose) também se uniu à banda e o empresário foi trocado.
Em janeiro de 1991, a banda tocou para o público que até então conseguiu reunir: 140 mil pessoas no dia 20 de janeiro e 120 mil no dia 23, no festival Rock in Rio 2 realizado no estádio Maracanã, Rio de Janeiro. Foram os concertos que marcaram as estréias de Matt Sorum e Dizzy Reed na banda, o Guns N’ Roses já encabeçava uns dos maiores shows e festivais da epóca. Em maio do mesmo ano, teve início a turnê mundial dos álbuns Use Your Illusion (que seriam lançados meses depois), começando pela cidade americana de East Troy, Wisconsin, com a turnê durando 26 meses, com 192 shows em 32 países. A banda Skid Row abriu os shows.
Em 1991, depois de um grande período de gravação, finalmente em setembro, foram lançados os álbuns duplos Use Your Illusion I e Use Your Illusion II. As vendas no dia 17 de setembro foram de quase 1 milhão de cópias, e os dois álbums conseguiram a primeira e segunda posição na parada da Billboard. Acompanhados de muitos singles, alguns com videoclipes superproduzidos como “Don’t Cry”, “Estranged” e “November Rain”. Estes três clipes formam uma trilogia, baseada no conto “Without You” de Del James, jornalista e amigo de Axl Rose.
Tudo deu certo para Slash, que passou um ano fora tocando com grandes nomes como Bob Dylan, Michael Jackson, Iggy Pop e Lenny Kravitz. Mas longe de se tornar uma estrela menor do cenário, ele preferiu a química do Guns. “Se não fosse Axl, eu poderia estar ainda procurando um cantor”, ressaltou. “Sair do nada e chegar a tal ponto foi uma grande virada na minha cabeça. Agora que aconteceu, e nós conseguimos nos manter juntos, eu não acredito que teremos esse tipo de problema de novo”.
Em 7 de novembro de 1991, Izzy Stradlin saiu da banda, alegando que não queria mais assistir aos seus amigos se auto-destruindo nas drogas. Axl e Slash elegeram o guitarrista Gilby Clarke (ex-Kill For Thrills) como seu substituto (no entanto Izzy Stradlin’ acabaria por voltar em alguns espetáculos após Clarke sofrer um acidente de moto e quebrar o pulso).
A banda continuou causando tumultos, como num show em St. Louis, Minnesota, em que Axl abandonou o palco após brigar com um espectador com uma câmera, que tirava fotos ajustando o flash diretamente para seus olhos. Acabou por gerar centenas de feridos e um processo de milhões de dólares e alguns dias de cadeia para Axl Rose. Outro acontecimento em Montreal, em que a banda abandonou o palco após apenas 9 músicas por problemas de áudio, a atitude gerou revolta – carros quebrados e incêndios. Axl também arrumou atritos generalizados com a imprensa musical dos EUA e Inglaterra, chegando a citar na música “Get in the Ring” os nomes de vários jornalistas (e as revistas em que eles trabalhavam) com quem ele gostaria de acertar as contas.
A turnê Use Your Illusion World Tour passou no Brasil em Dezembro de 1992 com 2 shows em São Paulo e um no Rio de Janeiro, e terminou em Julho de 1993 em Buenos Aires, Argentina. Foi o último show da banda com Slash, Duff, Sorum, Dizzy e Clarke.
The Spaghetti Incident?
Em 1993, a banda lançou The Spaghetti Incident?, um álbum de covers (principalmente de punk rock), com recepção “boa” do público e ruim da crítica para época. Uma canção escondida de autoria do conhecido serial killer Charles Manson, “Look at Your Game Girl” fora incluída a pedido de Axl, causando polêmica tanto pública quanto interna. The Spaghetti Incident? e o single “Since I Don’t Have You” (cover da banda The Skyliners) foi sucesso em todo o mundo.
The Spaghetti Incident vendeu até hoje cerca de 1,4 milhões nos EUA, sendo considerado um desempenho fraco.
O Hiato.
Em 1994, Axl é processado por agressão pela sua ex-esposa e pela sua ex-namorada Stephanie Seymour. Também em 1994, Axl Rose demite Gilby Clarke sem informar a Slash, quem o havia contratado. Paul Tobias entrou para o seu lugar, ficando claro o descontentamento de Slash sobre o novo guitarrista. A última música com o guitarrista foi um cover de “Sympathy For The Devil”, dos Rolling Stones, para o filme Entrevista com o Vampiro. Em 1996,Nessa música Axl Rose não gostou do solo executado por Slash e pediu para que um amigo seu gravasse o solo da musica encima do solo de Slash,Slash percebeu e por esse e mais motivos se demitiu e começou um projeto chamado Slash’s Snakepit, com as músicas rejeitadas por Axl para o álbum que sucederia The Spaghetti Incident?.
Em 1996, Matt Sorum saiu e no ano seguinte, Duff McKagan saiu da banda, tornando Axl o único integrante original.
Tentativas de Retorno.
Slash foi substituído pelo guitarrista de turnê do Nine Inch Nails Robin Finck, o ex-baixista do The Replacements, Tommy Stinson entrou no lugar de McKagan, e Josh Freese se tornou baterista. O multi-instrumentista Chris Pitman também se juntou, primariamente para tocar teclados. Essa formação começou a gravar um novo álbum de estúdio em 1998.
Em 1999, o Guns N’ Roses lançou sua primeira música desde 94, “Oh My God” (que também teve a participação dos guitarristas Dave Navarro, ex-Red Hot Chilli Peppers e Jane’s Addiction, e Gary Sunshine) especialmente para a trilha sonora do filme Fim dos Dias. A Geffen também lançou um álbum ao vivo, Live Era: ’87-’93, e uma compilação de videoclipes, Welcome to the Videos, vendendo até hoje cerca de 2.3 milhões de cópias.
Em 2000, Robin Finck voltou ao Nine Inch Nails, sendo substituído pelo guitarrista avant-garde Buckethead, e o baterista da banda Primus Bryan “Brain” Mantia entrou no lugar de Josh Freese.
Em 2001, voltaram a fazer shows, três em Las Vegas, e enfim se apresentando no Rock in Rio 3, marcado como o de maior público na história da banda, com cerca de 250 mil pessoas, misturando sucessos com músicas novas. A promessa do novo álbum se dissolveu juntamente com a World Tour 2002, com a turnê cancelada e o álbum adiado.
Em 2002, Paul Tobias abandonou a banda. Foi substituído por Richard Fortus, ex-Love Spit Love. O grupo seguiu com shows em Agosto na Europa e Ásia, seguidos por uma aparição surpresa no MTV Video Music Awards. Em Novembro, começaram nova turnê americana, mas o primeiro show, em Vancouver, foi cancelado pelo fato de Axl não conseguir ir para o Canadá (o descontentamento do público foi grande). Dezesseis shows se seguiram, esgotando-se em mercados como Nova York e não vendendo bem em mercados menores. Então, um show em Filadélfia fora cancelado porque Axl supostamente tivera problemas repentinos de saúde. Os 15 mil fãs presentes se revoltaram e destruíram o local, e o resto da turnê foi cancelada.
Buckethead saiu em Março de 2004, forçando o cancelamento do show no Rock in Rio Lisboa. Nenhum guitarrista substituto fora anunciado. No mesmo mês, a Geffen lançou a coletânea Greatest Hits, já que o novo álbum de estúdio Chinese Democracy não saía há 11 anos. Rose demonstrou seu desprazer com o álbum, já que a lista de faixas fora feita sem seu consentimento, e tentou impedir seu lançamento. Falhou, e o álbum foi sucesso de vendas. Em 2006, o guitarrista Ron “Bumblefoot” Thal foi contratado, e a banda fez uma turnê com shows em Europa (inclusive no Rock in Rio Lisboa) e América do Norte, estendida para México, Ásia e Oceania em 2007. Foram convidados a tocar no Live Earth – mas no Brasil, sendo que a banda estava em turnê na Ásia, levando-os a recusar.[9] Dois shows em um festival na África do Sul foram cancelados após o baixista Tommy Stinson machucar o pulso.
Chinese Democracy.
No dia 23 de novembro de 2008, depois de 13 anos de espera, o Chinese Democracy é lançado em todo o planeta. O disco já conseguiu a marca de 5,1 milhões de cópias no mundo e adquiriu um disco de platina nos Estados Unidos. Mesmo com o lançamento, os fãs tem mais um desgosto com Axl Rose já que a banda simplesmente não fez nada para promover o disco: nada de clipes, entrevistas e muito menos shows. A única coisa significativa foi o lançamento do disco no Rock Band. A banda anunciou em Janeiro de 2009 o guitarrista DJ Ashba para substituir o guitarrista e compositor Robin Finck, que deixou o grupo para entrar em turnê com sua ex-banda, o Nine Inch Nails. Até agora não se sabe ao certo o motivo de sua saída.
Chinese Democracy World Tour 2009/2010.
No dia 11 de dezembro de 2009 foi dado o início à Chinese Democracy World Tour (oficial, já que a “Chinese Democracy World Tour” começou em 2001, mas o album a ser promovido não havia sido lançado ainda), que promete ser a maior turnê da banda, pois de seus quatro primeiros shows, em Taipei, Seul, e Japão, o ultimo teve mais de três horas de duração. Para a surpresa de muitos fãs, o Guns N’ Roses voltou a tocar covers que não entravam mais no repertório, como “Whole Lotta Rosie” do AC/DC e “Nice Boys” do Rose Tattoo. A turnê também marca o novo visual de Axl Rose, agora com cabelo liso e curto, e uma bandana, sempre de calça jeans e camiseta de cores variadas.
No show em Tokyo, o álbum Chinese Democracy quase foi tocado na íntegra, faltando apenas a faixa “Riad N’ The Bedouins”.
Em 2010, houveram uma série de shows pelo Canadá,13 ao todo, além disse, a banda fez dois shows acústicos nos Estados Unidos. Agora a banda se prepara para a sua turnê Sul-Americana,fazendo uma série de shows, onde cinco desses shows serão no Brasil – Brasília, dia 7; Belo Horizonte, dia 10; São Paulo, dia 13; Rio de Janeiro, dia 14; e Porto Alegre, dia 16. Os shows no Brasil serão abertos por Sebastian Bach, ex Skid Row.
Próximo álbum e Rumores sobre Reunião (2011)
Em uma entrevista por telefone MTV com Kurt Loder, em 1999, Axl disse que ele e a banda tinha novo havia gravado material suficiente para um álbum duplo. Em uma conversa informal pra Rolling Stone em fevereiro de 2006, Rose disse que a banda tinha 32 canções para o novo álbum. Quando se apresentou em diversos fóruns de fãs em dezembro de 2008 (depois do lançamento do Chinese Democracy), afirmou que tinha várias canções para possíveis álbuns no futuro. Em uma entrevista de 2007, Sebastian Bach, amigo próximo de Axl Rose, declarou que a música "O General" tinha um som "pesado" com "gritos vocais" e também disse que era uma continuação de 1991 da balada clássica "Estranged", do álbum Use Your Illusion II. Bach também afirmou que Chinese Democracy será o primeiro de uma trilogia de álbuns novos, e que Rose tinha dito a ele o terceiro, ainda sem título, o álbum foi programado para 2012.
Em uma entrevista com a estação de rádio australiana Triple M, DJ Ashba disse:
"Axl tem muitas grandes canções escondidas na manga. Ele provavelmente tem três discos de material gravado". Ele disse que o cantor senta ao piano e toca. "Eu penso, isso é fabuloso. As pessoas têm que ouvir essa música. E ele responde, 'Ah, isso é só uma coisa na qual eu tô matutando.’ Ele é simplesmente um gênio quando o assunto é música e eu mal posso esperar para sentar com um violão e apenas escrever. Ele tem esse dom que é muito, muito raro."
Em um post no Twitter no dia 7 de Setembro, o baixista da banda, Tommy Stinson afirmou: "Muitas das músicas que fizemos que não estavam em Chinese Democracy podem ser refeitas e colocadas no próximo disco. Não temos certeza ainda."
Em setembro de 2011 o Guns N' Roses foram confirmados para tocar em três locais nos EUA em 2011, em Miami, Orlando e Kansas City. Além disso a banda se apresentou no Rock in Rio no dia 2 de Outubro.
O Tecladista Dizzy Reed também falou entrevista ao Ultimate Classic Rock sobre um processo de composição de um novo álbum do Guns. "Sempre estamos escrevendo. Tenho um estúdio portátil que vai comigo para todos os lugares. Há muito material do passado em arquivo que pode aparecer mais para frente. No momento estamos divulgando ainda o 'Chinese Democracy'. Mas sempre há algo novo surgindo. Haverá músicas novas no futuro, com certeza".
Em 27 de setembro de 2011 a banda foi nomeada finalista para introdução no Rock and Roll Hall of Fame. Os cinco homenageados serão anunciados no fim de 2011.
Depois de ser finalista para introdução no Hall, foi especulado sobre um possível reunião do grupo. Duff McKagan disse a Associated Press: "Claro que há uma chance. Eu não sei o quão real é essa chance." Slash também falou sobre a reunião a Billboard: "Claro que há especulações sobre como será caso sejamos premiados, mas no caso do Guns N' Roses realmente não há como adivinhar o que pode acontecer. Eu suponho que, se acontecer, todos irão tentar se entender de alguma forma. Mas acho que o primeiro a se fazer é esperar e ver se se seremos incluídos no 'Hall', já que sabemos o quão imprevisível isso pode ser".
Já Axl deu a entender que talvez exista a possibilidade de um reencontro com o guitarrista Slash. "Eu não sei o que isto significa em relação a mim e à velha banda - eu não sei - tudo ainda está indefinido. É uma honra estar na nominação e eu sei que existe definitivamente uma parcela dos fãs que realmente gostarão disto". Texto: Wikipédia.
Integrantes..
W. Axl Rose - Vocal, Piano (1985 - Presente)
Richard Fortus - Guitarra (2002 - Presente)
Ron “Bumblefoot” Thal - Guitarra (2006 - Presente)
Dj Ashba - Guitarra (2009 - Presente)
Tommy Stinson - Baixo (1998 - Presente)
Frank Ferrer - Bateria (2006 - Presente)
Dizzy Reed - Teclados, Piano e Percussão (1990 - Presente)
Chris Pitman - Teclados, Programação Eletrônica (2000 - Presente)
Ex-Integrantes.
Guitarristas.
Tracii Guns (1985)
Izzy Stradlin (1985 - 1991)
Gilby Clarke (1991 - 1995)
Slash (1985 - 1996)
Paul Tobias (1994 - 2001)
Buckethead (1999 - 2004)
Robin Finck (1996 - 1999, 2000 - 2008)
Baixistas.
Ole Beich (1985)
Duff McKagan (1985 - 1997)
Bateristas.
Robbie Gardner (1985)
Steven Adler (1985 - 1990)
Matt Sorum (1990 - 1997)
Josh Freese (1997 - 2000)
Bryan “Brain” Mantia (2000 - 2006)
domingo, 1 de julho de 2012
Filmes Rockabilly
Gosto de tudo sobre o Rockabilly: a música, vestimentas, memorabília, as festas e todos os elementos estéticos. Psychobilly também, The Cramps é uma das melhores bandas da galáxia. E encaro o Rockabilly como uma cultura urbana antropofágica, assim como o hip-hop e tantas outras com seus códigos e rituais. Talvez seja uma das únicas manifestações culturais de apreço ao saudosismo que me desperte admiração. Está em sua raiz a busca por uma tradição que me agrada mas me assusta no apreço doentio pelas máquinas e quando vejo elementos descontextualizados (como bandeiras dos Confederados estampando paredes de festas em países miscigenados como o nosso).
E vou ser sincero, os fãs de Rock'n'Roll (seja lá qual gênero for) tem essa mania besta de querer renovação constante. Não tem qualquer apreço por tradição. Eu considero rock o som que se fazia com a guitarra e contrabaixos de mais ou menos 1954 (mas já com ecos nos anos 40) até 1962 no máximo. Depois disso virou outras coisas, sem problema nenhum, por quê tudo tem de ser rock? Se liberta.
Muitos falam do punk. De como CBGB'S foi um irradiador de gritos de fúria contra o mundo e de como tudo veio abaixo quando jovens ingleses começaram a gritar impropérios em meio aos salves à rainha e se esgoelavam em meio ao lixo das ruas como não havia futuro. Blá, blá, blá de como isso tudo chocou e colocou o jovem em outro patamar no mundo.
Há! Tudo isso é historinha para embalar nenê em comparação ao que a molecada dos anos 50 fizeram com o mundo, literalmente com o mundo. Marlon Brando em cima de uma moto de camiseta e um perfecto preta...terremoto de 9,6 na escala richter. Cada sacudida de pélvis de Elvis era uma explosão atômica. Bill Haley e seus Cometas eram os responsáveis de todos as desgraças da humanidade (de promiscuidade até o comunismo). Todo esse "movimento" foi orgânico, macro e respondia anseios impossíveis de classificar e bem visíveis a olho nú. Os anos 50 democratizaram a rebeldia que estava restrita às boemias das metrópoles e a dividiu com o mundo inteiro.
O cinema foi e é bem econômico ao representar o mundo do rockabilly das antigas e o atual, merecemos mais topetes e pin-ups nas telas grandes.
Uma primeira lista de filmes feitos no calor da hora ou que vieram posteriormente para prestar homenagens.
Deuce Of Spades - Olha sentimentalismo é bom, só não perca a mão como fez Faith Granger fez em sua premier. Tem algumas imagens lindas é verdade, mas tem uma hora que a câmera lenta fica cansativa. Essa ego trip de Faith Granger não consegue homenagear os tempos áureos do melodrama como fez nick Cassavetes há alguns anos. Existe ali inegavelmente lampejos de belas construções estéticas (a cena do hot rod no deserto infinito) mas falta largamente em conteúdo. Um roteiro chato e mega previsível. Só vale de curiosidade e pela beleza de Alexandra Holder.
O Selvagem - Bem, que o Marlon Brando é ícone para quase qualquer coisa não é novidade e não seria diferente para os rockers. Quer saber como um rockabilly boy tem que se vestir e portar? É só chegar ao fim da sessão desse filme. Não consigo deixar de pensar em Johnny Strabler como uma espécie de avô para Alex DeLarge. Além de Mr. Brandon temos outro ícone com quem troca sopapos o senhor Lee Marvin. Feito no calor do momento da delinquência juvenil que assolavam as famílias de costumes estadunidenses o filme não se esquiva muito e mantém até o fim um tom melancólico e fatalista. Tem imagens lindas como quando Johnny leva Kathie por uma alameda de chorões e tasca-lhe um beijo. Vale uma espiada.
Johnny Suede - Decadence avec elegance, certo!? Brad Pitt no começo da carreira e com um topete do tamanho de um arranha céu. Tem o lendário Nick Cave que por si só é sempre um acontecimento. Gosto da filosofia de Johnny: "Boa música não tem época". johnny vive na região mais pobre e sem esperança da cidade e se agarra a uma tradição remetendo a tempos aparentemente mais simples e esperançosos. Daí as escalas pentatônicas e os sapatos de camurça preta. Johnny é um ser deslocado no tempo e ninguém o compreende e ele não compreende ninguém. Lá pelo meio do filme (mais ou menos na cena em que Samuel L. Jackson aparece) você se pergunta: "Puxa, como esse filme não virou um clássico?" Depois de assistir ao final bobo, apressado e no mínimo estranho você entende. A trilha sonora é ótima.
Juventude Transviada - A idade em que nada se encaixa. Quer conhecer a geração que criou o rock e colocou a juventude em primeiro lugar no pódio? Uma das melhores respostas está nesse belo e lendário filme (um filme profético de certa maneira se se pensar no destino de seu protagonista, James Dean). Repare na participação de Dennis Hopper como membro da gangue. O filme é um prato cheio para simbologias psicanalíticas (cargas homoeróticas, complexos de Édipo do avesso, as cores simbolizando o destino e o caráter dos personagens). Natalie Wood é linda de morrer. James Dean é uma figura magnética e muito melancólica. Filme que influenciou um lista de obras que vieram posteriormente: vai de De Volta Para Futuro á Gladiador; duvida!? Está tudo ai, só não vê quem não quer. um filme tão definidor de uma geração quanto foi o Clube dos Cinco para os anos 80.
Cry-Baby - Esse não entra na categoria de musicais que não me irritam, entra na categoria musicais que eu adoro. O próprio John Waters admite esse é O seu musical. Johnny Deep engatinhando nas telonas e já tirando o fôlego das moçoilas. E, claro, tem o Iggy Pop o que sempre dá um ponto a mais para a obra. E não podemos deixar de frisar que é uma comédia competentíssima, tem cenas hilárias. Mesmo sendo uma produção comportadinha para grife Waters tem lá sua bizarrice quando Allison toma seu copo com lágrimas. Imperdível!
O Garoto de Liverpool - Os beatles podem ser a maior banda de todos os tempos, mas não fosse Buddy Holly e Elvis Presley os garotos John e Paul só poderiam vislumbrar trabalhos na zona portuária de sua cidade. The Quarrymen eram rockabilly até o osso. Sam Taylor-Wood acertou em cheio ao retratar garotos que precisavam explodir e encontrando um veículo para isso nos acordes que chagavam do outro lado do Atlântico. Sinceramente, a relação tumultuada relação de John Lennon e sua tia não me interessa muito, me interessam sua influências musicais e nisso sua parca relação com a mãe foi determinante.
Betty Page - Contradição é a palavra. A nação que produz incontáveis tonelada das mais loucas pornografias a combate e condena com a mesma energia. Uma estonteante e graciosa mocinha do interior muito bem resolvida com seu corpo apesar de uma criação familiar abusiva e a criação religiosa opressiva. Pin-Up, mulher cartoon, mulher de papel pronta a realizar seus desejos mais secretos, mulher que lhe captura inadvertidamente ao primeiro olhar. Gretchen Mol é um arraso (em todos os sentidos).
A História de Buddy Holly - Pena um bom filme como esse ser tão pouco comentado. O destaque vai obviamente para atuação de Gary Burey como Buddy holly. Sem dúvida, quando o avião caiu no milharal Albet Juhl e matou J.P. Richardson, Ritchie Valens e principalmente Buddy Holly, a música morreu junto. O primeiríssimo mártir do rock é um daqueles caras que nasce a cada milênio e chacoalha o planeta. Belo filme.
A Fera do Rock - Antes de ser o primeiro clichê do rock, Jerry Lee Lewis foi o primeiro incendiário do ritmo. Lewis elevou a já alta temperatura do rock a níveis solares. Wynona Rider é musa. Jerry cumpriu seu papel, mesmo não tendo "cabeça" para conquista o mundo tinha músculos para virar lenda e ficar com sua garota (mesmo que ela tivesse 13 anos e fosse sua prima). O rock deveria ser feito por caras assim: incansáveis em sua rebeldia (com ou sem causa), escandalosos e quentes.
As Sementes do Mal - Não é só por ser o primeiro filme de estúdio grande a usar rck'n'roll na trilha sonora e por ter o Sidney Poitier em início de carreira que está em nossa seleção. Adiantando temas que seriam abordados sem vigor em trabalhos como Mentes Perigosas e de forma cuidadosa e relevante com em Entre os Muros da Escola, As Sementes do Mal trata do assunto que mesmerizou a década de 50: essa nova espécie da fauna, o adolescentes. Jovens periféricos de megalópoles que não terão um futuro brilhante mesmo que se esforcem muito. Pobres, imigrantes/emigrantes, deliquentes e muito mal visto vandalizando e mandando na instituição de ensino que frequentam. "O" campo de batalha contemporâneo: as salas de aula. Lembro dos meus anos de escola...
A Gang da Pesada - Trata sobre o fim de uma geração. Essa molecada perdida nas ruas vai enfrentar tempos muito piores pela frente: o crime vai se organizar cada vez mais; a guerra num país do sudeste asiático está chegando; a morte de um presidente querido televisionada ao vivo; as namoradas engravidam e a música já não é mais aquela. no mesmo ano de The Warriors saiu essa outra pérola (tem sim seus problemas de ritmo ainda sim é um bom filme) sobre o universo das gangues de Nova York no começo do anos 60 que não perceberam o fim da era topete e brilhantina...os cabeludos estão chegando.
Os Cowboys de Leningrado vão para América - Mas onde está o Rockabilly? Em cada fotograma do filme, e não estou falando dos topetes monstruosos. Uma maravilhosa comédia surtada ou um estudo sobre o totalitarismo cultural estadunidense? Os dois e muito mais. Penso nesse filme como sendo um irmão de Isso é Spinal Tap, muitos o consideram superior a Blues Brothers, se é melhor não sei mais é incrível. Participação de Jim Jarmusch como sucateiro vale um ponto a mais. Percebe-se a origem nórdica do filme pela frieza em cada quadro mesmo tendo um coração pulsante que é o hilariante (involuntariamente) e mão de ferro empresário da banda Vladimir. Ele vale o filme.
E vou ser sincero, os fãs de Rock'n'Roll (seja lá qual gênero for) tem essa mania besta de querer renovação constante. Não tem qualquer apreço por tradição. Eu considero rock o som que se fazia com a guitarra e contrabaixos de mais ou menos 1954 (mas já com ecos nos anos 40) até 1962 no máximo. Depois disso virou outras coisas, sem problema nenhum, por quê tudo tem de ser rock? Se liberta.
Muitos falam do punk. De como CBGB'S foi um irradiador de gritos de fúria contra o mundo e de como tudo veio abaixo quando jovens ingleses começaram a gritar impropérios em meio aos salves à rainha e se esgoelavam em meio ao lixo das ruas como não havia futuro. Blá, blá, blá de como isso tudo chocou e colocou o jovem em outro patamar no mundo.
Há! Tudo isso é historinha para embalar nenê em comparação ao que a molecada dos anos 50 fizeram com o mundo, literalmente com o mundo. Marlon Brando em cima de uma moto de camiseta e um perfecto preta...terremoto de 9,6 na escala richter. Cada sacudida de pélvis de Elvis era uma explosão atômica. Bill Haley e seus Cometas eram os responsáveis de todos as desgraças da humanidade (de promiscuidade até o comunismo). Todo esse "movimento" foi orgânico, macro e respondia anseios impossíveis de classificar e bem visíveis a olho nú. Os anos 50 democratizaram a rebeldia que estava restrita às boemias das metrópoles e a dividiu com o mundo inteiro.
O cinema foi e é bem econômico ao representar o mundo do rockabilly das antigas e o atual, merecemos mais topetes e pin-ups nas telas grandes.
Uma primeira lista de filmes feitos no calor da hora ou que vieram posteriormente para prestar homenagens.
Deuce Of Spades - Olha sentimentalismo é bom, só não perca a mão como fez Faith Granger fez em sua premier. Tem algumas imagens lindas é verdade, mas tem uma hora que a câmera lenta fica cansativa. Essa ego trip de Faith Granger não consegue homenagear os tempos áureos do melodrama como fez nick Cassavetes há alguns anos. Existe ali inegavelmente lampejos de belas construções estéticas (a cena do hot rod no deserto infinito) mas falta largamente em conteúdo. Um roteiro chato e mega previsível. Só vale de curiosidade e pela beleza de Alexandra Holder.
O Selvagem - Bem, que o Marlon Brando é ícone para quase qualquer coisa não é novidade e não seria diferente para os rockers. Quer saber como um rockabilly boy tem que se vestir e portar? É só chegar ao fim da sessão desse filme. Não consigo deixar de pensar em Johnny Strabler como uma espécie de avô para Alex DeLarge. Além de Mr. Brandon temos outro ícone com quem troca sopapos o senhor Lee Marvin. Feito no calor do momento da delinquência juvenil que assolavam as famílias de costumes estadunidenses o filme não se esquiva muito e mantém até o fim um tom melancólico e fatalista. Tem imagens lindas como quando Johnny leva Kathie por uma alameda de chorões e tasca-lhe um beijo. Vale uma espiada.
Johnny Suede - Decadence avec elegance, certo!? Brad Pitt no começo da carreira e com um topete do tamanho de um arranha céu. Tem o lendário Nick Cave que por si só é sempre um acontecimento. Gosto da filosofia de Johnny: "Boa música não tem época". johnny vive na região mais pobre e sem esperança da cidade e se agarra a uma tradição remetendo a tempos aparentemente mais simples e esperançosos. Daí as escalas pentatônicas e os sapatos de camurça preta. Johnny é um ser deslocado no tempo e ninguém o compreende e ele não compreende ninguém. Lá pelo meio do filme (mais ou menos na cena em que Samuel L. Jackson aparece) você se pergunta: "Puxa, como esse filme não virou um clássico?" Depois de assistir ao final bobo, apressado e no mínimo estranho você entende. A trilha sonora é ótima.
Juventude Transviada - A idade em que nada se encaixa. Quer conhecer a geração que criou o rock e colocou a juventude em primeiro lugar no pódio? Uma das melhores respostas está nesse belo e lendário filme (um filme profético de certa maneira se se pensar no destino de seu protagonista, James Dean). Repare na participação de Dennis Hopper como membro da gangue. O filme é um prato cheio para simbologias psicanalíticas (cargas homoeróticas, complexos de Édipo do avesso, as cores simbolizando o destino e o caráter dos personagens). Natalie Wood é linda de morrer. James Dean é uma figura magnética e muito melancólica. Filme que influenciou um lista de obras que vieram posteriormente: vai de De Volta Para Futuro á Gladiador; duvida!? Está tudo ai, só não vê quem não quer. um filme tão definidor de uma geração quanto foi o Clube dos Cinco para os anos 80.
Cry-Baby - Esse não entra na categoria de musicais que não me irritam, entra na categoria musicais que eu adoro. O próprio John Waters admite esse é O seu musical. Johnny Deep engatinhando nas telonas e já tirando o fôlego das moçoilas. E, claro, tem o Iggy Pop o que sempre dá um ponto a mais para a obra. E não podemos deixar de frisar que é uma comédia competentíssima, tem cenas hilárias. Mesmo sendo uma produção comportadinha para grife Waters tem lá sua bizarrice quando Allison toma seu copo com lágrimas. Imperdível!
O Garoto de Liverpool - Os beatles podem ser a maior banda de todos os tempos, mas não fosse Buddy Holly e Elvis Presley os garotos John e Paul só poderiam vislumbrar trabalhos na zona portuária de sua cidade. The Quarrymen eram rockabilly até o osso. Sam Taylor-Wood acertou em cheio ao retratar garotos que precisavam explodir e encontrando um veículo para isso nos acordes que chagavam do outro lado do Atlântico. Sinceramente, a relação tumultuada relação de John Lennon e sua tia não me interessa muito, me interessam sua influências musicais e nisso sua parca relação com a mãe foi determinante.
Betty Page - Contradição é a palavra. A nação que produz incontáveis tonelada das mais loucas pornografias a combate e condena com a mesma energia. Uma estonteante e graciosa mocinha do interior muito bem resolvida com seu corpo apesar de uma criação familiar abusiva e a criação religiosa opressiva. Pin-Up, mulher cartoon, mulher de papel pronta a realizar seus desejos mais secretos, mulher que lhe captura inadvertidamente ao primeiro olhar. Gretchen Mol é um arraso (em todos os sentidos).
A História de Buddy Holly - Pena um bom filme como esse ser tão pouco comentado. O destaque vai obviamente para atuação de Gary Burey como Buddy holly. Sem dúvida, quando o avião caiu no milharal Albet Juhl e matou J.P. Richardson, Ritchie Valens e principalmente Buddy Holly, a música morreu junto. O primeiríssimo mártir do rock é um daqueles caras que nasce a cada milênio e chacoalha o planeta. Belo filme.
A Fera do Rock - Antes de ser o primeiro clichê do rock, Jerry Lee Lewis foi o primeiro incendiário do ritmo. Lewis elevou a já alta temperatura do rock a níveis solares. Wynona Rider é musa. Jerry cumpriu seu papel, mesmo não tendo "cabeça" para conquista o mundo tinha músculos para virar lenda e ficar com sua garota (mesmo que ela tivesse 13 anos e fosse sua prima). O rock deveria ser feito por caras assim: incansáveis em sua rebeldia (com ou sem causa), escandalosos e quentes.
As Sementes do Mal - Não é só por ser o primeiro filme de estúdio grande a usar rck'n'roll na trilha sonora e por ter o Sidney Poitier em início de carreira que está em nossa seleção. Adiantando temas que seriam abordados sem vigor em trabalhos como Mentes Perigosas e de forma cuidadosa e relevante com em Entre os Muros da Escola, As Sementes do Mal trata do assunto que mesmerizou a década de 50: essa nova espécie da fauna, o adolescentes. Jovens periféricos de megalópoles que não terão um futuro brilhante mesmo que se esforcem muito. Pobres, imigrantes/emigrantes, deliquentes e muito mal visto vandalizando e mandando na instituição de ensino que frequentam. "O" campo de batalha contemporâneo: as salas de aula. Lembro dos meus anos de escola...
A Gang da Pesada - Trata sobre o fim de uma geração. Essa molecada perdida nas ruas vai enfrentar tempos muito piores pela frente: o crime vai se organizar cada vez mais; a guerra num país do sudeste asiático está chegando; a morte de um presidente querido televisionada ao vivo; as namoradas engravidam e a música já não é mais aquela. no mesmo ano de The Warriors saiu essa outra pérola (tem sim seus problemas de ritmo ainda sim é um bom filme) sobre o universo das gangues de Nova York no começo do anos 60 que não perceberam o fim da era topete e brilhantina...os cabeludos estão chegando.
Os Cowboys de Leningrado vão para América - Mas onde está o Rockabilly? Em cada fotograma do filme, e não estou falando dos topetes monstruosos. Uma maravilhosa comédia surtada ou um estudo sobre o totalitarismo cultural estadunidense? Os dois e muito mais. Penso nesse filme como sendo um irmão de Isso é Spinal Tap, muitos o consideram superior a Blues Brothers, se é melhor não sei mais é incrível. Participação de Jim Jarmusch como sucateiro vale um ponto a mais. Percebe-se a origem nórdica do filme pela frieza em cada quadro mesmo tendo um coração pulsante que é o hilariante (involuntariamente) e mão de ferro empresário da banda Vladimir. Ele vale o filme.
Assinar:
Postagens (Atom)









