sábado, 8 de setembro de 2012

“Abraham Lincoln Caçador de Vampiros”,

Alem de simplesmente entender que tim e genial, decidi ir ao cinema e ver seu ultimo intento recem lançado, tambem por influencia de alguem muitissimo especial pra minha existencia,entao escreverei sobre a minha imprensao sobre o filme.Um dos maiores ídolos da história americana - o presidente que venceu a Guerra de Secessão e aboliu a escravidão nos EUA - virou personagem do filme sobrenatural “Abraham Lincoln Caçador de Vampiros”,



Apesar do título auto-explicativo que remete a mashups – combinação de múltiplas fórmulas – dos anos 1970, como “Blacula - O Vampiro Negro” (1972) e a filmes trash como “Jesus Cristo Caçador de Vampiros” (2001), o novo longa não parte para o humor irônico ou para o estilo “lado B” e se segura na trama séria, cheia de terror e suspense.

O filme sugere que a vida de Lincoln (Benjamin Walker) tem uma história secreta e apenas uma fração da verdade seja conhecida hoje. Ainda criança, ele presenciou o assassinato da mãe por um vampiro escravagista (na vida real ela morreu de uma infecção bacteriana). Trauma que o levou a declarar uma guerra contra os seres das trevas, destruir todos os vampiros e de quebra acabar com a escravidão. E não espere sugadores de sangue no estilo “Crepúsculo”, estamos falando de criaturas sobrenaturais violentas e assustadoras.

O jovem Lincoln parte sozinho para o extermínio das criaturas. Com um machado de prata, o rapaz – cujas habilidades em artes marciais são impressionantes – mata um a um todos os vampiros que encontra, com a ajuda de um mentor que lhe fornece instruções.

Depois de algum tempo, o rapaz chega à conclusão de que conseguiria um resultado muito mais eficaz em sua luta contra o mal entrando para a política, onde poderia influenciar pessoas e abolir a escravatura. Assim, o filme conta partes da história política americana e da vida pessoal de Abraham Lincoln, como a morte de seu primeiro filho, sempre com o plano de fundo sobrenatural.

Os efeitos especiais de luta corporal, no estilo “300” (2006), mesclam momentos em slow motion com súbitas acelerações, o que dá um tom mais dramático aos duelos. Aliados às cenas de batalha épicas, que só perdem pelo excesso de fumaça e poeira, intensificado pelo 3D, são o melhor que o filme tem a oferecer. No duelo entre Lincoln e o vampiro que matou sua mãe, os dois lutam entre uma manada de cavalos selvagens, cena que faz o espectador grudar na poltrona.Poucos personagem reais são tão icônicos quanto Lincoln, cuja silhueta alta e esguia, composta pela cartola, é tão facilmente reconhecível como o Batman ou Indiana Jones. A ideia de adicionar uma faceta sobrenatural ao presidente mais importantes dos EUA fez com que os americanos torcessem o nariz para o filme e a bilheteria foi modesta.O filme foi descrito por críticos como “absurdo” e “ridículo” por apelar para a fantasia sem o tempero da chacota. Mas, seguindo esse raciocínio, os mesmos adjetivos poderiam ser usados - salvo as devidas proporções - para descrever filmes de heróis como "Vingadores", ou mesmo da trilogia de Batman, dirigida por Christopher Nolan. Apesar do roteiro e da direção de Nolan serem muito mais afinados e afastados do sobrenatural, não é estranho que um homem adulto saia pela noite combatendo o mal com uma roupa de morcego? Por que então implicar uma ideia semelhante sendo aplicada a um herói já existente e não focar a crítica nos defeitos e qualidades do filme? O preciosismo em excesso impede que as pessoas abracem o absurdo do filme e se divirtam com ele.Produzido por Tim Burton, dirigido pelo russo Timur Bekmambetov e baseado no livro homônimo do escritor Seth Grahame-Smith (autor de “Orgulho e Preconceito e Zumbis”), "Abraham Lincoln Caçador de Vampiros" e mais uma grande obra de contribuiçao de Tim.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Tim Burton Tributo ao Genio




Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas.
Elenco:
Ewan McGregor, Albert Finney, Billy Crudup, Jessica Lange, Alison Lohman, Helena Bonham Carter, Steve Buscemi, Danny DeVito, Marion Cotillard, Jeff Campbell
Sinopse:
Ao juntar as histórias do pai moribundo, jovem tenta compreender melhor a figura do próprio pai e o que havia de verdadeiro em tantos contos espantosos e inacreditáveis. maravilhoso filme. Embarcamos nas lembranças fantasiosas do filho até perceber q tudo tinha sido inventado pelo pai simplesmente pra tornar o mundo melhor e mais feliz, um verdadeiro reino encantado.Ed Wood
Elenco:
Johnny Depp, Martin Landau, Patricia Arquette, Sarah Jessica Parker, Bill Murray, Lisa Marie, Jeffrey Jones, Vincent D'Onofrio, G.D. Spradlin, Juliet Landau, Mike Starr, Brent Hinkley, Max Casella
Sinopse:
O filme apresenta a vida do excêntrico diretor Ed Wood, que entrou para a história do cinema como o "pior diretor de todos os tempos". adoro esse filme, é comico e interessante....um dos melhores filmes do Tim Burton.Edward Mãos de Tesoura.
Elenco:
Johnny Depp, Winona Ryder, Dianne Wiest, Anthony Michael Hall, Alan Arkin, Kathy Baker, Vincent Price, Caroline Aaron, Robert Oliveri, Conchata Ferrell
Sinopse:
Inventor cria um jovem, em cujas mãos são acrescentadas tesouras. Uma vendedora de cosméticos tenta ajudá-lo. A trama mágica é uma análise da busca pela aceitação da sociedade.Clássico !

"Roteiro original... Johnny Depp e Winona Ryder, juntos, formaram um belo casal no filme ! Um filme para ver e rever... Mto lindo !".A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça.
Elenco:
Johnny Depp, Christina Ricci, Miranda Richardson, Michael Gambon, Casper Van Dien, Jeffrey Jones, Christopher Walken, Michael Gough, Lisa Marie, Christopher Lee, Martin Landau
Sinopse:
Final do Século 18. Um detetive excêntrico chega a um vilarejo no leste dos Estados Unidos. A região está sofrendo com a série de assassinatos com decapitação, que são atribuídos a uma lenda local, o cavaleiro sem cabeça.Ótimo

"O filme é sensacional, personagem muito carismáticos e história envolvente. A ambientação é muito boa."Batman.
Elenco:
Michael Keaton, Kim Basinger, Jack Nicholson, Michael Gough, Jack Palance, Pat Hingle, Robert Wuhl, Billy Dee Williams, Jerry Hall, Tracey Walter
Sinopse:
Traumatizado após presenciar o assassinato dos pais em um assalto, o milionário herdeiro Bruce Wayne se exila e leva sua juventude se preparando para voltar à sua Gotham natal para combater o crime. Para isso, assume a identidade do Batman, o homem morcego que assombra os criminosos.Os Fantasmas se Divertem.Elenco:
Geena Davis, Michael Keaton, Alec Baldwin, Catherine O'Hara, Annie McEnroe, Maurice Page, Hugo Stanger, Rachel Mittelman, J. Jay Saunders, Mark Ettlinger
Sinopse:
Uma família barulhenta se muda para a casa de um casal recém-falecido, que fica incomodado com os novos visitantes. Após várias tentativas fracassadas de assombração, o casal busca a ajuda de Bettlejuice, um fantasma mais experiente.Surpreendente!

"Primeiro filme em q a gente percebe uma convivencia pacífica entre o real e o além e tudo numa comédia de costumes. "A Noiva Cadáver.
Sinopse:
Depois de um vexame no ensaio do casamento, Victor resolve treinar seus votos na floresta. Ao fazê-lo, coloca a aliança de noivado em um conjunto de galhos por brincadeira. Mas, na verdade, os galhos eram a ossada de um noiva assassinada, que insiste que à partir daquele momento haviam sido declarados marido e mulher.Encantador

"Com uma boa história baseada em um conto russo, comédia inteligente, ótimos efeitos de stop-motion e uma trilha sonor realmente sensacional o filme é ótimo para assistir com a família. O problema vai para quem não gosta de um filme muito musical, então aviso que o filme pode se tornar cansativo.".Sweeney Todd - O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet.
Elenco:
Johnny Depp, Helena Bonham Carter, Sacha Baron Cohen, Alan Rickman, Timothy Spall, Jamie Campbell Bower, Laura Michelle Kelly, Jayne Wisener, Ed Sanders.Fantástico!

"Obra-prima de Tim Burton.comovente Fotografia e produção perfeita, fora a atuação de Johnny, como sempre, impecável. Muito sangue e uma história que te prende do começo ao fim. Vale nota 10!".A Fantástica Fábrica de Chocolate.
Elenco:
Johnny Depp, Freddie Highmore, Helena Bonham Carter, David Kelly, Noah Taylor, Missi Pyle, James Fox, Deep Roy, Christopher Lee, AnnaSophia Robb, Jordan Fry, Philip Wiegratz, Julia Winter.Dá gosto de ver!

"Que Johnny Depp é bom ator não é novidade, mas definitivamente ele está fantasticamente sensacional como Willy Wonka!.Batman - O Retorno.
Elenco:
Michael Keaton, Michelle Pfeiffer, Danny DeVito, Christopher Walken, Michael Gough, Pat Hingle, Michael Murphy, Cristi Conaway, Andrew Bryniarski, Vincent Schiavelli, Steve Witting.Gosto da "vida" que os atores deram aos personagens... O Batman de Keaton, a Catwoman de Pfeiffer e o Pinguim de DeVito!Alice no País das Maravilhas.
Elenco:
Mia Wasikowska, Johnny Depp, Helena Bonham Carter, Anne Hathaway, Crispin Glover, Matt Lucas, Marton Csokas, Jemma Powell, John Hopkins, Eleanor Gecks, Eleanor Tomlinson.absurdamente perfeito belissimo da primeira a ultima tomada.Sombras da Noite.
Elenco:
Johnny Depp, Michelle Pfeiffer, Helena Bonham Carter, Eva Green, Jackie Earle Haley, Jonny Lee Miller, Chloë Grace Moretz, Bella Heathcote, Gulliver McGrath, Christopher Lee, Ray Shirley, Alice Cooper.elenco de excelencia maxima que conta nada mais nada menos que Christopher Lee para mim o maior ator de todos os tempos.Marte Ataca!.
Elenco:
Jack Nicholson, Glenn Close, Annette Bening, Pierce Brosnan, Danny DeVito, Sarah Jessica Parker, Lisa Marie, Lukas Haas, Natalie Portman, Tom Jones, Rod Steiger, Jim Brown, Martin Short, Jack Black, Pam Grier, Christina Applegate somente um genio como o tim conseue reunir tantos generos difentissimos entre si na mesma obra e ainda assim manter sobriedade e qualidade impar enfim genio.






sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Sweeney Todd

Musical é cinema de execução, nem tanto de inspiração. Precisa ter coreografia ensaiada, marcação de cena certa, vozes afinadas. Sob esse aspecto, Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet (2007), o primeiro musical genuíno de Tim Burton depois de flertes recentes com o gênero em A Fantástica Fábrica de Chocolate e A Noiva-Cadáver, é um excelente filme - um filme de execução impecável. Isso não significa que seja o trabalho mais apaixonante de Burton.

A adaptação para o cinema do musical de Stephen Sondheim, que por sua vez reescreve livremente a lenda vitoriana do barbeiro assassino, coloca Johnny Depp para interpretar Benjamin Barker, barbeiro que, depois de ser injustamente expulso de Londres e ver esposa e filha caírem em desgraça, retorna adotando o pseudônimo de Sweeney Todd para consumar sua vingança. Ao lado da quituteira Mrs. Lovett (Helena Bonham Carter), o vingador usa a cadeira do barbeiro para assassinar seus clientes, enquanto ela pega os restos mortais para assar tortas que viram a sensação de Londres.

Antes de mais nada, a sombria Inglaterra vitoriana, segunda metade do séxulo XIX, auge da Revolução Industrial, era de ouro dos vampiros e dos assassinos em série, é cenário ideal para o imaginário dândi-soturno de Burton. Fãs do cineasta devem reconhecer imediatamente o visual à Bento Carneiro de Depp, o ator-emblema do cineasta, com suas madeixas grisalhas e olheiras melancólicas. O que a dupla faz a partir desses dados - e que talvez desagrade parte do público, até mesmo o mais fiel - é seguir à risca as regras do gênero musical (e adicionar-lhe alguns galões de sangue).

E aí vai muito do gosto e da tolerância do público. Um filme limitado e de trama funcional como Across the Universe faz sucesso porque todo mundo já conhece de cor as músicas dos Beatles, mas ouvir o jovem ator Jamie Campbell Bower cantar "I seeeee you, Johaaaaaanna" pela quinta vez pode fazer de Sweeney Todd uma experiência enfadonha para quem já se indispõe de antemão com o cancioneiro. Não entram numa crítica esses tipos de gostos e julgamentos. O que a crítica pesa é se o filme cumpriu ou não aquilo que propunha, e Burton executou o plano notavelmente.

Primeiro, porque o roteiro adaptado por John Logan cria um zigue-zague entre os dois núcleos dramáticos (barbeiro/quituteira, marinheiro/donzela) que não dá muito espaço para tempos mortos. Quando Todd e Mrs. Lovett terminam de cantar uma passagem importante de sua cumplicidade, a trama corta para uma música dos dois jovens enamorados, e assim por diante. Não há canções "sobrando", uma vez que quase todas impulsionam a trama adiante. Com isso, o filme ganha agilidade e, em certa medida, os números musicais de cada núcleo cansam menos (porque vêm intercalados).

Além da artimanha de roteiro, há de se louvar a excelência técnica. Algumas cenas - ou, já que estamos falando de musical, alguns números - servem de modelo. A montagem e a edição de som no primeiro encontro de Todd com o juiz na barbearia e na sequência da primeira fornada de tortas humanas são impecáveis. As vozes de Depp e Alan Rickman fundindo-se e intercalando-se com os sons dos panos, da navalha e da cadeira do barbeiro aumentam um suspense que, naquele momento, já era enorme. Já o barulho do alçapão em cortes rápidos, entre uma batida e outra da faca de Mrs. Lovett, dá um ritmo quase dançante à hora da matança.

Em sua cadência perfeita, Sweeney Todd se revela um dos melhores musicais produzidos em Hollywood nos últimos anos. Mas dentro de um universo burtiano povoado de seres à margem da beleza, de ícones imperfeitos como Beetlejuice, Edward Mãos-de-Tesoura e Ed Wood, talvez não exista lugar para esse tipo de perfeição.



quinta-feira, 26 de julho de 2012

Round Rockers Band

Os músicos da Round Rockers Band destacam-se tanto pela qualidade, profissionalismo, carisma e principalmente a energia que transmitem no palco. Em seu repertório são exploradas músicas que marcaram época, e outras que são sucessos atuais, as quais figuram no cenário rock/pop. Em seu show a Round Rockers Band resgata clássicos do rock das décadas de 60 e 70, o pop dos anos 80, e o rock/pop dos anos 90 até os dias atuais.


Eduardo Andrade – Vocal e backing Vocals, Eli Gonçalves – Vocal, Guitarra e backing Vocals,Lázaro Neto – Vocal, Baixo e backing Vocals,William Lima – Guitarra Solo e backing Vocals,Valter Muniz Lima – Bateria e backing Vocals

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Bandeira dos Confederados

A Bandeira Confederada, ou Rebel Flag como é mais conhecida, é a bandeira não-somente política mas também ideológica utilizada no sul dos Estados Unidos. Ela representa a força, a rebeldia contra o status quo e segmenta grande parte da sociedade livre e independente de dogmas e conceitos pré-estabelecidos. Na história, milhares de pessoas sofreram e ainda sofrem por causa da abominável propaganda e difamação racista da qual ofensivamente tratam este símbolo que é antes de tudo, universal, como insígnia de discórdia um fato absolutamente contraditório. Vamos analisar e discutir essa questão pelo lado lógico e histórico. A propaganda racial e hipócrita (ambas irmãs gêmeas) engendrada pela mídia recente continua a promover este cenário de ódio e incompreensão e o sistema educacional, suportado pelo governo yankee também tem, em grande parte sua parcela de culpa. Hollywood e NYC nada mais fazem do que esconder a verdade. Em si, é a estratégia de sempre para jogar negros contra brancos e vice-versa, num país tão fortemente marcado pela discriminação racial e cultural. Como podemos encarar a Rebel Flag como um símbolo racista, se em seu berço, as origens são mestiças, ou melhor... negra...?!
Ela ainda é associada à gigantesca herança cultural e musical dessa região, de onde saíram o rock'n'roll, rockabilly e até a música country, da qual deu origem ao jazz daquela tocado por negros que não tinham condições de aprenderem nas universidades de música, dos quais tocavam em guettos, assim como o blues, rhythm blues, soul, e todas as suas variadas formas. Nenhuma outra área do mundo possui tanta riqueza musical quanto o Sul dos Estados Unidos. Mesmo no pólo do blues que é Chicago (no Norte) era tocado por artistas negros que foram do Sul atravessando o Delta até chegarem ao Norte. Hoje, muitos adotam as Estrelas e as Linhas como o símbolo da música de essência; todos nós poderíamos usar o azul e vermelho da bandeira como representação de uma herança nobre.
Muitos negros votaram no recente referendum para utilizarem o símbolo confederado do Mississipi. A repressão dos negros é parte desta herança, assim como o blues e outras músicas sulistas negras falam de seu sofrimento. Similarmente a música country fala do sofrimento dos brancos pobres em suas deploráveis vilas no velhos tempos. Muitos do Sul foram devastados pelas tropas yankees da União na Guerra Civil, e toda aquela área até tempo recente era extremamente pobre.
Sendo o rock, que foi uma das formas que mais se superou em base de romper as barreiras racistas que estabeleceu a rebeldia da qual a Ku Klux Klan e outras segregacionistas pseudo-sociedades de direita tentaram tão cruelmente banir e destruir. Esta é a representação oficial de Jerry Lee Lewis, Carl Perkins, Elvis Presley, Little Richard, Chuck Berry, Fats Domino e todos os outros artistas sulistas, negros e brancos, dos quais foram os primeiros a nível mundial a esmagarem as barreiras entre negros e brancos nos 50.

A Confederação não sabe o que mais pode fazer, por exemplo, com a Ku Klux Klan que queimam a bandeira oficial e se utilizam ou verdadeiramente se apropriam deste símbolo de luta, que por sua vez a mídia associa então isto com esta sociedade, vulgo secreta, racista e besta que é antes de tudo, paramilitar.

Uma recente pesquisa mostrou que mais de 68% da população norte-americana não se sente ofendida pelo uso da bandeira, muito pelo contrário! Elas acreditam que é o resultado de injustiças, ódio intolerante e violência da falsa atribuição à liberdade.

Vejamos segundo a história: os 13 estados originais que se sucederam em 1776, mantinham escravos como aqui no Brasil na época colonial. Porém a guerra civil que sobreveio, não se deve exclusivamente à questão abolicionista apenas, isso seria restringir a importância da liberdade como um todo a uma resolução de direitos humanos, além do regime ditatorial. Durante a guerra pela independência do Sul, muitos no Norte também tinham escravos, porém estes recusaram-se a liberta-los até que a cruel guerra terminasse. O Congresso dos EUA em 1862 sempre se recusara a passar uma emenda constitucional abolindo a escravidão. Quanta hipocrisia hoje! Pior ainda, Lincoln e o Santo Congresso dos EUA ofereceram passar uma emenda constitucional para o Sul, garantindo permanência na escravidão para sempre nos estados onde mantinham cativos, se somente os estados sulistas retornassem para a União. O Sul recusou a oferta. Os escravos do Norte a exemplo da Proclamação da Emancipação de Lincoln sempre foram enganados, e mesmo assim, os escravos sulistas foram capturados perto do Rio Mississippi onde foram forçados a trabalhar nas plantações e até para o exército dos Estados Unidos, alimentando a produção de algodão das indústrias do Norte. Não seria a bandeira dos Estados Unidos um símbolo de escravidão porque utilizou-se do exército de escravos durante a guerra? Se não, então jamais a bandeira da Confederação seria um símbolo racista e escravista.

A guerra pela independência sulista foi travada sob própria jurisdição dos estados do Sul contra o governo centralista do Norte; o governo centralista venceu e a jurisdição local foi perdida. Antes de tudo, a bandeira é símbolo do direito das pessoas nativas em memória e honra aos ancestrais que deram suas vidas por um governo mais livre, menos impostos, etc.

Logo após, os Estados Confederados da América ofereceram liberdade aos escravos sulistas em retorno pela independência, da qual também lutaram junto com o exército. Lincoln recusou a oferta. O termo "estado livre" significava "livre dos negros". Os nortistas não quiseram conviver com os negros, escravos ou livres, e muitos estados nortistas e territórios atualmente criaram leis proibindo negros livres de entrarem em suas comarcas. E neste sentimento, o grande poderoso Abraham Lincoln e o Congresso Estadunidense criaram leis, e iniciaram uma verdadeira diáspora aos negros do Norte para colocá-los para fora do continente através de embarcações para o Haiti. Lincoln fez severos esquemas para remover os negros livres do país, mandando alguns de volta a África e outros para a América Central e do Sul. No final da guerra, poucas semanas antes de Lincoln ser assassinado, o General da União, Benjamin Butler perguntou-lhe se queria retornar à idéia de trazer os negros de volta, e sua resposta foi: "Eu acho que nós devíamos deportar todos eles." Há uma relação entre brancos e negros que os nortistas de hoje não conseguem compreender ou apreciar.

O Norte queria mais taxas, mais governo, e centralismo, com uma compulsória união pela baioneta e decisões feitas em Washington D.C., muito longe dos nativos. Ao todo, a guerra de Lincoln custou a vida de 600.000 pessoas...

Eu acredito piamente que os sulistas estavam certos em relação a esta tirania brutal e covarde. A Bandeira Confederada representa todos os libertários e não os estados como Ohio, Illinois, Indiana, e muitos outros, que tentaram enganar sua própria lei por uma "terra do livre" e "lar do forte" onde esmagaram juntamente com as tropas de Lincoln milhares de pessoas.

Índios confederados, hispânicos, negros e brancos todos lutaram por uma guerra com muitos na estaca.

Se a Bandeira Confederada ofende você, então você precisa de uma lição de História.

domingo, 22 de julho de 2012

Axl Rose Uma Lenda Viva

Guns N’ Roses é uma banda de hard rock norte-americana formada em Los Angeles, Califórnia em 1985. A banda, liderada pelo vocalista e co-fundador Axl Rose, passou por várias mudanças de formação e controvérsias desde a sua criação. O Guns N’ Roses lançou seis álbuns de estúdio, três EP, um álbum ao vivo e três DVDs musicais ao longo da sua carreira. O álbum mais recente da banda é Chinese Democracy, lançado em 2008 e o primeiro trabalho com novas faixas desde 1993.

Suas canções de maior sucesso são “Welcome to the Jungle”, “Paradise City”, “Don’t Cry”, “Sweet Child O’ Mine”, “Patience”, e “November Rain”, que alcançaram o top 10 da Billboard. Na sua fase nova destacam-se as canções “Chinese Democracy” e “Better”, singles do álbum Chinese Democracy, e “Shackler’s Revenge”, que saiu no jogo Rock Band 2.

A banda já vendeu mais de 100 milhões de cópias em todo o mundo, sendo cerca de 70 milhões somente nos Estados Unidos. O seu álbum de estréia em 1987, Appetite for Destruction vendeu cerca de 40 milhões de cópias no mundo todo, 23 milhões apenas nos Estados Unidos, sendo certificado 23 vezes platina pela RIAA (Associação da Indústria de Gravação da América).

O estilo musical, a presença em palco e a imagem de bad boy da banda contribuíram para o sucesso do grupo durante uma nova era de dominação do hard rock no final dos anos 1980 e início dos anos 1990. Enquanto o glam metal liderava nas vendas de discos, tabelas de vídeos e rádio, os Guns N’ Roses ofereciam um som mais tradicional do rock, e conquistaram muitos fãs, impressionados pela autenticidade entusiasmante.

A banda teve grande sucesso mundial entre 1988 e 1993, mas devido a conflitos de personalidade entre os membros do grupo levou ao fim do alinhamento original. Atualmente, Axl Rose e Dizzy Reed são os únicos membros originais no alinhamento do Guns N’ Roses, sendo o vocalista desde 1985 e tecladista desde 1990, respectivamente.

Seu novo trabalho, Chinese Democracy foi lançado no dia 23 Novembro (EUA) e 25 de novembro 2008 no Brasil e já vendeu (4 de Fevereiro de 2010) cerca de 5 milhões de cópias em todo o mundo, atingindo a certificado de platina nos EUA por chegar a marca de 1 milhão de cópias.

História.

O começo.

A história do Guns N’ Roses começa nos meados de 1985 quando o vocalista W. Axl Rose funde as bandas de qual participava para montar uma nova banda com seu amigo de infância Izzy Stradlin. A banda antes formada pela dupla se chamava Rose, que logo é renomeada para Hollywood Rose. Contava com W. Axl Rose (vocais), Izzy Stradlin (guitarra), Markws Gosbon (guitarra), Rick Holland (baixo) e Johnny Kreiss (bateria). A nova banda consegue algum destaque nos subúrbios de Los Angeles, com muitas composições próprias (que futuramente seriam tocadas pelo Guns N’ Roses) como “My Way, Your Way” (Anything Goes), “Wreckless” (Reckless Life) e “Shadow Of Your Love”. O último show do Hollywood Rose aconteceu na virada do ano de 1984/1985. Após isso a banda se dissolveu.

Assim, ao início de 1985, os ex-membros do Hollywood Rose, Axl Rose e Izzy Stradlin (Guitarra Base), se juntam a três ex-membros de outra banda recém dissolvida: Tracii Guns (Guitarra Solo), Ole Beich (Baixo) e Robbie Gardner (Bateria) da banda L.A. Guns. Com a junção dos membros e dos nomes das duas bandas, surge o Guns n’ Roses. Essa formação porém se apresentou apenas uma única vez, em março de 1985. Após esse show, Ole Beich foi substituído por Duff McKagan.

Com essa formação (Axl, Tracii, Izzy Stradlin, Duff e Robbie), a banda fez mais alguns shows até a metade de 1985, quando a banda sofreu novas alterações: Tracii Guns e Robbie Gardner saíram da banda. Duff McKagan convidou seus antigos parceiros de Road Crew, o guitarrista Slash e o baterista Steven Adler para seus lugares. Nascia assim a formação mais conhecida da banda Guns N’ Roses.

A estréia nos palcos da nova formação aconteceu em 6 de Junho de 1985, no conhecido Troubador em Hollywood, para cerca de 150 pessoas . Após isso, a banda seguiu para Seattle onde teve a sua turnê de estréia, conhecida por Hell Tour. Sobre esta turnê do Guns, pode-se afirmar que foi um fracasso, pois no caminho entre Los Angeles e Seatle, a Van onde os gunners viajavam quebrou, não restando alternativa a não ser abandonar o veículo e pedir carona. E esta carona, demora mais de dois dias para chegar, atrasando seu primeiro compromisso em Seattle, causando, como consequência, o cancelamento da tour inicial do Guns N’ Roses pelos EUA, fazendo com que Axl e cia vendessem parte do equipamento para voltar para casa.

A Escalada para a Fama.

Em 1986, lançaram um EP independente, Live ?!*@ Like a Suicide. Uma das poucas cópias desse EP acabou na gravadora Geffen Records, que decidiu assinar um contrato com a banda.

Em 1987, com a Geffen na retaguarda da banda, o Guns começa a editar seu primeiro álbum. Nos primeiros meses de 1987, a banda passava por aquela árdua rotina (sexo, drogas, e muito hard rock em suas veias). Axl inclusive gravou sons pornográficos para colocar na música “Rocket Queen”. Hoje conhece-se que os gemidos nessa música provém do ápice de uma gravação real de uma tarde se sexo entre Axl Rose e a namorada na época de Steven Adler. No dia 16 de Julho de 1987, Appetite for Destruction foi lançado. Foi aclamado pela crítica, mas o álbum e seu primeiro single, “Welcome to the Jungle”, ficaram um bom tempo sem muita exposição, quase um ano, – até que David Geffen pediu a MTV para transmitir o videoclipe da música. Apesar de inicialmente passar apenas de madrugada, logo o vídeo se tornou um dos mais requisitados da emissora. O segundo single, “Sweet Child O’ Mine”, foi ainda mais bem-sucedido, e quando o terceiro, “Paradise City”, foi lançado, o álbum já tinha alcançado o topo das paradas.

O Guns começou então a abrir shows para grandes bandas como o Iron Maiden, Rolling Stones e Aerosmith, mas à medida em que as vendas de Appetite cresciam, partiram para uma turnê mundial sendo eles os cabeças-de-cartaz de muitos concertos. Na turnê o comportamento dos membros atraía a mídia: Duff, Slash e Steven entravam no palco freqüentemente sob efeito de drogas ou álcool, e o guitarrista muitas vezes entrava no palco amparado e desmaiava ao final dos shows. Um show em Donnington, Inglaterra, no festival Monsters of Rock, teve um acontecimento trágico, quando dois fãs morreram acidentalmente pisoteados. Todos os acontecimentos nos seus concertos deram ao grupo o apelido de “A banda mais perigosa do planeta”.

G N’ R Lies.

O lançamento seguinte foi G N’ R Lies, em 1988, que incluía as quatro músicas de Live ?!*@ Like a Suicide e mais 4 canções acústicas. O álbum fez sucesso, chegando ao #2 da Billboard, vendendo até hôje 7 milhões de cópias nos EUA e outras 16 milhões mundialmente, e teve dois hits: “Patience” e “Used to Love Her”. Porém uma das músicas, “One in a Million”, que mencionava “niggers” (negros) e “faggots” (bichas), causou polêmica, e Axl Rose foi acusado de racismo e homofobia. Rose negou, dizendo que era fã de homossexuais como Freddie Mercury (Queen) e Elton John e, além disso, Slash era filho de uma negra. Há um pedido de desculpa pelos mal-entendidos que essa música pudesse causar no encarte do álbum.

O mau comportamento de alguns membros levou a gravadora a pedir imediatamente mudanças de comportamento. Os membros começaram a tratar-se dos seus vícios após Axl Rose ameaçar sair da banda ou demitir membros se estes continuassem à abusar do alcool e das drogas.

Use Your Illusion.

Em 1990, a banda começou a gravação de seu próximo álbum. Durante a gravação de “Civil War”, Steven Adler não conseguia tocar bateria de tão viciado que se encontrava com cocaína e heroína, com mais de 30 takes sendo necessários. Em julho daquele ano, Adler foi demitido e substituído por Matt Sorum dos ingleses The Cult. O tecladista Dizzy Reed (que passava por dificuldades financeiras na época e foi colocado na banda por indicação de Axl Rose) também se uniu à banda e o empresário foi trocado.

Em janeiro de 1991, a banda tocou para o público que até então conseguiu reunir: 140 mil pessoas no dia 20 de janeiro e 120 mil no dia 23, no festival Rock in Rio 2 realizado no estádio Maracanã, Rio de Janeiro. Foram os concertos que marcaram as estréias de Matt Sorum e Dizzy Reed na banda, o Guns N’ Roses já encabeçava uns dos maiores shows e festivais da epóca. Em maio do mesmo ano, teve início a turnê mundial dos álbuns Use Your Illusion (que seriam lançados meses depois), começando pela cidade americana de East Troy, Wisconsin, com a turnê durando 26 meses, com 192 shows em 32 países. A banda Skid Row abriu os shows.

Em 1991, depois de um grande período de gravação, finalmente em setembro, foram lançados os álbuns duplos Use Your Illusion I e Use Your Illusion II. As vendas no dia 17 de setembro foram de quase 1 milhão de cópias, e os dois álbums conseguiram a primeira e segunda posição na parada da Billboard. Acompanhados de muitos singles, alguns com videoclipes superproduzidos como “Don’t Cry”, “Estranged” e “November Rain”. Estes três clipes formam uma trilogia, baseada no conto “Without You” de Del James, jornalista e amigo de Axl Rose.

Tudo deu certo para Slash, que passou um ano fora tocando com grandes nomes como Bob Dylan, Michael Jackson, Iggy Pop e Lenny Kravitz. Mas longe de se tornar uma estrela menor do cenário, ele preferiu a química do Guns. “Se não fosse Axl, eu poderia estar ainda procurando um cantor”, ressaltou. “Sair do nada e chegar a tal ponto foi uma grande virada na minha cabeça. Agora que aconteceu, e nós conseguimos nos manter juntos, eu não acredito que teremos esse tipo de problema de novo”.

Em 7 de novembro de 1991, Izzy Stradlin saiu da banda, alegando que não queria mais assistir aos seus amigos se auto-destruindo nas drogas. Axl e Slash elegeram o guitarrista Gilby Clarke (ex-Kill For Thrills) como seu substituto (no entanto Izzy Stradlin’ acabaria por voltar em alguns espetáculos após Clarke sofrer um acidente de moto e quebrar o pulso).

A banda continuou causando tumultos, como num show em St. Louis, Minnesota, em que Axl abandonou o palco após brigar com um espectador com uma câmera, que tirava fotos ajustando o flash diretamente para seus olhos. Acabou por gerar centenas de feridos e um processo de milhões de dólares e alguns dias de cadeia para Axl Rose. Outro acontecimento em Montreal, em que a banda abandonou o palco após apenas 9 músicas por problemas de áudio, a atitude gerou revolta – carros quebrados e incêndios. Axl também arrumou atritos generalizados com a imprensa musical dos EUA e Inglaterra, chegando a citar na música “Get in the Ring” os nomes de vários jornalistas (e as revistas em que eles trabalhavam) com quem ele gostaria de acertar as contas.

A turnê Use Your Illusion World Tour passou no Brasil em Dezembro de 1992 com 2 shows em São Paulo e um no Rio de Janeiro, e terminou em Julho de 1993 em Buenos Aires, Argentina. Foi o último show da banda com Slash, Duff, Sorum, Dizzy e Clarke.

The Spaghetti Incident?

Em 1993, a banda lançou The Spaghetti Incident?, um álbum de covers (principalmente de punk rock), com recepção “boa” do público e ruim da crítica para época. Uma canção escondida de autoria do conhecido serial killer Charles Manson, “Look at Your Game Girl” fora incluída a pedido de Axl, causando polêmica tanto pública quanto interna. The Spaghetti Incident? e o single “Since I Don’t Have You” (cover da banda The Skyliners) foi sucesso em todo o mundo.

The Spaghetti Incident vendeu até hoje cerca de 1,4 milhões nos EUA, sendo considerado um desempenho fraco.

O Hiato.

Em 1994, Axl é processado por agressão pela sua ex-esposa e pela sua ex-namorada Stephanie Seymour. Também em 1994, Axl Rose demite Gilby Clarke sem informar a Slash, quem o havia contratado. Paul Tobias entrou para o seu lugar, ficando claro o descontentamento de Slash sobre o novo guitarrista. A última música com o guitarrista foi um cover de “Sympathy For The Devil”, dos Rolling Stones, para o filme Entrevista com o Vampiro. Em 1996,Nessa música Axl Rose não gostou do solo executado por Slash e pediu para que um amigo seu gravasse o solo da musica encima do solo de Slash,Slash percebeu e por esse e mais motivos se demitiu e começou um projeto chamado Slash’s Snakepit, com as músicas rejeitadas por Axl para o álbum que sucederia The Spaghetti Incident?.

Em 1996, Matt Sorum saiu e no ano seguinte, Duff McKagan saiu da banda, tornando Axl o único integrante original.

Tentativas de Retorno.

Slash foi substituído pelo guitarrista de turnê do Nine Inch Nails Robin Finck, o ex-baixista do The Replacements, Tommy Stinson entrou no lugar de McKagan, e Josh Freese se tornou baterista. O multi-instrumentista Chris Pitman também se juntou, primariamente para tocar teclados. Essa formação começou a gravar um novo álbum de estúdio em 1998.

Em 1999, o Guns N’ Roses lançou sua primeira música desde 94, “Oh My God” (que também teve a participação dos guitarristas Dave Navarro, ex-Red Hot Chilli Peppers e Jane’s Addiction, e Gary Sunshine) especialmente para a trilha sonora do filme Fim dos Dias. A Geffen também lançou um álbum ao vivo, Live Era: ’87-’93, e uma compilação de videoclipes, Welcome to the Videos, vendendo até hoje cerca de 2.3 milhões de cópias.

Em 2000, Robin Finck voltou ao Nine Inch Nails, sendo substituído pelo guitarrista avant-garde Buckethead, e o baterista da banda Primus Bryan “Brain” Mantia entrou no lugar de Josh Freese.

Em 2001, voltaram a fazer shows, três em Las Vegas, e enfim se apresentando no Rock in Rio 3, marcado como o de maior público na história da banda, com cerca de 250 mil pessoas, misturando sucessos com músicas novas. A promessa do novo álbum se dissolveu juntamente com a World Tour 2002, com a turnê cancelada e o álbum adiado.

Em 2002, Paul Tobias abandonou a banda. Foi substituído por Richard Fortus, ex-Love Spit Love. O grupo seguiu com shows em Agosto na Europa e Ásia, seguidos por uma aparição surpresa no MTV Video Music Awards. Em Novembro, começaram nova turnê americana, mas o primeiro show, em Vancouver, foi cancelado pelo fato de Axl não conseguir ir para o Canadá (o descontentamento do público foi grande). Dezesseis shows se seguiram, esgotando-se em mercados como Nova York e não vendendo bem em mercados menores. Então, um show em Filadélfia fora cancelado porque Axl supostamente tivera problemas repentinos de saúde. Os 15 mil fãs presentes se revoltaram e destruíram o local, e o resto da turnê foi cancelada.

Buckethead saiu em Março de 2004, forçando o cancelamento do show no Rock in Rio Lisboa. Nenhum guitarrista substituto fora anunciado. No mesmo mês, a Geffen lançou a coletânea Greatest Hits, já que o novo álbum de estúdio Chinese Democracy não saía há 11 anos. Rose demonstrou seu desprazer com o álbum, já que a lista de faixas fora feita sem seu consentimento, e tentou impedir seu lançamento. Falhou, e o álbum foi sucesso de vendas. Em 2006, o guitarrista Ron “Bumblefoot” Thal foi contratado, e a banda fez uma turnê com shows em Europa (inclusive no Rock in Rio Lisboa) e América do Norte, estendida para México, Ásia e Oceania em 2007. Foram convidados a tocar no Live Earth – mas no Brasil, sendo que a banda estava em turnê na Ásia, levando-os a recusar.[9] Dois shows em um festival na África do Sul foram cancelados após o baixista Tommy Stinson machucar o pulso.

Chinese Democracy.

No dia 23 de novembro de 2008, depois de 13 anos de espera, o Chinese Democracy é lançado em todo o planeta. O disco já conseguiu a marca de 5,1 milhões de cópias no mundo e adquiriu um disco de platina nos Estados Unidos. Mesmo com o lançamento, os fãs tem mais um desgosto com Axl Rose já que a banda simplesmente não fez nada para promover o disco: nada de clipes, entrevistas e muito menos shows. A única coisa significativa foi o lançamento do disco no Rock Band. A banda anunciou em Janeiro de 2009 o guitarrista DJ Ashba para substituir o guitarrista e compositor Robin Finck, que deixou o grupo para entrar em turnê com sua ex-banda, o Nine Inch Nails. Até agora não se sabe ao certo o motivo de sua saída.

Chinese Democracy World Tour 2009/2010.

No dia 11 de dezembro de 2009 foi dado o início à Chinese Democracy World Tour (oficial, já que a “Chinese Democracy World Tour” começou em 2001, mas o album a ser promovido não havia sido lançado ainda), que promete ser a maior turnê da banda, pois de seus quatro primeiros shows, em Taipei, Seul, e Japão, o ultimo teve mais de três horas de duração. Para a surpresa de muitos fãs, o Guns N’ Roses voltou a tocar covers que não entravam mais no repertório, como “Whole Lotta Rosie” do AC/DC e “Nice Boys” do Rose Tattoo. A turnê também marca o novo visual de Axl Rose, agora com cabelo liso e curto, e uma bandana, sempre de calça jeans e camiseta de cores variadas.

No show em Tokyo, o álbum Chinese Democracy quase foi tocado na íntegra, faltando apenas a faixa “Riad N’ The Bedouins”.

Em 2010, houveram uma série de shows pelo Canadá,13 ao todo, além disse, a banda fez dois shows acústicos nos Estados Unidos. Agora a banda se prepara para a sua turnê Sul-Americana,fazendo uma série de shows, onde cinco desses shows serão no Brasil – Brasília, dia 7; Belo Horizonte, dia 10; São Paulo, dia 13; Rio de Janeiro, dia 14; e Porto Alegre, dia 16. Os shows no Brasil serão abertos por Sebastian Bach, ex Skid Row.

Próximo álbum e Rumores sobre Reunião (2011)

Em uma entrevista por telefone MTV com Kurt Loder, em 1999, Axl disse que ele e a banda tinha novo havia gravado material suficiente para um álbum duplo. Em uma conversa informal pra Rolling Stone em fevereiro de 2006, Rose disse que a banda tinha 32 canções para o novo álbum. Quando se apresentou em diversos fóruns de fãs em dezembro de 2008 (depois do lançamento do Chinese Democracy), afirmou que tinha várias canções para possíveis álbuns no futuro. Em uma entrevista de 2007, Sebastian Bach, amigo próximo de Axl Rose, declarou que a música "O General" tinha um som "pesado" com "gritos vocais" e também disse que era uma continuação de 1991 da balada clássica "Estranged", do álbum Use Your Illusion II. Bach também afirmou que Chinese Democracy será o primeiro de uma trilogia de álbuns novos, e que Rose tinha dito a ele o terceiro, ainda sem título, o álbum foi programado para 2012.

Em uma entrevista com a estação de rádio australiana Triple M, DJ Ashba disse:

"Axl tem muitas grandes canções escondidas na manga. Ele provavelmente tem três discos de material gravado". Ele disse que o cantor senta ao piano e toca. "Eu penso, isso é fabuloso. As pessoas têm que ouvir essa música. E ele responde, 'Ah, isso é só uma coisa na qual eu tô matutando.’ Ele é simplesmente um gênio quando o assunto é música e eu mal posso esperar para sentar com um violão e apenas escrever. Ele tem esse dom que é muito, muito raro."

Em um post no Twitter no dia 7 de Setembro, o baixista da banda, Tommy Stinson afirmou: "Muitas das músicas que fizemos que não estavam em Chinese Democracy podem ser refeitas e colocadas no próximo disco. Não temos certeza ainda."

Em setembro de 2011 o Guns N' Roses foram confirmados para tocar em três locais nos EUA em 2011, em Miami, Orlando e Kansas City. Além disso a banda se apresentou no Rock in Rio no dia 2 de Outubro.

O Tecladista Dizzy Reed também falou entrevista ao Ultimate Classic Rock sobre um processo de composição de um novo álbum do Guns. "Sempre estamos escrevendo. Tenho um estúdio portátil que vai comigo para todos os lugares. Há muito material do passado em arquivo que pode aparecer mais para frente. No momento estamos divulgando ainda o 'Chinese Democracy'. Mas sempre há algo novo surgindo. Haverá músicas novas no futuro, com certeza".

Em 27 de setembro de 2011 a banda foi nomeada finalista para introdução no Rock and Roll Hall of Fame. Os cinco homenageados serão anunciados no fim de 2011.

Depois de ser finalista para introdução no Hall, foi especulado sobre um possível reunião do grupo. Duff McKagan disse a Associated Press: "Claro que há uma chance. Eu não sei o quão real é essa chance." Slash também falou sobre a reunião a Billboard: "Claro que há especulações sobre como será caso sejamos premiados, mas no caso do Guns N' Roses realmente não há como adivinhar o que pode acontecer. Eu suponho que, se acontecer, todos irão tentar se entender de alguma forma. Mas acho que o primeiro a se fazer é esperar e ver se se seremos incluídos no 'Hall', já que sabemos o quão imprevisível isso pode ser".

Já Axl deu a entender que talvez exista a possibilidade de um reencontro com o guitarrista Slash. "Eu não sei o que isto significa em relação a mim e à velha banda - eu não sei - tudo ainda está indefinido. É uma honra estar na nominação e eu sei que existe definitivamente uma parcela dos fãs que realmente gostarão disto". Texto: Wikipédia.

Integrantes..

W. Axl Rose - Vocal, Piano (1985 - Presente)
Richard Fortus - Guitarra (2002 - Presente)
Ron “Bumblefoot” Thal - Guitarra (2006 - Presente)
Dj Ashba - Guitarra (2009 - Presente)
Tommy Stinson - Baixo (1998 - Presente)
Frank Ferrer - Bateria (2006 - Presente)
Dizzy Reed - Teclados, Piano e Percussão (1990 - Presente)
Chris Pitman - Teclados, Programação Eletrônica (2000 - Presente)

Ex-Integrantes.

Guitarristas.

Tracii Guns (1985)
Izzy Stradlin (1985 - 1991)
Gilby Clarke (1991 - 1995)
Slash (1985 - 1996)
Paul Tobias (1994 - 2001)
Buckethead (1999 - 2004)
Robin Finck (1996 - 1999, 2000 - 2008)

Baixistas.

Ole Beich (1985)
Duff McKagan (1985 - 1997)

Bateristas.

Robbie Gardner (1985)
Steven Adler (1985 - 1990)
Matt Sorum (1990 - 1997)
Josh Freese (1997 - 2000)
Bryan “Brain” Mantia (2000 - 2006)

domingo, 1 de julho de 2012

Filmes Rockabilly

Gosto de tudo sobre o Rockabilly: a música, vestimentas, memorabília, as festas e todos os elementos estéticos. Psychobilly também, The Cramps é uma das melhores bandas da galáxia. E encaro o Rockabilly como uma cultura urbana antropofágica, assim como o hip-hop e tantas outras com seus códigos e rituais. Talvez seja uma das únicas manifestações culturais de apreço ao saudosismo que me desperte admiração. Está em sua raiz a busca por uma tradição que me agrada mas me assusta no apreço doentio pelas máquinas e quando vejo elementos descontextualizados (como bandeiras dos Confederados estampando paredes de festas em países miscigenados como o nosso).
E vou ser sincero, os fãs de Rock'n'Roll (seja lá qual gênero for) tem essa mania besta de querer renovação constante. Não tem qualquer apreço por tradição. Eu considero rock o som que se fazia com a guitarra e contrabaixos de mais ou menos 1954 (mas já com ecos nos anos 40) até 1962 no máximo. Depois disso virou outras coisas, sem problema nenhum, por quê tudo tem de ser rock? Se liberta.
Muitos falam do punk. De como CBGB'S foi um irradiador de gritos de fúria contra o mundo e de como tudo veio abaixo quando jovens ingleses começaram a gritar impropérios em meio aos salves à rainha e se esgoelavam em meio ao lixo das ruas como não havia futuro. Blá, blá, blá de como isso tudo chocou e colocou o jovem em outro patamar no mundo.
Há! Tudo isso é historinha para embalar nenê em comparação ao que a molecada dos anos 50 fizeram com o mundo, literalmente com o mundo. Marlon Brando em cima de uma moto de camiseta e um perfecto preta...terremoto de 9,6 na escala richter. Cada sacudida de pélvis de Elvis era uma explosão atômica. Bill Haley e seus Cometas eram os responsáveis de todos as desgraças da humanidade (de promiscuidade até o comunismo). Todo esse "movimento" foi orgânico, macro e respondia anseios impossíveis de classificar e bem visíveis a olho nú. Os anos 50 democratizaram a rebeldia que estava restrita às boemias das metrópoles e a dividiu com o mundo inteiro.
O cinema foi e é bem econômico ao representar o mundo do rockabilly das antigas e o atual, merecemos mais topetes e pin-ups nas telas grandes.
Uma primeira lista de filmes feitos no calor da hora ou que vieram posteriormente para prestar homenagens.


Deuce Of Spades - Olha sentimentalismo é bom, só não perca a mão como fez Faith Granger fez em sua premier. Tem algumas imagens lindas é verdade, mas tem uma hora que a câmera lenta fica cansativa. Essa ego trip de Faith Granger não consegue homenagear os tempos áureos do melodrama como fez nick Cassavetes há alguns anos. Existe ali inegavelmente lampejos de belas construções estéticas (a cena do hot rod no deserto infinito) mas falta largamente em conteúdo. Um roteiro chato e mega previsível. Só vale de curiosidade e pela beleza de Alexandra Holder.

O Selvagem - Bem, que o Marlon Brando é ícone para quase qualquer coisa não é novidade e não seria diferente para os rockers. Quer saber como um rockabilly boy tem que se vestir e portar? É só chegar ao fim da sessão desse filme. Não consigo deixar de pensar em Johnny Strabler como uma espécie de avô para Alex DeLarge. Além de Mr. Brandon temos outro ícone com quem troca sopapos o senhor Lee Marvin. Feito no calor do momento da delinquência juvenil que assolavam as famílias de costumes estadunidenses o filme não se esquiva muito e mantém até o fim um tom melancólico e fatalista. Tem imagens lindas como quando Johnny leva Kathie por uma alameda de chorões e tasca-lhe um beijo. Vale uma espiada.

Johnny Suede - Decadence avec elegance, certo!? Brad Pitt no começo da carreira e com um topete do tamanho de um arranha céu. Tem o lendário Nick Cave que por si só é sempre um acontecimento. Gosto da filosofia de Johnny: "Boa música não tem época". johnny vive na região mais pobre e sem esperança da cidade e se agarra a uma tradição remetendo a tempos aparentemente mais simples e esperançosos. Daí as escalas pentatônicas e os sapatos de camurça preta. Johnny é um ser deslocado no tempo e ninguém o compreende e ele não compreende ninguém. Lá pelo meio do filme (mais ou menos na cena em que Samuel L. Jackson aparece) você se pergunta: "Puxa, como esse filme não virou um clássico?" Depois de assistir ao final bobo, apressado e no mínimo estranho você entende. A trilha sonora é ótima.

Juventude Transviada - A idade em que nada se encaixa. Quer conhecer a geração que criou o rock e colocou a juventude em primeiro lugar no pódio? Uma das melhores respostas está nesse belo e lendário filme (um filme profético de certa maneira se se pensar no destino de seu protagonista, James Dean). Repare na participação de Dennis Hopper como membro da gangue. O filme é um prato cheio para simbologias psicanalíticas (cargas homoeróticas, complexos de Édipo do avesso, as cores simbolizando o destino e o caráter dos personagens). Natalie Wood é linda de morrer. James Dean é uma figura magnética e muito melancólica. Filme que influenciou um lista de obras que vieram posteriormente: vai de De Volta Para Futuro á Gladiador; duvida!? Está tudo ai, só não vê quem não quer. um filme tão definidor de uma geração quanto foi o Clube dos Cinco para os anos 80.
Cry-Baby - Esse não entra na categoria de musicais que não me irritam, entra na categoria musicais que eu adoro. O próprio John Waters admite esse é O seu musical. Johnny Deep engatinhando nas telonas e já tirando o fôlego das moçoilas. E, claro, tem o Iggy Pop o que sempre dá um ponto a mais para a obra. E não podemos deixar de frisar que é uma comédia competentíssima, tem cenas hilárias. Mesmo sendo uma produção comportadinha para grife Waters tem lá sua bizarrice quando Allison toma seu copo com lágrimas. Imperdível!

O Garoto de Liverpool - Os beatles podem ser a maior banda de todos os tempos, mas não fosse Buddy Holly e Elvis Presley os garotos John e Paul só poderiam vislumbrar trabalhos na zona portuária de sua cidade. The Quarrymen eram rockabilly até o osso. Sam Taylor-Wood acertou em cheio ao retratar garotos que precisavam explodir e encontrando um veículo para isso nos acordes que chagavam do outro lado do Atlântico. Sinceramente, a relação tumultuada relação de John Lennon e sua tia não me interessa muito, me interessam sua influências musicais e nisso sua parca relação com a mãe foi determinante.
Betty Page - Contradição é a palavra. A nação que produz incontáveis tonelada das mais loucas pornografias a combate e condena com a mesma energia. Uma estonteante e graciosa mocinha do interior muito bem resolvida com seu corpo apesar de uma criação familiar abusiva e a criação religiosa opressiva. Pin-Up, mulher cartoon, mulher de papel pronta a realizar seus desejos mais secretos, mulher que lhe captura inadvertidamente ao primeiro olhar. Gretchen Mol é um arraso (em todos os sentidos).

A História de Buddy Holly - Pena um bom filme como esse ser tão pouco comentado. O destaque vai obviamente para atuação de Gary Burey como Buddy holly. Sem dúvida, quando o avião caiu no milharal Albet Juhl e matou J.P. Richardson, Ritchie Valens e principalmente Buddy Holly, a música morreu junto. O primeiríssimo mártir do rock é um daqueles caras que nasce a cada milênio e chacoalha o planeta. Belo filme.

A Fera do Rock - Antes de ser o primeiro clichê do rock, Jerry Lee Lewis foi o primeiro incendiário do ritmo. Lewis elevou a já alta temperatura do rock a níveis solares. Wynona Rider é musa. Jerry cumpriu seu papel, mesmo não tendo "cabeça" para conquista o mundo tinha músculos para virar lenda e ficar com sua garota (mesmo que ela tivesse 13 anos e fosse sua prima). O rock deveria ser feito por caras assim: incansáveis em sua rebeldia (com ou sem causa), escandalosos e quentes.

As Sementes do Mal - Não é só por ser o primeiro filme de estúdio grande a usar rck'n'roll na trilha sonora e por ter o Sidney Poitier em início de carreira que está em nossa seleção. Adiantando temas que seriam abordados sem vigor em trabalhos como Mentes Perigosas e de forma cuidadosa e relevante com em Entre os Muros da Escola, As Sementes do Mal trata do assunto que mesmerizou a década de 50: essa nova espécie da fauna, o adolescentes. Jovens periféricos de megalópoles que não terão um futuro brilhante mesmo que se esforcem muito. Pobres, imigrantes/emigrantes, deliquentes e muito mal visto vandalizando e mandando na instituição de ensino que frequentam. "O" campo de batalha contemporâneo: as salas de aula. Lembro dos meus anos de escola...

A Gang da Pesada - Trata sobre o fim de uma geração. Essa molecada perdida nas ruas vai enfrentar tempos muito piores pela frente: o crime vai se organizar cada vez mais; a guerra num país do sudeste asiático está chegando; a morte de um presidente querido televisionada ao vivo; as namoradas engravidam e a música já não é mais aquela. no mesmo ano de The Warriors saiu essa outra pérola (tem sim seus problemas de ritmo ainda sim é um bom filme) sobre o universo das gangues de Nova York no começo do anos 60 que não perceberam o fim da era topete e brilhantina...os cabeludos estão chegando.

Os Cowboys de Leningrado vão para América - Mas onde está o Rockabilly? Em cada fotograma do filme, e não estou falando dos topetes monstruosos. Uma maravilhosa comédia surtada ou um estudo sobre o totalitarismo cultural estadunidense? Os dois e muito mais. Penso nesse filme como sendo um irmão de Isso é Spinal Tap, muitos o consideram superior a Blues Brothers, se é melhor não sei mais é incrível. Participação de Jim Jarmusch como sucateiro vale um ponto a mais. Percebe-se a origem nórdica do filme pela frieza em cada quadro mesmo tendo um coração pulsante que é o hilariante (involuntariamente) e mão de ferro empresário da banda Vladimir. Ele vale o filme.



sexta-feira, 29 de junho de 2012

Viking Rock


Neste post, falarei um pouco de vikinrock genero que infelizmente e pouquissimo conhecido em nosso pais ,mas que felizmente tem seus adeptos aqui em sampa nostra patria. (Vikingarock em sueco) (não confundir com Viking Metal ) é um rock gênero que leva muito dos seus temas a partir do século 19 romantismo Viking , misturando-o com rockabilly , oi! streetpunk / e folclóricas elementos . Temas frequentes que ocorrem no folclore Viking incluem vikings e mitologia nórdica , bem como o Rei da Suécia Karl XII e os Caroleans .

Viking rock é frequentemente associada a supremacia branca .o que nao deve ser levado a serio de forma nenhuma pois tem em sua propria excencia o rockabilly, punk e etc mesmo assim Muitos não fazem distinção entre o rock e a música Viking as pimcipais bandas sao Red Eagle
Blå Brigader
Conny Törebrandt
Dagaz
Eldgrim
Enhärjarna
Glittertind
Havamal
Hel
Heroes
Härskarna
Kalevalan Viikingit
Karolinerna
Korpöga
Mjölner
Nidhöggs Vrede
Njord
Nordkall
Odins Änglar
Röde Orm
Skymningstid
SOT
Thrudvang
Ultima Thule
Vargflock
Väringarna
Värja
Völund Smed


Across The Universe

um tanto quanto atrasado, mas ainda assim, postarei um filme de rara beleza que eu tardei e muito para assisti-lo, mais que valeu e muito tanto, pela obra prima quanto, pela compania sem igual na audiencia comigo,Mas não é só um filme histórico. É um musical! E uma história de amor!!! ...entre Jude e Lucy - por que será dos nomes? Ele deixa Liverpool para conhecer o pai nos Estados Unidos. Acaba tornando-se amigo de Max, irmão de Lucy. Juntos, vão para Nova York e se envolve com músicos e outras criaturas típicas da fauna dos anos 60.

O grande feito do trabalho de Taymor foi unir uma história aparentemente simples com as músicas dos Beatles e fazer um trabalho encantador, excitante!

A primeira dificuldade era conciliar músicas tão opostas como "Oh, Darling" e "Let It Be". E o resultado foi excelente. A narração evolui de sem forçar a barra, como se os fatos pedissem exatamente aquela música. O que talvez mostre como os Beatles interpretaram bem seu tempo.

O outro parabéns vai para a tradução visual das músicas. São cenas ora líricas, como em "Hey Jude", ora delirantes, como em "Strawberry Fields Forever", ora arrebatadoras, como em "Helter Skelter" - quando parece que o ar some da sala de projeção e nos impedindo de respirar. Quem assistiu ao trabalho anterior da diretora, não ficará surpreso com a sua capacidade em fabricar imagens surreais.

Importante: os próprios atores cantam, envolvendo-nos mais ainda no filme. Alguns beatles-maníacos podem ficar revoltados com interpretações apócrifas, mas colocar na boca dos personagens as músicas foi outra sacada do filme.

Não percam! É empolgante! Um ótimo remédio para o mal-humor! E quanto ao amor, o filme tem com a grande mensagem: seja qual for a guerra ou a época em que se vive: All we need is love!nao e a mensagem naqual eu compartilhe mas ainda assim fica ai a deixa

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

uma gratissima e deliciosa surpresa

confesso que quando aceitei assistir mais um seriado de drama terror, ja o fiz com o meu ceticismo ja conhecidissimo por quem me conheçe, porem como eu ja disse no titulo, foi uma grandiosa surpresa incrivel em praticamente todos os sentidos,mesmo eu nao acreditando no espiritismo, e nao sendo a mitologia da qual eu goste ainda assim nao consegui achar se quer uma falha nesse seriado ,que por sinal de tao bom e equilibrado, que nao consigo cravar qual o melhor episodio dos doze,sim adorei os dois episodios de halloween , o ruber man muito instigante ,enfim dificil eleger qual o melhor pois o seriado desde sua primeira tomada ja prende atençao, sem exageros nos efeitos e mesmo assim fascinantes no ponto de vista cinematograficos,o elenco e equilibradissimo, dificil de apontar quem se sobresai, pois a imprensao que se tem e que, todos sao principais e coadjuvantes ao mesmo tempo .o encerramento pensei eu, que seria mais fraco pois geralmente sao decepcionantes desfechos de series, ate mesmo minhas preferidas independente de generos sao assim, porem ate nisso a surpresa foi saborosa, pois conseguiu manter o clima de dramaticidade e suspense incrivelmente em uma dosagem perfeita, alias essa unidade foi marca durante todos os episodios, simplesmente incrivel, ja assisti tres vezes o ultimo episodio e pretendo reve-lo sempre que eu puder, enfim para mim independente de generos, essa mesmo nao sendo minha serie preferida devido a mitologia, ainda assim e a melhor primeira temporada de um seriado que eu ja assisti ,encantadoramente perfeita ,quem gosta de cinema bem feito e uma boa pedida, quem gosta de doses de dramaticidades sem exageros, tambem se deliciara em diversos momentos, enfim poderia me estender por mais dez temporadas aqui nos comentarios rsrs, e por falar em temporadas que venha logo a segunda pois se for a metade da primeira ja sera boa, pois essa foi otima,
deliciosamente perfeita

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

espaço retro

finalizando meu passeio pela cena billy postarei minhas duas bandas preferidas do genero sharks e stray cats. A origem do The Sharks começa no final dos anos 70, com o revival do rockabilly que estava rolando no Reino Unido. Alan Wilson desde sua infância era um fanático por rockabilly, e na ultima metade da década de 70 se encontrava tocando com uma banda chamada Dixie Rebels. No começo dos anos 80 mudaram o nome para The Sharks e fizeram diversas apresentações por todo Reino Unido e até mesmo apresentações em programas de TV. Numa dessas apresentações, um programa chamado “RPM” da BBC, Alan foi contatado por um jovem rapaz que tocava baixo chamado Steve Whitehouse. Após ver o programa Steve marcou uma audição com Alan, afim de entrar para banda. No momento o The Sharks constava com dois irmãos no baixo e bateria (Kevin e Paul Hancock), que tiveram que se afastar da banda para servirem como banda de apoio de dois grandes nomes do rockabilly americano Janis Martin e Ronniw Hawkins, em uma turnê pelo Reino Unido. Sem musicos para banda, Alan entra em contato com Steve e o coloca no baixo, Steve já tinha um baterista em mente, Paul “Hodge” Hodges. Ambos entram para a banda e o line-up que era pra ser temporário se torna permanente. Logo gravaram uma demo que foi enviada a Nervous Records e assim veio o contrato para fazer um full album. A Nervous Records era a gravadora que estava encabeçando o que chamavam de “Neo-Rockabilly” e que mais tarde daria origem ao termo “Psychobilly”. Lançado em 1983, o primeiro album do Sharks, “Phantom Rockers”, se tornou um classico do estilo e como o proprio dono da Nervous, Roy Williams, se refere como “o arquetipo do neo-rockabilly britanico”. O album, mais de 20 anos depois de seu lançamento, até hoje vende muito bem, e já teve várias reprensagens. Aproveitando o sucesso do primeiro album o Sharks sai em turne européia em 83, mas devido a brigas entre Whitehouse e Alan Wilson a banda se separa no auge da fama. Alan se afasta dos palcos e segue carreira como produtor musical, e Steve forma outro dos grandes nomes do psychobilly dos anos 80, o Frenzy (que constava com Simon Brand do Torment em sua formação original). Hodge continua a tocar ocasionalmente com projetos de Steve e Wilson. 10 anos se passaram e Alan estava produzindo o album “Jamboree” dos Frantic Flintstones. O baixista desse album era Gary Day, baixista do primeiro album do Frantic Flintstones, Nitros (outra otima banda de neo-rockabilly) e esteve tocando por anos com Morrissey (ex-Smiths). Gary Day sugeriu a Alan Wilson retornar com o Sharks e se ofereceu como baixista para a volta. Então, em poucas semanas gravam o sensacional “Recrational Killer” em 1993, lançado pela Anagram. Uma turnê enorme aconteceu e o Sharks tocou como banda principal em grandes festivais da europa e escandinavia.
Devido a sua volta a banda de Morrissey Gary Day sai do Sharks, mas mesmo assim ainda grava um projeto solo chamado Gazmen, contando com Alan Wilson e Hodge como musicos de suporte (curiosidade: Gaz é o apelido adotado por Gary Day ao tocar com Morrissey). Um novo baixista precisava ser encontrado e para a surpresa de todos ninguem menos Steve Whitehouse se apresenta para voltar para a banda, voltando a line up clássico gravam o “Colour my Flesh” em 1995. Hodge sai da banda no mesmo ano e entra Ben Coorper (ex Restless) em seu lugar, em 1997 ele sai dando lugar a Carl Parry, que na epoca tocava guitarra com o Frenzy de Steve Whitehouse. A banda continuou a se apresentar até 99 mas nunca mais lançaram nada de novo. Alan Wilson agora tem seu proprio selo e gravadora, a Western Star, produz bandas e ocasionalmente toca com projetos de seu grande amigo Chuck Harvey, vocalista do Frantic Flintstones (como Chuck and the Crack Pipes e Chuck & the Hulas). Steve Whitehouse ainda toca com o Frenzy, e Hodge hoje em dia mora na Espanha. Sharks foi uma banda importantissima para o psychobilly e para o neo-rockabilly, influenciando toda uma geração de bandas, e excencial para todos os verdadeiros ouvintes do estilo. TAKE A RAZOR TO YOUR HEAD!.Brian Setzer era um garoto apaixonado pelo estilo dos anos 50, especialmente pelo rockabilly imortalizado por Eddie Cochran, Gene Vincent e tantos outros ídolos mortos, ou esquecidos. Brian tinha uma banda com seu irmão Gary e Bob Beecher chamada de The Bloodless Brothers, em 1979. Gary era baterista e Bob era o baixista. O nome foi logo alterado para Tom Cats, mas a formação original durou poucos meses, pois Brian quis fazer algo melhor e quando o pianista Ken Kinnaly entrou na banda, Brian deu adeus. Com a companhia de Leon Drucker (conhecido como Lee Rocker), no baixo, e James McDonnell (ou Slim Jim Phantom), na bateria, nascia o Stray Cats. Mas o som dos anos 50 estava devidamente morto na América e saída mais fácil foi pelo aeroporto, e no dia 19 de junho resolveram morar na Inglaterra, onde um movimento de rockabilly ressurgia com vigor. O grupo começou a tocar por Londres e mostrava uma grande presença de palco, sendo destaque o topete platinado de Brian, além de seu estilo preciso na guitarra. Fizeram tanto barulho que chamaram a atenção de Dave Edmunds, então uma lenda do meio e mentor da banda Rockpile. Edmund ficou amigo do trio e propôs trabalharem juntos. Exatos três meses depois de chegarem na Inglaterra, assinam um contrato com a Arista. No dia 29 do mesmo mês, abrem um show para Elvis Costello no Rainbow Theatre. Edmunds havia gostado muito do visual do trio, em especial de Setzer. Para ele, Brian era mais parecido com Eddie Cochran do que o próprio Eddie! “Quanto tempo você leva penteado seu topete?”, perguntou, rindo, certa vez. E se o grupo tinha um bom apelo visual, possuía um apelo sonoro muito superior.A prova disso veio em fevereiro do de 1981, quando lançam o primeiro álbum intitulado somente como Stray Cats. Um disco clássico e que trazia três dos maiores hits da banda, “Runaway Boys”, “Rock This Town” e “Stray Cat Strut”. O disco fez bonito nas paradas de sucessos e alguns clips das canções mostravam toda o bom humor e a picardia do trio. “Runaway Boys” vira o primeiro compacto do disco e “Rock This Town”, o segundo e parece que os anos 50 estavam de volta. Vejam as letras das canções… No dia 16 de outubro, o grupo faz a primeira aparição em uma emissora de televisão dos Estados Unidos, no programa Friday, da ABC e tocam quatro músicas: “Baby Blue Eyes”, “Stray Cat Strut”, “Rock This Town” e “Runaway Boys” e causam uma excelente impressão por todo o país. Chegam ao cúmulo de serem chamados novos “filhos ingleses” de Elvis. Em novembro lançam o segundo disco, batizado de Gonna Ball, que ao contrário do álbum de estréia, teve uma recepção fria e críticas negativas. Mas se a crítica torce o nariz, o grupo é convidado pelos Rolling Stones para abrirem quatro shows em sua turnê pela América. O grupo já havia assinado um contrato com a EMI norte-americana no ano anterior, mas atendendo um pedido da nova casa em sua terra natal é editada uma coletânea dos dois primeiros discos chamada Built for Speed. O grupo começa a ser massivamente veiculado na MTV e os clips de “Rock This Town” e “Stray Cat Strut” viram um enorme sucesso e rapidamente a banda está entre os 10 mais no país. Finalmente o sucesso na América chegara e o grupo faz uma pequena excursão de 15 shows entre os meses de julho e setembro. Após três programas de televisão ainda em setembro, o grupo dá uma respirada para outra mini-maratona de 20 shows entre novembro e dezembro. Em 1983 é lançado um novo disco, Rant N’ Rave With the Stray Cats, produzido novamente por Dave Edmunds e que rende mais dois clássicos instantâneos: “(She’s) Sexy + 17,” e “I Won’t Stand in Your Way.” Com dois discos novos na América passam o ano todo fazendo shows em cima de shows, pelos quatro cantos do país. Mas a vida na estrada nunca foi fácil e a tensão entre os membros começam a aparecer, seja pelo estresse ou por desentendimentos bobos. Brian é considerado um cara complicado de se lidar, temperamental e um tanto violento. Lee Rocker por sua vez é igualmente selvagem e os dois quase chegam muitas vezes a trocarem tapas. “Brian precisa aprender a ser menos genioso. É um bom compositor, mas não é o dono dos Stray Cats. Eu não sou empregado dele”, disse certa vez Lee. Slim é o mais calmo dos três e acaba casando com a ex-senhora Rod Stewart e atriz, a sueca Britt Ekland. Brian, por sua vez, é convidado para tocar por estrelas do quilate de Bob Dylan e Steve Nicks, além de participar do projeto Honeydrippers, de Robert Plant. Em 1984 o grupo convoca Tommy Byrnes para ser o segundo guitarrista e baixista, mas a paz já não existe mais e Brian oficialmente dissolve a banda. “Não há mais tesão entre nós três, o melhor é cada um tomar seu caminho”, disse Brian. Lee e Slim não perderam tempo e convidaram o guitarrista Earl Slick, que tocava com David Bowie para formarem uma nova banda. Batizada com o criativo nome de Phantom, Rocker & Slick lançaram um disco meia-boca, que inclusive chegou a sair por aqui. A idéia era seguir o mesmo caminho dos Stray Cats, mas as composições e o carisma de Brian fizeram muita falta. Brian, por sua vez, lançou em 1986 seu primeiro disco solo, o elogiado The Knife Feels Like Justice. Quando todos pensavam que o grupo já era passado, os três se voltaram a conversar e a ensaiar novamente. O resultado acabou sendo um novo disco ainda em 1986: Rock Therapy. Mas as vendas foram baixas e as críticas negativas e o grupo resolveu dar um tempo, de novo. Brian começou uma carreira paralela que lhe renderia vários trabalhos: o cinema. Ele participou de várias trilhas sonoras sejam com o grupo ou mesmo em incursões solos. E Setzer começou em grande estilo… o primeiro teste foi encarnar o ídolo Eddie Cochran no filme La Bamba. E deu show tocando (de verdade, sem dublar), o clássico “Summertime Blues”, de Cochran. Em 1988, lançou Live Nude Guitars, mas os integrantes nunca sumiram da vista um do outro. Brian disse que foi uma grande alegria poder viver, mesmo que por pouco tempo, como Eddie. “Eddie foi a minha maior inspiração desde o início. Fiquei muito feliz quando me convidaram para o papel.” Mas Lee, Slim e Brian não se perdiam de vista e viviam pensando em um retorno. Sendo assim, em 1989, se encontraram no clube Ritz em Nova York para se divertirem. Viram que a velha química ainda existia e pronto: lançaram mais um disco, em abril, Blast Off. O disco mostrava um som um pouco mais pesado e trazia como destaque a faixa “Gene and Eddie”, uma homenagem a Gene Vincent e Eddie Cochran, dois maiores ídolos da banda. O grupo já vinha tocando junto desde janeiro do mesmo ano e seguiram assim até o final de 1990. Nessa turnê abriram alguns shows para Stevie Ray Vaughan, que decolava rapidamente em uma brilhante, porém, breve carreira-solo. Mas o disco teve baixas vendagens e acabaram sendo dispensados pela EMI. Fora da gravadora, receberam um convite do músico e renomado produtor Nile Rodgers para gravarem mais um disco e, em 1990, é lançado pela Liberation, Let’s Go Faster. E, mais uma vez, o velho companheiro e fã Dave Edmunds chama o trio. O resultado é que lançam, em 1992, um novo trabalho, chamado Choo Choo Hot Fish. E no ano seguinte é editado um álbum de covers, Original Cool. Mas eram apenas uma pálida sombra do que já haviam sido no passado e resolvem novamente se separarem. Brian resolve então realizar um antigo sonho, montar uma big band e realizar alguns discos de swing, que era o ritmo popular antes do advento do rock and roll. Com a Brian Setzer Orchestra, parece reencontrar o prazer de tocar e se apresentar ao vivo. Lança excepcionais discos no estilo, sendo o melhor deles, The Dirty Boogie, de 1998. Ainda em 1998 se reúnem para uma homenagem ao falecido Carl Perkins, no House of Blues, em Los Angeles, tocando 21 músicas. Carl havia morrido no dia 19 de janeiro aos 65 anos e havia visitado os Cats em 1984, tendo feito inclusive uma jam que acabou não sendo lançada. Brian começa uma bem sucedida carreira em trilhas sonoras dos estúdios Disney e de alguns filmes comerciais. Mas a saudade de tocar o velho rockabilly falou mais alto e em 2003 o grupo se reuniu novamente para uma série de shows. Brian explica o motivo para a volta em uma entrevista que deu no dia 23 de fevereiro de 2004. “O motivo da nossa volta é que queria voltar a tocar na melhor banda de rockabilly do mundo e achei muito bom que tenham agendado essa turnê pela Europa, já que é a primeira vez que muitas pessoas poderão nos assistir. Estou muito ansioso e louco para tocar o bom rockabilly na melhor banda do mundo.” Discografia Straycats (1981) Gonna Ball (1981) Built For Speed (1983) Rant n’ Rave (1983) Rock Therapy (1986) Blast Off (1989) Let’s Go Faster (1990) Choo Choo Hot Fish (1992) Original Cool (1993) Lonesome Tears (2003) Coletâneas The Best of the Stray Cats: Rock This Town (1990) Back to the Alley: Best of the Stray Cats (1991) Let’s Go Faster (1991) Greatest Hits (1992) Stray Cat Strut (1992) Story of the Stray Cats (1994) Rock This Town (1995) Archive (1996) Original Cool (1996) The Best of the Stray Cats (1996) Runaway Boys: A Retrospective ‘81-‘92 (1997) Runaway Boys (1997) On the Tiles (ao vivo, 1998) The Best of the Stray Cats (1998) Live (1999) Struttin’ Live (1999) The Best of Stray Cats (japonesa, 1999) Greatest Hits (2000) Hollywood Strut (2000) Rockabilly Rules (ao vivo, 2000) Feline Frisky (ao vivo, 2001) The Best of Stray Cats (2001) Extended Versions (ao vivo, 2002) Forever Gold: The Stray Cats (ao vivo, 20002) The Best of Stray Cats (2003)

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continuaremos agora falando do pharaohs.Vindos de Harlow (Essex) – Inglaterra o Pharaohs foi mais um dos grandes nomes do psychobilly/neo-rockabilly dos anos 80. A principio uma banda rockabilly no comecinho dos anos 80 foram logo dominados pela febre e atenção que estavam dando ao psychobilly. Tendo como frontman da banda o guitarrista e vocalista Glenn Daeche, Ben Evans na outra guitarra, Carl Sheeran no baixo e Tony Bennet na bateria, no ano de 1986 lançaram pela Nervous Records o fenomenal Blue Egypt, com musicas que virariam classicos absolutos do estilo como a faixa titulo “Blue Egypt”, “Smell of Cop”, “Dead to the World”, e a estranha “Tomb Of The Dead” (curiosidade: Essa musica é provavelmente um dos pontos altos do disco e foi lançada no play como um remix eletronico que não faz sentido algum e fez a musica perder muito, para aqueles curiosos de plantão tentem achar o ZORCH FACTOR 1 para ouvirem a versão integral e sem remixagem da musica) e as versões de “Radar Love” e “Wild Thing”. Tocavam constantemente no Klub Foot e eram muito conhecidos pelos psychos e rockers da epoca, com o reconhecimento veio um ep de apenas 4 musicas, o maravilhoso/absurdo/perfeito Vigilante (se voce se acha psychobilly e não conhece esse disco trate de morrer), era obvio que Glenn Daeche estava querendo experimentar um som novo e tira Carl Sheeran do baixo para colocar ninguem menos que Lee Brown (que depois faria historia como baixista do The M3T3ORS) no baixo eletrico, não se pode falar muito desse ep fora que ele é perfeito por inteiro, a capa é assinada por Kevin Haynes baterista do Torment e um dos mais famosos capistas do psychobilly. Lee Brown deixa a banda para tocar com o The Meteors, o Pharaohs vira um trio com a saida de Ben Evans e com a volta de Carl Sheeran pro baixo e gravam mais um petardo – “Hammer & Sickel Blues” - o disco é inteiro bom, da faixa titulo “Hammer & Sickel Blues” com seu riff contagiante e mostrando como o psychobilly deve ser, passando pelo rockabilly balada “57 Chevy”, uma nova versão pro hit da banda “Dead to the World” e a porrada “Psycho Numbskull”.
Não se sabe ao certo oque houve, mas o Pharaohs parou de tocar no começo dos anos 90 e depois de 12 anos de intervalo entre um disco e outro, em 2000 lançaram o tambem muito bom “London 1888″ com Mark Pennington (baixista/vocalista original do Caravans, ora guitarrista/vocalista) no baixo e com Ben Evans de volta pra guitarra. Mais uma leva de boas musicas como “Harlow Rock”, “London 1888″, uma nova versão pra classica “Turkey Dance” e o ponto alto “Vincent Van Go Go”. O Pharaohs continua se apresentando uma vez na vida e outra na morte por grandes festivais de psychobilly, tocaram no Calella Psychobilly Meeting em 2007 com Choppy (ex Demented Are Go/ Caravans/ atual Mad Dog Cole) no baixo. De lá pra cá não há noticias de shows da banda. Para quem quiser ver a banda tocando há videos deles no Klub Foot no lendario “Stomping At The Klub Foot” e recentemente lançaram mais um video de show da epoca, tocando a otima “You’re on your own” no dvd “Revenge of the Psycho Cats”. Essa não tem desculpa, quem é psychobilly gosta, quem gosta de neo-rockabilly gosta, obrigatorio.

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agora e a vez do GO-KATZ.O Go-Katz foi formado em 1986, na pequena cidade Loughborough, da Inglaterra, pelos amigos Howard Raucous (dono do selo Raucous Records) no vocal, Giles Brett e Andy Young na guitarra, Moff no baixo e Wolf na bateria. Antigos integrantes das bandas The Exorcists e The Go-Go Dakotas. Com esse line-up, gravaramem 87 o excelente vinil 7’ “The Go-Katz EP”, com quatro músicas, pelo próprio selo de Howard, a Raucous Records. Além do EP, participaram com músicas em diversas coletâneas da própria Raucous, da Rockhouse e da Kix4U. No ano seguinte, Gilles e Wolf saíram da banda, ficando apenas com uma guitarra e Dave Fawkes foi recrutado para a bateria. Com esse novo line-up, que durou apenas 2 anos, lançaram algumas faixas para a Raucous e a Fury usaram em suas próprias coletâneas. Depois de mais de uma década parados, em 2003 o Go-Katz ressurgiu em St Petersburg, Rússia, com Howard apoiado por integrantes de bandas de psychobilly e surf locais, como o The Bombers. Com essa formação tocaram em alguns shows da Rússia e gravaram uma cover de “When A Stranger Calls”, do Meteors, que posteriormente saiu no tributo “Sympathy For The Devil”. Um ano antes, em 2002, o primeiro ep foi relançado em CD, sob o nome “Real Gone Katz”, com faixas bônus. Logicamente pela Raucous. Enquanto isso, na Inglaterra e em outros países, estava ressurgindo um grande interesse por bandas da década de 80, fazendo com que Howard, de volta ao seu país, em 2005, reformulasse novamente a formação do Go-Katz. Novamente como único membro original, recutrou para os intrumentos integrantes da banda de rockabilly The Top Cats. Este line-up durou até 2008, e durante esse período tocaram em diversos festivais por toda a Europa.
Ainda no mesmo ano, gravaram outra cover de Meteors, a clássica “Maniac” e somada a sons de uma demo antiga da banda, lançaram um cd, com o nome da versão. Em 2009, pra variar, Howard reformulou novamente a banda, desta vez contando com Steve Clark (ex-Top Cats) na bateria, Dan Clark (ex-Hangmen) no baixo e Billy Oxley (ex-Blue Devils e Radicas) na guitarra e seguem em tour e com planos para gravar um novo disco, no qual já tem uma curiosa faixa no gatilho, uma versão psychobilly para o som “It’s Not Fair”, da cantora Lily Allen(?).

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outra banda de merecidissimo destaque e o lunas vegas.O Luna Vegas pra mim é uma das melhores bandas da nova safra de psychobilly. Também pudera, os integrantes tocam desde o final dos anos 80 acumulando infuência e bagagem durante anos, nitidamente notado em suas músicas. Estas que possuem timbrem e melodias perfeitas, quase que como uma releitura ao psychobilly mais clássico e harmônico. A banda foi formada em 2004 por Nick Plant (baixo) e Daz Night (guitarra), amigos que tocam juntos há vinte anos, quando tinham uma banda chamada Stench. Após tocarem apenas por diversão, com instrumentos velhos e defasados, sentiram novamente o feeling, compraram instrumentos novos e se rotularam então de Luna Vegas, com os também amigos de longa data Rob Kinson (guitarra) e Jim Goodman (bateria), ex membros da banda The Zombies Mutant, na qual Nick e Daz também tocaram em 86. Em 2007 Rob saiu da banda, tornando o Luna Vegas um trio. Algumas músicas foram lançadas e em janeiro entraram em confinamento no estúdio da Western Star para lançar duas músicas, Hellcat e Freddie Depthcharge. A primeira saiu depois na compilação “Psycho Killers”. Impressionados com os resultados das músicas e com a ajuda do guru Alan Wilson (Sharks, projetos solos de Chuck Harvey e o próprio dono do estúdio e do selo), a banda abraçou a Western Star e decidiram que seria a casa do seu primeiro álbum, prontamente aceito por Wilson. Mais gravações ocorreram durante o produtivo ano de 2007 para o primeiro disco da banda. Em outubro, Jim resolveu deixá-los e para seu lugar foi escalado Chris Ives, o último baterista que o Stench teve antes de acabar em 89. No final do mesmo ano, a Westarn Star lançou um DVD promo chamado “Psychobilly And Rockabilly Mayhem”, contendo as bandas do casting do selo, logicamente com o Luna Vegas participando. Finalmente, no começo de 2008, o primeiro disco da banda foi lançado: “Strange Men Weird Women”. Um excelente trabalho onde não se pode apontar nenhum som em específico, todos são perfeitas. Uma ótima pedida pra quem curte um psychobilly clássico e tradicional. Em faixas como “Mr. Shoom” percebemos um riff a là Torment e em “Demon Slitter” fica clara a influência de Meteors no som dos caras. Após participações no volume 2 e 3 da coleta Western-Star Psychobillies, a banda começou compor e gravar novas músicas para o ano de 2009, mas, não feliz com os resultados, decidiram reformular as músicas e chamar mais um guitarrista, Matt Nailor. O som ficou ainda mais pesado e old school. Mas nem tudo são flores e na metade de 2009 Daz, um dos seus fundadores, saiu da banda, fazendo com que Matt assumisse o posto de guitarrista principal.

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agora destacarei o fractured.Numa epoca na qual o neo-rockabilly e o psychobilly andavam lado a lado e algumas bandas eram dificilmente enquadradas em um unico estilo, exemplo maior disso o Guana Batz, Frantic Flitstones e Batmobile, que mesmo com uma proposta mais agressiva que o rockabilly convencional ainda se mantinham fieis as raizes do mesmo, e muitas vezes taxadas de bandas neo-rockabilly. Outras bandas, essas já com uma proposta muito mais rockabilly, hora ou outra pendiam para o lado mais agressivo soando similar as bandas de psychobilly, como Get Smart, Wigsville Spliffs e Polecats, por exemplo. Bandas como Restless, uma das melhores e mais famosas de neo-rockabilly, podem ser vistas tocando enquanto o pau comia solto no wrecking em seus videos gravados no Klub Foot. A distancia entre as cenas era minima, prova disso é esse sensacional disco do Fractured “No Peace for the Wicked” lançado em 1987. A sonoridade é semelhante ao Restless, só que com uma pegada mais rápida, flertando toda hora com o psychobilly. A faixa de abertura “Honest Lovin” é o destaque, old-school psychobilly puro! Outras como “Kisses Sweeter Than Wine” e “Sold My Secret” mostram o lado mais rockabilly da banda. O disco (o único da banda!) tem apenas 8 faixas mas é obrigatório para todos aqueles que querem conhecer esse periodo tão legal da historia do psychobilly e do neo-rockabilly! Sairam tambem no Stomping At The Klub Foot Vol.5 ao lado de nomes como Long Tall Texans e Skitzo com duas faixas ao vivo e numa coletanea de neo-rockabilly chamada The James Deans Of The Dole Queue ao lado de Caravans e de Boz Boorer! Recomendado para não-dançarinos de rockabilly! É fazer o topete e sair na porrada no wrecking!

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dando coninuidade falo agora do FRANTIC FLINTSTONES.
A primeira aparição do Frantic Flintstones ocorreu em outubro de 1986. O líder e vocalista da banda, Chuck Harvey, já havia tocado em outras bandas, como “Whats This Fish?” e “Mute”. A primeira formação de fato do Frantic Flintstones continha Ric na guitarra, Clive no baixo e Toby “JUG” Griffin, que já havia tocado em bandas como Coffin Nails e Meteors. O primeiro vinil veio um ano depois pela Raucous Records, o clássico EP “Bed Rock”. Nesse tempo a formação já havia mudado. Nodger entrava na guitarra, Andy tinha assumido a bateria e Gary Day o baixo acústico. Andy não conseguia acertar a bateria nos ensaios (devido às “drug sessions” evidentemente), e como a bateria é sempre gravada antes, isso era um pesadelo. O EP vendeu bem e um pouco depois eles lançaram um album por um outro selo, a Nervous Records. Devido ao problema de Andy com a bateria, o álbum foi batizado de “Nightmare On Nervous”, que chegou até a alcançar o #12 no ‘Indenpendent Album Chart’. Shows vieram e o Frantic Flintstones começou a ganhar prestígio na cena psychobilly. Após o lançamento desse disco, Chuck sofreu um grave problema no coração, mais precisamente um ataque cardíaco, que necessitou de uma cirurgia. Todos pensavam que era o fim da banda. Mas não muito depois, Chuck voltou como se nada tivesse acontecido. O próximo disco deles, “Rockin’ Out” foi lançado pela Link Records. Pouco antes desse lançamento, Nodger saiu e foi substituido por Pug, que já havia tocado com Gary Day em outra banda, The Mysterons. Após esse disco, o Frantic Flinstones tocou muito e gravou discos praticamente todos os anos. Vieram em 89 o “Not Christmas Álbum” e o EP “Yabbadabbadoo”. O album mais sinistro e pesado da banda, “The Nightmare Continues”, e um ao vivo, “Live & Rockin”, também foram lançados em 1989. Em 90 lançaram o album “Schlachthof Boogie Woogie”, “Well Gone In Europe”, com regravações e o “Raucous Recordings”, com demos e raridades antigas. Em 91 veio “Cuttin’ A Fine Line”, com uma pegada bem neo-rockabilly e em 91 veio “Flash & Fantasy”, com musicas mais experimentais. Nesse periodo também foi lançado “Skin Up Chill Out”, um disco acústico com apenas Chuck e Pug tocando, e o “Take a Hike”. O “Jamboree” de 93 marcou o primeiro lançamento pela Anagram Records (que foi responsavel por manter o material antigo até hoje disponivel) e também o último disco gravado por Gary Day, que já estava num processo de vindas e idas durante algum tempo, devido à suas outras bandas, The Nitros e mais pra frente Morrissey. Após sua saida muitos baixistas passaram pela banda, incluindo o ex-Guana Batz Jonny Bowler. Após pouco tempo, na bateria também houve alteração, mas nesse caso definitiva, entrando RockinReject. Provavelmente em torno desse período (inicio dos anos 90) que também apareceu a palavra que carateriza e faz parte do vocabulário da banda e dos fãs: “MUH”. No ano seguinte, o Frantic Flintstones gravou o “Enjoy Yourself” e Chuck se mudou para Alemanha para se casar. Nesse periodo, começou a ficar complicado para Pug ir nos shows, sendo substituído temporariamente por Douggie (Long Tall Texans) e Alan Wilson (Sharks). Pouco tempo depois do Jamboree, o Frantic gravou o “X-Ray Sessions” e ficou alguns anos sem lançar coisa novas. Retomaram às atividades com o “Speed Kills” (98), “Rock It Boy” (2000), “Too Sweet To Die” (2001) e o “Billy Overdose” (2002), vários desses produzidos por Alan Wilson. Porém, foi em 2003, com o lançamento de “Champagne For All”, que a banda ressurgiu de vez. Considerado por muitos como o melhor disco psychobilly dos últimos anos e gravado com Fantomas no baixo acústico, Go Go Gomez na guitarra e RockinReject na bateria, o Frantic Flintstones deixa as experimentações e as levadas neo-rockabilly dos últimos albuns de lado pra tocar um psychobilly direto e marcante. Em 2003 também foi lançado uma coleção de Eps, chamada de “The EP Collection”. Em 2004 lançaram um DVD, “Well Gone in Europe” (gravado em 2003 em Paris) e em 2005 lançaram um disco chamado ‘Legendary Mushroom Sessions’, um registro de uma gravação ocorrida à vários anos atrás. Em comemoração aos 20 anos de banda, foi lançado o “Frantic Flintstones 20th Anniversary Album” em 2006. Infelizmente, as turnês do Frantic Flintstones desse ano foram canceladas devido à um problema no pulmão de Chuck. No ano de 2007 foi lançado um mini-álbum chamado “California Earthquake” e um tributo à banda, chamada de ‘Muh to the Muh’, contando com várias bandas do mundo todo (inclusive do brasil) e com uma faixa inédita do próprio Frantic Flintstones. Um tributo nada mais que merecido pra uma banda que lançou tantos discos e que participou de inúmeras coletânias. Em setembro do mesmo ano, a banda veio pela primeira vez ao Brasil. A tour, chamada “World Doination Muh” passou por São Paulo, Londrina e Curitiba, durante o 13º Psychobilly Festival. A formação constava com Bubble ma guitarra, Cloey no baixo e RReject na bateria. Shows memoráveis não só para o público brasileiro quanto para os próprios integrantes da banda. O vocalista Chuck ficou maravilhado com o país e decidiu ficar por aqui. Coxinha (ex-Catalépticos, Hillbilly Rawhide, Sick Sick Sinners e etc) foi convidado para entrar na banda e partiram para uma tour Européia, tocando em diversos países. Na volta, Chuck continuou no país e reformulou o FF, apenas com integrantes brasileiros. Além de Coxinha no baixo, Mário Larápio foi para a guitarra, Germano para a bateria e Mark no violino. Com essa formação tocaram em São Paulo e no Rio e participaram de alguns festivais, como Psycho Carnival 2009, além de lançaram o último registro do Frantic Flintstones até então, “Psycho Samba My Way”. Neste disco, Chuck deixa claro como a cultura brasileira o influênciou, deixando o álbum com um estilo bem brasileiro, onde experimentam até pandeiro! O resultado ficou excelente e o disco é repleto de sons contagiantes e animados, que certamente será lembrado por muitos anos. Após o Psycho Carnival, Chuck resolveu voltar para Berlin, reformulando mais uma vez o FF, com RockinReject de volta à bateria. Estão em tour novamente pelo velho continente. Com planos de voltar o Brasil periodicamente, Chuck anunciou que a versão brazuca da banda agora consta com um dos melhores guitarristas do país, Preto Aranha, frontman do Brown Vampire Catz.